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4 de jun. de 2026

O significado de Corpus Christi






"Minha Filha, não faltes à comunhão, a não ser quando tiveres a certeza de que pecaste gravemente; afora isso, não permita que nenhuma dúvida impeça a tua união comigo no meu mistério de amor. As tuas pequenas faltas desaparecerão no meu amor como uma palha jogada num grande braseiro. sabe que muito me entristece, quando me abandonas na Santa Comunhão”.

Diário de Sta. Faustina – Pág 73


Corpus Christi significa Corpo de Cristo, vem do latim, e tem por objetivo celebrar o mistério da eucaristia, o sacramento do corpo e do sangue de Jesus Cristo. É uma festa religiosa da Igreja Católica. A festa de Corpus Christi acontece sempre na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade, em alusão a quinta-feira santa quando Jesus instituiu o sacramento da eucaristia.

Corpus Christi é feriado nacional no Brasil desde 1961. São celebradas missas festivas e as ruas são enfeitadas para a passagem da procissão onde é conduzido geralmente pelo Bispo, ou no caso de não haver, o pároco da Igreja,o Santíssimo Sacramento que é acompanhada por multidões de fiéis em cada cidade brasileira.

A tradição de enfeitar as ruas começou pela cidade de Ouro Preto em Minas Gerais. A procissão pelas vias públicas, é uma recomendação do Código de Direito Canônico que determina ao Bispo Diocesano que tome as providências para que ocorra toda a celebração, para testemunhar a adoração e veneração para com a Santíssima Eucaristia.

A procissão de Corpus Christi lembra a caminhada do povo de Deus, peregrino, em busca da Terra Prometida. O Antigo Testamento diz que o povo peregrino foi alimentado com maná, no deserto. Com a instituição da eucaristia o povo é alimentado com o próprio corpo de Cristo. A eucaristia é o próprio sacrifício do corpo e do sangue de Jesus, é o banquete de Deus, onde ele reparte o pão e o vinho, representado pela hóstia, e relembrando o momento que Jesus o fez, com seus apóstos, e cada indivíduo tem o direito de fazer a comunhão. Antes da comunhão, as pessoas têm que estar livres dos seus pecados, fazendo a confissão para um padre.

Senhor, vós sois a minha força; fortalecei-me, para que sempre cumpra fielmente tudo o que de mim exigis. Por mim mesma nada posso, mas se vós me fortaleceis, nada significam todas as dificuldades. A coragem e a força que estão em mim não me pertencem, mas sim àquele que mora em mim: A Eucaristia.

Diário de Sta. Faustina, Pág. 48


TEXTO FONTE: http://capelasdamisericordiansdeloreto.blogspot.com.br



11 de ago. de 2025

Santa Clara és Belo Lírio | Frei Florival & Coral Palestrina



"Santa Clara És Belo Lírio"

Letra e Música: Frei Ulysses Antonio Nunes Calvo e Frei Ademir José Peixer
Solistas: Frei Florival M. de Toledo e Telma C. Cracco
CD Perfeita Alegria - Frei Florival & Amigos
Coral Palestrina de Apucarana - PR / 2013
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1. De Assis filha ditosa de família e tradição
Prometida em casamento pra uma vida sem paixão.
No seu ser havia um sonho escondido até então
Revelou-se de repente em Francisco seu irmão.
2. De poesia e romantismo não viveu teu coração
Despojando-se de tudo entregou-se a vocação.
Sol e Lua se encontraram em fraterna comunhão
Pelos pobres e leprosos fez da vida uma oração.
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Ref.: Santa Clara és belo lírio, és plantinha do Senhor
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Terna mãe, ardor e brilho, doce bênção do Senhor.
3. Não demoras tão sozinha muitas logo vem a ti
Pra na radical pobreza nova ordem construir.
Da oração contemplativa do trabalho serviçal
São Damião agora brilha com fulgor celestial.
4. Os milagres logo surgem de tua vida virginal
Cegos, coxos e leprosos todos querem um sinal.
Radical na obediência, na acolhida maternal
Corpo e alma são curados tu repeles todo o mal.
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Ref.: Santa Clara és belo lírio, és plantinha do Senhor
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Terna mãe, ardor e brilho, doce bênção do Senhor.
5. A "Plantinha de Francisco" com seu Pai quis se encontrar
Nesse encontro deu-se a luz e fez toda Assis brilhar.
Sua fé fez-se mais forte, trouxe força e proteção
E venceu os sarracenos com o ostensório em sua mão.
6. Clara em nome, clara em vida, claro foi teu ideal
Dama pobre e virtuosa de pureza sem igual.
Chega o dia em que o esposo vem buscar-te para Deus
No seu corpo incorrupto vê-se aquilo o que viveu.
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Ref.: Santa Clara és belo lírio, és plantinha do Senhor
Terna mãe, ardor e brilho, doce bênção do Senhor.



19 de jun. de 2025

A Eucaristia




A Eucaristia é Jesus presente entre nós e por nós. Na Eucaristia está realmente presente Jesus com Seu Corpo, Sangue, Alma e Divindade. Com a Eucaristia temos de verdade o Emanuel, ou seja, "Deus Conosco" (Mt 1,23). Justamente S. Tomás de Aquino nos exorta a refletir que não existe nenhuma religião na Terra, que tenha o seu Deus tão perto e tão familiar como a religião cristã, com a Eucaristia.

Coisa ainda maior é que o Verbo Encarnado, Jesus, não só vive entre nós, mas se quer doar, entrar em nosso coração e fazer-se um com cada um de nós. "Quem come minha Carne e bebe o meu Sangue, vive em mim como eu nele" (Jo 6,57). Jesus quer isso a cada dia. Por isso se fez Pão, por que o pão é o alimento cotidiano, é o nutrimento de cada dia, sem o qual nós enfraquecemos e morremos.

A Santa Missa

Onde e quando Jesus se faz Eucaristia? Na Santa Missa. Quando o Sacerdote consagra o pão e o vinho, temos o sacrifício supremo, incruento de Jesus, presente realmente no Altar no estado de vítima. Oh! Qual Divino prodígio é a Santa Missa, que renova o Sacrifício da Cruz e opera o milagre da transubstanciação do pão e do vinho no Corpo e no Sangue de Jesus oferecido por nós. Tinha razão S. Afonso Maria de Ligori ao dizer que Deus não poderia fazer uma coisa maior que a Santa Missa. Pe. Pio dizia que a Santa Missa é infinita como Jesus. Por isso os santos amavam a Santa Missa com um paixão ardente. S. Francisco de Assis queria ouvir ao menos duas Santas Missas ao dia e quando estava doente, queria que um irmão celebrasse em sua própria cela. E nós? Não é verdade que tantos cristãos fazem dificuldades até pra ir à Santa Missa aos domingos? Quão pouco se compreende deste Mistério divino que é a riqueza infinita da Igreja. Se quisermos amar Maria não pdemos esquecer que nunca estamos tão perto dela como quando estamos juntos do altar onde se renova o sacrifício do Calvário (cf. Jo 19,25) Ao Pe. Pio perguntaram se Maria estava presente durante a Santa Missa. Respondeu em tom de surpresa: "Mas não A vêem no tabernáculo?"

A Santa Comunhão

Com a Santa Comunhão Jesus se doa a cada um de nós para nos nutrir do Seu Corpo e do Seu Sangue. "A minha carne é verdadeiro alimento e o meu Sangue é verdadeira bebida" (Jo 6,56)Nutrimento Divino. Nutrimento de Amor e de infinto valor e força. "Bem-aventurados os convidados à ceia nupcial do Cordeiro!" (Ap 19,9). Quem não come deste pão enfraquecerá espiritualmente dia após dia. Jesus o disse com palavras claras: "Se não comerdes minha Carne e não beberdes o meu Sangue, não possuireis a vida em vós" (Jo 6,53). Por isso os santos tinham fome de Jesus e eram heróicos ao fazer qualquer sacrifício para não se privarem do Pão da Vida descido do Céu (cf. Jo ,35-59). O Beato José Moscati fazia todas as mnhãs a Santa Comunhão. E quando ia viajar para o estrangeiro a congressos científicos dos médicos, viajava de noite ou descia de aeronaves, girava as cidades sempre de jejum desde a meia-noite procurando uma Igreja para Comungar. Ele dizia não se sentir capaz de iniciar visitas médicas se antes não tivesse recebido Jesus. E nós? Temos talvez a Igreja a poucos passos, mas não sentimos nenhuma atração pela Santa Comunhão. Somos capazes de ficar sem comunhão até aos domingos. Pobre de nós! Que Nossa Senhora nos ilumine e nos sacuda! Se rezarmos a ela com alegria, Ela nos dará a Graça e a força de aproximar-nos até mesmo todos os dias à Santa Comunhão, porque na Terra não existe nada mais que a faça mais contente quanto a mostrar-lhe Jesus nos nossos corações. Então Ela nos aperta contra o seu coração em um único abraço com Jesus.

Com Jesus e por Jesus

A Santa Missa e a Comunhão me enchem de Jesus para me fazer viver com Jesus e para Jesus o dia inteiro. Com que freqüência, durante o dia, o amor de Jesus me deveria reportar à Eucaristia! Por isso S. Francisco de Sales e S. Maximiliano Maria Kolbe tinham o propósito de fazer a Comunhão Espiritual a cada quarto de hora! Por isto os santos procuravam toda hora e todo momento para correrem e estarem perto de Jesus sempre que possível. As visitas Eucarísticas, as horas de adoração, o pouco tempo de oração junto ao Sacrário, eram a paixão dos santos. E como se industriavam. S Roberto Belarmino, quando jovem, indo à escola, passava na frente de duas Igrejas: indo e voltando, fazia 4 visitas à Eucaristia. A Beata Anna Maria Taigi, mãe de 7 ilhos, tinha todo cuidado para fazer ao menos uma longa visita cotidiana a Jesus Eucarístico. Todo Santo é uma criatura de amor e não pode não sentir atração pelo Sacramento de Amor.

Precisamos dos Sacerdotes

S. Gema Galgani dizia que no Paraíso iria agradecer a Jesus sobretudo pelo Dom da Eucaristia feita aos homens. É impossível que Deus pudesse dar-nos qualquer coisa mais que Si mesmo! Mas como poderíamos ter a Eucaristia sobre a Terra sem os Sacerdotes? Eles, somente eles são os dispensadores dos mistérios divinos (cf. I Cor 4,1). Só a eles Jesus disse depois da 1ª Santa Missa da história, celebrada na 5º feira santa: "Fazei isso em memória de mim" (Lc 22,19). Por esta divina Missão de renovar o Sacrifício de Jesus, o Sacerdote é o escolhido por Deus que o separa de todos os outros homens e o Consagra "Ministro do Tabernáculo" (Hb 5,4; 13,10; Rm 1,1) Feliz o Sacerdote! Os Anjos o veneram porque ele representa Jesus! S. Cipriano diz com força: "O Sacerdote no altar opera na Pessoa mesma de Jesus". Mas para ter os Sacerdotes precisamos das vocações sacerdotais E não só: precisamos de todas as graças da correspondência e da fidelidade à vocação. Quem nos doará todas essas graças? A resposta é única: Maria, medianeira universal. Mas precisamos suplicá-la. Ela é a Mãe do Maior Sacerdote; Ela é a Mãe de todos os Sacerdotes. Ela criou Jesus para o Sacrifício; Ela cria os Sacerdotes para os conduzir ao Altar do supremo sacrifício com a idade plena de Cristo (cf. Ef 4,13). Se precisamos tanto de Sacerdotes, recorramos a Maria, multipliquemos nossas orações e não cansemos de insistir em obter tamanha graça. Com a oração se obtém as vocações: "Rogai ao Senhor da seara que envie operários para a sua messe". Com a oração à Maria obteremos as vocações, pois Ela é poderosa medineira de amor e misericórdia, como disse Jesus. S. Maximiliano Maria Kolbe, louco de amor pela Imaculada, em menos de vinte anos, com o seu amor e sua oração incessante, obteve cerca de mil vocações por seu intermédio. Oh, Maria, Mãe e Rainha dos Sacerdotes, dai-nos muitos e santos Sacerdotes!

Votos
* Participar à Santa Missa e fazer a Santa Comunhão com Maria.
* Oferecer a Santa Missa e a Comunhão a Maria, para a sua alegria.
* Fazer uma visita Eucarística a fim de reparar os ultrajes à Eucaristia.


http://nossasenhorademedjugorje.blogspot.com  
http://www.espacomaria.com.br  

24 de dez. de 2022

Feliz Natal de Jesus para você e sua família!



Vamos esquecer um pouco os exageros que muitos cometem no Natal e concentrar as energias na nossa alma para renovar a Fé, pois Cristo nos quer feliz junto Dele, pensando Nele e no Seu grande amor por nós, não dispersamos nossos pensamentos com as coisas do mundo.

Jesus nos quer feliz mesmo que for com um copo de água e pedaço de pão.

Por isso Ele nos ofereceu a Festa Eucarística apenas em um pedacinho de pão, é dessa forma que Ele pediu que nos lembrássemos Dele, com uma alegria serena, uma maneira simples e profunda como uma oração. 






14 de nov. de 2021

10 coisas que acontecem quando você faz adoração com frequência


Foto: Rivaldo R. Ribeiro-Paróquia São João Batista-José Bonifácio,SP.Ano 2019


Uma delas: "você experimenta a paz em outras áreas da sua vida" 

A Eucaristia é descrita no Catecismo como fonte e ápice da nossa fé. Encontrar tempo para fazer Adoração Eucarística pode ser difícil, mas, se você conseguir, poderá perceber resultados surpreendentes! “Enquanto comiam, Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção, o partiu e deu a eles, dizendo: Tomai, isto é o meu corpo. Em seguida, tomou o cálice, deu graças, o entregou a eles e todos beberam. E Ele disse: Isto é o meu sangue, o sangue da aliança derramado por muitos” (Marcos 14, 22-24). Na cultura de hoje, a ideia de progresso interior é drasticamente desvalorizada como “desperdício de tempo” ou “coisa dos antigos e ​​ingênuos”. Só o progresso exterior parece palpável. Mas o progresso material permanece fora de nós: ele até nos oferece alguns sentimentos positivos, mas é sempre efêmero e sem substância. Já o progresso interior significa que você está se transformando e tornando-se melhor! O tempo que você dedica à Adoração pode surpreendê-lo de muitas maneiras.

Veja aqui dez delas: 

01- VOCÊ DESENVOLVE UM SENTIMENTO DE ADMIRAÇÃO E MARAVILHA 
Não há nada como a atmosfera de uma capela ou igreja tranquila! O odor do incenso e o esplendor do ostensório ajudam a compreender a verdade do que está acontecendo na Adoração. Estamos realmente diante de Jesus Cristo! Seu Corpo, Seu Sangue, Sua Alma, Sua Divindade. Quanto mais se emerge no silêncio diante da Hóstia Santa, mais se compreende que a única resposta à grandeza de Deus é a maravilha, a admiração e o amor. 

02- VOCÊ EXPERIMENTA A PAZ EM OUTRAS ÁREAS DA SUA VIDA 
Jesus disse: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou” (João 14, 27). A paz exterior que podemos experimentar na Adoração (a quietude e o silêncio) vai muito mais a fundo e nos leva a uma paz interior que abraça todas as áreas da nossa vida. Isto não significa que tudo ficará perfeito e sem sofrimento,mas essa paz nos fortalecerá para enfrentarmos com mais firmeza e serenidade as tempestades da vida. 

03- VOCÊ COMEÇA A OLHAR MAIS PARA FORA DE SI MESMO 
Jesus nos disse: “Como eu vos amei, assim também vós amai-vos uns aos outros” (João 13, 34). A Adoração nos conecta ao próximo e ao mundo – afinal, estamos dedicando tempo ao Criador de tudo o que existe! Mais tempo para louvar e adorar a Deus significa mais tempo para ir além das nossas próprias preocupações e para enxergarmos as necessidades dos outros e do mundo em que vivemos. 

04- ÀS VEZES, VOCÊ FICA ENTEDIADO… 
Haverá momentos em que a Adoração parecerá “insossa”, “árida”… Você vai se distrair, a sua mente vai começar a divagar… A Adoração regular pode se estabilizar e deixar de parecer especial, mas isso não desvaloriza nem diminui a verdade da Adoração. Nossa fé é muito mais do que sentimentos e Deus continuará trabalhando em você mesmo que você não o “sinta” ou passe por momentos mais “secos”. Ainda que a sua mente divague, você está dando a Deus o melhor que pode: o seu tempo, o seu empenho e a sua companhia! 

05- VOCÊ SE EMOCIONA NA ADORAÇÃO! 
Quanto mais tempo você dedica a adorar a Deus, mais você descobre que Ele ama você e quer passar tempo com você. E mais você começa a realmente querer viver esse tempo com Ele! Se a Adoração antes parecia rotina, aos poucos você percebe que deseja fazê-la! Como dizemos na missa, “é justo e necessário” dar graças ao Senhor! A Adoração a Deus está inscrita em nosso coração, e “o nosso coração está inquieto enquanto não repousa nele” (Santo Agostinho)! 

06- A GRAÇA ENTRA NA SUA VIDA 
É incrível como um simples ato de compromisso com Deus, ainda que seja num curto período de Adoração, faz diferença para o resto da sua vida! Você pode manter a certeza de continuar na presença dele mesmo depois de ter saído da igreja ou da capela. A graça o apoia em todos os momentos, especialmente nos de tentação. Fica mais fácil resistir à tentação quando se dedica mais tempo à Adoração. 

07- VOCÊ PERCEBE O QUANTO É FELIZARDO 
Há pessoas que gostariam de passar mais tempo com Jesus em Adoração, mas não podem porque estão doentes ou têm mil tarefas necessárias no cotidiano. Há pessoas, em muitas regiões do mundo, que arriscam a vida pela Eucaristia e são perseguidas por causa da fé. Há pessoas que enfrentam situações extremamente perigosas para ficar com Jesus! E você tem o presente de poder adorá-lo abertamente, sem falar no fato de ter um sacerdote por perto para lhe administrar os sacramentos! 

08- VOCÊ COMPREENDE QUE DEUS TEM SENSO DE HUMOR! 
Quanto mais você permite que Deus lhe fale, em vez de gastar todo o seu tempo falando para Ele, mais você nota que Deus tem um grande senso de humor! 
Há até momentos em que você quer rir em voz alta! 
Talvez isto pareça surpreendente, mas os melhores pais e padres não demonstram o seu amor com bom humor? 

09- VOCÊ VAI QUERER SE CONFESSAR MAIS VEZES 
Pode parecer intimidador, mas não é. A confissão nos permite experimentar o oceano ilimitado da misericórdia de Deus! Sua misericórdia engolfa todos os nossos pecados e nos dá uma liberdade real, uma liberdade sem medo, que nos permite entrar no seu Amor e na sua Bondade! A confissão fortalece a consciência de que estamos nos braços de um Pai que nos ama muito e que “nunca se cansa de perdoar” (Papa Francisco). 

10- VOCÊ SE APAIXONA! 
Quando você dedica tempo de coração aberto a adorar a Deus e permitir que Cristo lhe mostre o Seu Amor, você também se apaixona! E o amor dele revela você a você mesmo e permite que você seja você mesmo! “Eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância” (João 10, 10). Então, o que você está esperando? Dedique um tempo à Adoração Eucarística e deixe Deus transformar a sua vida!



18 de mai. de 2021

A PRESENÇA REAL DE CRISTO NA EUCARISTIA


Jesus instituiu a Eucaristia na Santa Ceia, desde então, a Igreja nunca cessou de celebrá-la, crendo firmemente na presença do Senhor na Hóstia consagrada pelo sacerdote legitimamente ordenado pela Igreja. Nunca a Igreja duvidou da presença real do Corpo, Sangue, Alma e Divindade do Senhor na Eucaristia. Desde os primeiros séculos os Padres da Igreja ensinaram esta grande verdade recebida dos Apóstolos, trata-se de uma tradição ininterrupta que prevalece até os dias de hoje:
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Esforçai-vos, portanto, por vos reunir mais frequentemente, para celebrar a Eucaristia de Deus e o seu louvor. Pois quando realizais frequentes reuniões, são aniquiladas as forças de Satanás e se desfaz seu malefício por vossa união na fé. Nada há melhor do que a paz, pela qual cessa a guerra das potências celestes e terrestres. (Santo Inácio de Antioquia, †102, bispo e mártir)
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Os fiéis bebem diariamente do cálice do Senhor, para que possam também eles derramar o seu sangue por Cristo. (São Cipriano de Cartago, †258, Epístola 56, n. 1, em tempo de perseguição aos cristãos)
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Na Eucaristia está presente “in nuce”, de um modo incoado, a realização do plano salvífico universal de Deus: com Cristo ressuscitado faz-se presente a nova criação, os novos céus e a nova terra, a nova humanidade. Com efeito, na transfiguração gloriosa de Jesus Cristo já se havia inaugurado a renovação escatológica do mundo: no Senhor ressuscitado, o “eschaton” – Aquele que representa as realidades últimas – já está presente o oitavo dia, a eternidade que se manifesta no presente, fazendo com que saboreemos já o que iremos encontrar na vida eterna. (São Basílio Magno, †379, De Spiritu Sancto, 27, 66: SCh 17 bis, 237.)
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Recebe o corpo de Cristo; dize Amém e com zelo santifica os olhos ao contato do corpo santo… Depois aproxima-te do cálice. Dize Amém e santifica-te tomando o sangue de Cristo. (São Cirilo de Jerusalém, †386)
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O Santíssimo Sacramento é fogo que nos inflama de modo que, retirando-o do altar, espargimos tais chamas de amor que nos tornam terríveis ao inferno. (São Gregório Nazianzeno, †389)
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Deu-se todo não reservando nada para si. Não comungar (tomar a Eucaristia) seria o maior desprezo a Jesus que se sente “doente de amor”. (São João Crisóstomo, †407, CT 2,4-5)
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Nosso Senhor nos concede tudo o que lhe pedimos na Santa Missa: o que mais vale é que nos dá ainda o que nem sequer cogitamos pedir-lhe e que, entretanto, nos é necessário. (São Jerônimo, †420)
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A Eucaristia é o pão de cada dia que se torna como remédio para a nossa fraqueza de cada dia. (Santo Agostinho, †430)
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A virtude própria deste alimento divino é uma força de união que nos une ao Corpo do Salvador e nos faz seus membros a fim de que nos transformemos naquilo que recebemos. (Santo Agostinho, †430)
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Se ele em pessoa declarou e disse do pão: “Isto é o meu corpo”, quem se atreveria a duvidar doravante? E quando ele afirma categoricamente e diz: “Isto é o meu sangue”, quem duvidaria dizendo não ser seu sangue? (São Cirilo de Alexandria, †444, Quarta Catequese Mistagógica)
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Outrora, em Caná da Galileia, por própria autoridade, transformou a água em vinho. Não será digno de fé quando transforma o vinho em sangue? Convidado às bodas corporais, realizou, este milagre maravilhoso. Aos companheiros do esposo não se concederá, com muito mais razão, a alegria de desfrutar do seu corpo e sangue? (São Cirilo de Alexandria, †444, Quarta Catequese Mistagógica)
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Portanto, com toda certeza recebemo-los como corpo e sangue de Cristo. Em forma de pão te é dado o corpo, e em forma de vinho o sangue, para que te tornes, tomando o corpo e o sangue de Cristo, con-corpóreo e consanguíneo com Cristo. Assim nos tornamos portadores de Cristo (cristóforos), sendo nossos membros penetrados por seu corpo e sangue. Desse modo, como diz o bem-aventurado Pedro, “tornamo-nos participes da natureza divina”. (São Cirilo de Alexandria, †444, Quarta Catequese Mistagógica)
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 Não consideres, portanto, o pão e o vinho como simples elementos. São, conforme a afirmação do Mestre, corpo e sangue. Se os sentidos isto te sugerem, a fé te confirma. Não julgues o que se propõe segundo o gosto, mas pela fé tem firme certeza de que foste julgado digno do corpo e sangue de Cristo. (São Cirilo de Alexandria, †444, Quarta Catequese Mistagógica)
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Glória ao remédio da vida. (Santo Efrém Sírio, †444)
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A comunhão reprime as nossas paixões: ira e sensualidade principalmente. (São Bernardo, †1153, doutor da Igreja)
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Fica sabendo, ó cristão, que mais merece ouvir devotamente uma só missa do que distribuir todas as riquezas aos pobres e peregrinar toda a terra. (São Bernardo, †1153, doutor da Igreja)
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Dos sete Sacramentos da Igreja, o mais importante é a Eucaristia, porque contém realmente o Cristo em pessoa, enquanto os outros contêm uma virtude instrumental participada de Cristo. (Santo Tomás de Aquino, †1274, Suma Teológica, III, q. 65, a. 3.)
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O martírio não é nada em comparação com a Santa Missa. Pelo martírio, o homem oferece a Deus a sua vida; na Santa Missa, porém, Deus dá o seu Corpo e o seu Sangue em sacrifício para os homens. Se o homem reconhecesse devidamente esse mistério, morreria de amor. A Eucaristia é o milagre supremo do Salvador; é o dom soberano do Seu amor. (Santo Tomás de Aquino, †1274)
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A Comunhão destrói a tentação do demônio. (Santo Tomás de Aquino, †1274)
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O tempo passado diante do Sacrário (onde fica a hóstia consagrada, Eucaristia) é o tempo mais bem empregado da minha vida. (Santa Catarina de Gênova, †1510)
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Pela consagração do pão e do vinho se efetua a conversão de toda a substância do pão na substância do corpo de Cristo Nosso Senhor, e de toda a substância do vinho na substância do seu sangue. (Concílio de Trento, de 1551 a 1552, Sessão XIII, cap. 4, n. 877.)
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Sem a Santa Missa, que seria de nós? Tudo perecia neste mundo, pois somente ela pode deter o braço de Deus. (Santa Teresa de Ávila, †1582)
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A devoção ao Santíssimo Sacramento e a devoção à Santíssima Virgem são, não o melhor, mas o único meio para se conservar a pureza. Somente a comunhão é capaz de conservar um coração puro aos 20 anos. Não pode haver castidade sem a Eucaristia. (São Filipe Neri, †1595)
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Duas espécies de pessoas devem comungar com frequência: os perfeitos para se conservarem perfeitos, e os imperfeitos para chegarem à perfeição. (São Francisco de Sales, †1622, doutor da Igreja)
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A Missa é o sol da Igreja. (São Francisco de Sales, †1622, doutor da Igreja)
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Jesus Cristo na Santa Missa é médico e remédio. (Santo Afonso de Ligório, †1787)
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Uma alma não pode fazer nada que agrada a Deus mais do que comungar em estado de graça. (Santo Afonso de Ligório, †1787)
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Sem a Missa, a terra já teria sido aniquilada, há muito tempo, por causa dos pecados dos homens. (Santo Afonso de Ligório, †1787)
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Cada hóstia consagrada é feita para se consumir de amor em um coração humano. Se conhecêssemos o valor do Santo Sacrifício da Missa, que zelo não teríamos em assistir a ela. (São João Maria Vianney, †1859)
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A Sagrada Comunhão é a derradeira graça de amor, e nela Jesus Cristo se une espiritual e realmente ao fiel, a fim de nele produzir a perfeição de sua Vida e de sua Santidade. (São Pedro Julião Eymard, †1868)
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Quereis que o Senhor vos dê muitas graças? Visitai-o muitas vezes. Quereis que Ele vos dê poucas graças? Visitai-o poucas vezes. Quereis que o demônio vos assalte? Visitai raramente a Jesus Sacramentado (Jesus Eucarístico). Quereis que o demônio fuja de vós? Visitai a Jesus muitas vezes. Quereis vencer o demônio? Refugiai-vos sempre aos pés de Jesus. Quereis ser vencidos? Deixai de visitar Jesus… (São João Bosco, †1888)
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A Eucaristia […] deve-se considerar como continuação e ampliação da encarnação. (Papa Leão XIII, Carta Encíclica Mirae Caritatis, 28 de maio de 1902, n. 7.)
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Eu acredito que no Sacramento da Eucaristia está verdadeiramente presente Jesus Cristo, porque Ele mesmo o disse, e assim no-lo ensina a Santa Igreja. (São Pio X, †1914, Catecismo de São Pio X, n. 596.)
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Jesus, na Eucaristia, é penhor seguro da sua presença nas nossas almas; do seu poder, que sustenta o mundo; das suas promessas de salvação, que ajudarão a que a família humana, quando chegar o fim dos tempos, habite perpetuamente na casa do Céu, em torno de Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo: Santíssima Trindade, Deus único. (São Josemaria Escrivá, †1975, Cristo que passa, n. 153.)
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Cremos que como o pão e o vinho consagrados pelo Senhor, na Última Ceia, foram mudados no seu Corpo e no seu Sangue, que iam ser oferecidos por nós na Cruz, assim também o pão e o vinho consagrados pelo sacerdote se mudam no Corpo e no Sangue de Cristo glorioso que está no céu, e cremos que a misteriosa presença do Senhor naquilo que misteriosamente continua a aparecer aos nossos sentidos do mesmo modo que antes, é uma presença verdadeira, real e substancial. (cf. Dz. Sch. 1651) […] Toda explicação teológica que procura alguma inteligência deste mistério deve, para estar de acordo com a fé católica, admitir que na própria realidade, independentemente do nosso espírito, o pão e o vinho cessaram de existir depois da consagração, de tal modo que estão realmente diante de nós o Corpo e o Sangue adoráveis do Senhor Jesus, sobre as espécies sacramentais do pão e do vinho, conforme Ele assim o quis, para se dar a nós em forma de alimento e para nos associar à unidade do seu Corpo Místico. (cf. S. Th., III, 73, 3) […] A única e indivisível existência do Senhor glorioso que está no céu não é multiplicada, mas torna-se presente pelo Sacramento, em todos os lugares da terra onde a Missa é celebrada. E permanece presente, depois do sacrifício, no Santíssimo Sacramento, que está no Sacrário, coração vivo de cada uma das nossas igrejas. E é para nós um dulcíssimo dever honrar e adorar na sagrada Hóstia, que os nossos olhos vêem, o Verbo Encarnado, que eles não podem ver e que, sem deixar o céu, se tornou presente no meio de nós. (Papa Paulo VI, †1978, Profissão de Fé, Credo do Povo de Deus)
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Este pão é Jesus. Alimentar-nos dele significa receber a própria vida de Deus, abrindo-nos à lógica do amor e da partilha. (São João Paulo II, †2005)
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Esse mesmo pão eucarístico, oferecido um dia por nós, é entregue sem interrupção para que os homens, separados uns dos outros outrora mas chamados de novo muitas vezes à unidade, em si descubram novo amor para com Deus e entre si novo vínculo de fraternal amizade. (São João Paulo II, †2005)
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Na Eucaristia nós contemplamos o Sacramento desta síntese viva da lei: Cristo entrega-nos em si mesmo a plena realização do amor a Deus e do amor aos irmãos. Ele comunica-nos este seu amor quando nos alimentamos do seu Corpo e do seu Sangue. (Papa Bento XVI)
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A Eucaristia é o nosso tesouro mais precioso. Ela é o sacramento por excelência; introduz-nos antecipadamente na vida eterna; contém em si todo o mistério da nossa salvação; é a fonte e o ápice da ação e da vida da Igreja. (Papa Bento XVI)
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Com a comunhão Jesus nos dá forças […] aquilo que está sobre o altar parece pão, mas não é propriamente pão, é o Corpo de Jesus. Jesus vem ao nosso coração. Pensemos nisso, o Pai nos deu a vida, Jesus nos deu a salvação, nos acompanha, nos guia, nos sustenta, nos ensina. O Espírito Santo, nos ama, nos dá o amor. (Papa Francisco, 27 de Maio de 2013 – Paróquia de Santa Isabel e São Zacarias, Roma – Santa Missa de Primeira Comunhão)
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Ação de graças é chamada de “Eucaristia” em grego. Por isso, o sacramento é chamado de Eucaristia, é a ação de graças suprema ao Pai, que nos amou o suficiente para nos dar o seu Filho. É por isso que o termo Eucaristia resume aquele gesto, gesto que é de Deus e do homem juntos, um gesto de Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Por isso, a celebração da Eucaristia é muito mais do que um simples banquete: é o memorial da Páscoa de Jesus, o mistério central da salvação. “Memorial” não significa apenas uma lembrança, uma memória simples, mas significa que, todas as vezes que celebramos este sacramento, participamos do mistério da paixão, morte e ressurreição de Cristo. A Eucaristia é o ápice da ação de salvação de Deus, o Senhor Jesus fazendo-se o pão a cada um de nós, derrama toda a sua misericórdia e seu amor, de modo a renovar os nossos corações, nossas vidas e a forma com que nos relacionamos com Ele e com os outros. […] O poder do Espírito Santo, a participação na mesa eucarística, nos configura de uma forma tão profunda com Cristo que nos faz saborear desde já aquela comunhão plena com o Pai que caracteriza o banquete celestial, onde com todos os santos, teremos a alegria de contemplar Deus face a face. Queridos amigos, nunca será suficiente agradecer a Deus pelo dom que Ele nos deu na Eucaristia! É um presente tão grande e por isso que é tão importante ir à missa no domingo. Ir à missa não só para rezar, mas para receber a comunhão, este pão que é o Corpo de Jesus Cristo que nos salva, nos perdoa, que nos une ao Pai. (Papa Francisco, 5 de Fevereiro de 2014)
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Assim vive a Igreja em seus 2000 anos, pois na Última Ceia, Jesus foi muito claro: “Isto é o meu corpo”. “Isto é o meu sangue”:
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Enquanto comiam, Jesus tomou um pão e, tendo-o abençoado, partiu-o e, distribuindo-o aos discípulos, disse: “Tomai e comei, isto é o meu corpo“. Depois, tomou um cálice e, dando graças, deu-lho dizendo: “Bebei dele todos, pois isto é o meu sangue, o sangue da Aliança, que é derramado por muitos para remissão dos pecados. (Mt 26,26-28)
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Ele não falou de “símbolo”, nem de “sinal”, nem de “lembrança”. São Paulo atesta a presença do Senhor na Eucaristia quando afirma:
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O cálice de bênção que abençoamos não é comunhão com o sangue de Cristo? O pão que partimos não é comunhão com o corpo de Cristo? Já que há um único pão, nós, embora muitos, somos um só corpo, visto que todos participamos desse único pão. (1Cor 10,16-17)
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E o Apóstolo, que não estava na Última Ceia, recebeu esta certeza por revelação especial do próprio Senhor a ele:
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Com efeito, eu mesmo recebi do Senhor o que vos transmiti: na noite em que foi entregue, o Senhor Jesus tomou o pão e, depois de dar graças, partiu-o e disse: “Isto é o meu corpo, que é para vós; fazei isto em memória de mim”. Do mesmo modo, após a ceia, também tomou o cálice, dizendo: “Este cálice é a nova Aliança em meu sangue; todas as vezes que dele beberdes, fazei-o em memória de mim.” Todas as vezes, pois, que comeis desse pão e bebeis desse cálice, anunciais a morte do Senhor até que ele venha. 
(1 Cor 11, 23-26)
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Sem dúvida a Eucaristia é o maior e o mais belo milagre que o Senhor realizou e quis que fosse repetido a cada Missa, para que Ele pudesse estar entre nós, a fim de nos curar e nos alimentar:
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A Eucaristia é fonte e centro de toda a vida cristã (LG,11). Os restantes sacramentos, porém, assim como todos os ministérios eclesiásticos e obras de apostolado, estão vinculados com a Sagrada Eucaristia e a ela se ordenam. Com efeito, na santíssima Eucaristia está contido todo o tesouro espiritual da Igreja, isto é, o próprio Cristo, nossa Páscoa. (PO,5 e CIC 1324)
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O Catecismo da Igreja nos garante que:
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Os milagres da multiplicação dos pães […] prefiguram a superabundância deste pão único da Eucaristia. (CIC, n.1335)
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Tudo o que foi dito até aqui está baseado principalmente nas próprias palavras de Jesus, naquele memorável discurso sobre a Eucaristia, na sinagoga de Cafarnaum, que São João relatou com detalhes no capítulo 6 do seu Evangelho:
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Eu sou o pão da vida. Vossos pais no deserto comeram o maná e morreram. Este pão é o que desce do céu para que não pereça quem dele comer. Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. O pão que eu darei é a minha carne para a vida do mundo. Os judeus discutiam entre si, dizendo: “Como esse homem pode dar-nos a sua carne a comer?” Então Jesus lhes respondeu: “Em verdade, em verdade, vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. Pois a minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue é verdadeiramente uma bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim, e eu nele. Assim como o Pai, que vive, me enviou e eu vivo pelo Pai, também aquele que de mim se alimenta viverá por mim, Este é o pão que desceu do céu. Ele não é como o que os pais comeram e pereceram; quem come este pão viverá eternamente”. (Jo 6, 48-58)
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Não há como interpretar de modo diferente estas palavras, senão admitindo a presença real e maravilhosa do Senhor na Hóstia sagrada.
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Nunca Jesus exigiu tanto a fé dos Apóstolos como neste momento. E, se exigiu tanto, sem dar maiores esclarecimentos como sempre fazia, é porque os discípulos tinham entendido muito bem do que se tratava, bem como o povo que o deixou dizendo:
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Muitos de seus discípulos, ouvindo-o, disseram: “Essa palavra é dura! Quem pode escutá-la?” (Jo 6, 60)
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A partir daí, muitos dos Seus discípulos voltaram atrás e não andavam mais com ele. (Jo 6, 66)
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Lamentavelmente a Cruz e a Eucaristia foram e continuam a ser “pedra de tropeço” para os que não creem, mas Jesus exigiu até o fim esta fé. Aos próprios Apóstolos ele disse:
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Então, disse Jesus aos Doze: “Não quereis também vós partir?”. (Jo 6, 67)
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Ao que Pedro responde na fé, não pela inteligência:
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Simão Pedro respondeu-lhe: “Senhor, a quem iremos? Tens palavras de vida eterna e nós cremos e reconhecemos que tu és o Santo de Deus. (Jo 6, 68-69)
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Também para cada um de nós a Eucaristia será sempre uma prova de fogo para a nossa fé; mas, crendo na palavra do Senhor e no ensinamento da Igreja, seremos felizes.
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Quando a reforma protestante pôs em dúvida a presença real e permanente do Senhor na Eucaristia, o Concílio de Trento (1545-1563) assim se expressou:
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Porque Cristo, nosso Redentor, disse que o que Ele oferecia sob a espécie do pão era verdadeiramente o seu Corpo, sempre na Igreja se teve esta convicção que o sagrado Concílio de novo declara: pela consagração do pão e do vinho opera-se a conversão de toda a substância do pão na substância do Corpo de Cristo nosso Senhor, e de toda a substância do vinho na substância do seu Sangue; e esta mudança, a Igreja católica chama-lhe com justeza e exatidão, transubstanciação. (DS, 1642; CIC n.1376).
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Acima de tudo é preciso recordar que a Igreja recebeu do Senhor o carisma da infalibilidade em termos de fé e de moral, a fim de não permitir que os seus filhos sejam enganados no caminho da salvação: e rogarei ao Pai e ele vos dará outro Paráclito, para que convosco permaneça para sempre (Jo 14, 16)
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Mas o Paráclito, o Espírito Santo que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará tudo e vos recordará tudo o que eu vos disse. (Jo 14, 26)
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Tenho ainda muito que vos dizer, mas não podeis agora suportar. Quando vier o Espírito da Verdade, ele vos conduzirá à verdade plena, pois não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas futuras. (Jo 16, 12-13)
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O Senhor disse aos apóstolos que o Paráclito viria para instrui-los e que permaneceria “para sempre”, e não que o Paráclito viria “apenas quando ocorresse a reforma protestante 1500 anos depois”, negar isso e afirmar que a Igreja Católica viveu 1500 anos no erro, é negar uma promessa do próprio Cristo. Portanto, o que a Igreja garante há vinte séculos, jamais podemos duvidar, sob pena de estarmos duvidando do próprio Jesus.
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Para os que se apoiam em meras interpretações particulares das palavras de Nosso Senhor, na tentativa de negar a presença real de Jesus Cristo na Sagrada Eucaristia, lembremos que fazer uso do livre exame das escrituras e tirar conclusões pessoais – que contradizem a legítima interpretação das escrituras ensinada pelo magistério da Igreja – é perigoso e pode levar à ruína:
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Isto mesmo faz ele em todas as suas cartas, ao falar nelas desse tema. É verdade que em suas cartas se encontram alguns pontos difíceis de entender, que os ignorantes e vacilantes torcem, como fazem com as demais Escrituras, para a sua própria perdição. Vós, portanto, amados, sabendo-o de antemão, precavei-vos, para não suceder que, levados pelo engano desses ímpios, venhais a cair da vossa firmeza.(2 Pe 3, 16-17)
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Para auxiliar a nossa fraqueza, Deus permitiu que muitos milagres eucarísticos acontecessem entre nós: Lanciano (sec. VIII), Ferrara (1171), Orvieto (1264), Offida (1273), Sena (1330 e 1730), Turim (1453), etc., que atestam ainda hoje o Corpo vivo do Senhor na Eucaristia, comprovado pela própria ciência. Há tempos, foi traçado na Europa um “mapa eucarístico”, que registra o local e a data de mais de 130 milagres. Recomendamos a todos que pesquisem e conheçam todos estes milagres, nos quais o mistério da Eucaristia brilhou com toda sua força e majestade.

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Prof. Felipe Aquino, texto adaptado por Veritatis Catholicus.
https://veritatiscatholicus.com.br


31 de mai. de 2018

VISITA AO SACRÁRIO, É AMOR A JESUS...




Por Rivaldo R. Ribeiro - Igreja Matriz, José Bonifácio-SP 

"Quereis que o Senhor vos dê graças? Visitai-O muitas vezes no Sacrário. Quereis que Ele vos dê poucas graças? Visitai-O raramente". São João Bosco.

Nós gostamos de visitar pessoas amigas de conversa agradável, que sejam como nós, que nos compreende, que não temos medo de revelar nossas fraquezas e culpas, que sempre nos recebe com um sorriso quando abrem a porta e nos vê, ah! Como é bom ser bem recebido numa casa, onde as pessoas transmitem o desejo de por lá nós permanecermos por longo tempo sem interesse algum, você já pensou nisso? Assim é quando visitamos Jesus Sacramentado, abrimos a porta do nosso coração para a Fé diante do Santíssimo, (Mistério de luz na qual Cristo Se faz alimento com o Seu Corpo e o Seu Sangue sob os sinais do pão e do vinho, testemunhando ao extremo o seu amor por cuja salvação se ofereceu em sacrifício), restabelecemos a arte da oração.

Que sintam o Senhor no Sacrário como uma referência para ligação entre os homens e Deus. Não podemos entrar numa Igreja orar e esquecer este centro onde se conserva o pão eucarístico consolando os aflitos, fortificando na nossa fraqueza, (porque certa vez Ele disse: Estarei todos os dias com vocês), e Ele nos espera a todo o momento, sabe dos nossos sofrimentos, de nossas alegrias que esquecemos de agradecer, nunca nos condena, porque a condenação parte de nós através de nossos pecados, assim nos ajuda a levantar pelo arrependimento, quando estamos cegos ilumina o nosso caminho com seu amor. Diante disso, como esquecer desse Amigo? Dedicar um tempo do nosso dia, e dizer um olá, prestar contas da nossa vida, não custa nada não é? Amar a Jesus é retribuir um pouquinho do Seu grande amor por nós.

A visita ao Santíssimo Sacramento é um ato de fé muito bonito, pois proclama a Sua ressurreição, assim se valeram muitos homens e mulheres que hoje veneramos como santos de Deus entre eles São Francisco de Assis, que comungava com tal devoção que tornavam devotos os que o viam. Queria que os seus irmãos participassem todos os dias na Eucaristia porque, dizia ele, "ninguém se pode salvar sem receber o santíssimo Corpo e Sangue do Senhor".. Portanto deve-se estimular o culto eucarístico com a exposição do Santíssimo, mantendo ali permanentemente uma luz especial (vermelha) reverenciando a presença de Cristo, e praticando ardentemente esta Fé poderemos alcançar a regeneração de nossa alma e ânimo para nosso corpo.

Ninguém nos ama como Jesus Cristo, e na Mesa da Eucaristia da-se a união física com Ele e com os irmãos ali presentes. Mas se não houver esta correspondência o Seu amor não terá efeito, cada um de nós na fila da comunhão após o sacramento da confissão, devemos estar em pleno estado de amor com nossos irmãos e em Cristo, porque Jesus Cristo é o Amor fraterno e assim devemos imitá-lo no nosso cotidiano.

*Rezemos a seguinte oração para Cristo sob as aparências de pão:

 
"Restaura, ó Senhor, os costumes, alimenta as virtudes, consola os aflitos, fortifica os fracos, leva à sua imitação todos que se lhe aproximam... Logo, quem quer que se aproxime do Santíssimo Sacramento, com particular devoção, e se oferece por amor com zelo ardente e generosidade a Cristo, que nos ama infinitamente, experimenta e compreende a fundo, não sem prazer e fruto para o espírito, quão preciosa seja a vida oculta com Cristo em Deus, quanto vale estar em demorado colóquio com Cristo. Nada há mais suave na terra, nem mais eficaz para conduzir-nos pelos caminhos da santidade". 
(Paulo VI, Mysterium fidei - Mistério da fé, 69).


Obs. Publicado nesse blog em 21/02/2011- ATUALIZADO 31/05/2018

19 de nov. de 2017

Ações Que Refletem (São Francisco e Santa Clara) | Frei Florival & Coral Palestrina



"Ações Que Refletem"

Letra, Música e Solistas: Cristiane G. da Matta e Marcos R. N. da Matta
CD Perfeita Alegria - Frei Florival e Amigos
Coral Palestrina de Apucarana - PR / 2013
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1. Como a potência do sol e a clareza da lua;
Como a força dos raios e a beleza da chuva,
É a certeza da fé e a graça da compaixão,
É o serviço incansável, é a paz no coração.
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Ref.: Somos Francisco e Clara,descalços na rua, Em ações que refletem vigor e ternura.
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2. Toda grandeza do mar na praia chega bem leve;
Abraço forte de um pai, colo de mãe não é breve.
Um infindável amor na ação, justiça e perdão;
Toda certeza que o amor é o Deus da criação.


18 de jun. de 2017

Oito conselhos dos santos para amar a Eucaristia



A Igreja sempre destacou a presença real do Senhor no Santíssimo Sacramento e por vários séculos incentivou o amor a este grande milagre de Deus.

A seguir, 8 conselhos dos santos sobre a Eucaristia:

1. Santo Tomás de Aquino
“A Eucaristia produz uma transformação progressiva no cristão. É o Sol das famílias e das Comunidades”.

2. Santo Agostinho
“Senhor, você alegra minha mente de alegria espiritual. Como é glorioso teu cálice que ultrapassa todos os prazeres provados anteriormente”.

3. São Francisco de Assis
“Quando não posso participar da Santa Missa, adoro o Corpo de Cristo com os olhos do espírito através da oração, o qual adoro quando vejo na Missa”.

4. Santo Afonso Maria de Ligório
“Ficai certos de que todos os instantes da vossa vida, o tempo que passardes diante do divino sacramento será o que vos dará mais força durante a vida, mais consolo na hora da morte e durante a eternidade. E seremos mais recompensados por 15 minutos de adoração na presença de Jesus Sacramentado do que em todos outros exercícios espirituais realizados durante nosso dia”.

5. São Francisco de Sales
“A oração, unida a esse sacrifício divino da Missa, tem uma força inexplicável; de modo que através deste sacrifício a alma fica cheia de favores celestiais como apoiada sobre seu Amado”.

6. Santa Maria Goretti
“A Santa Eucaristia é a perfeita expressão do amor de Jesus Cristo pelo homem, é a essência de todos os mistérios da sua vida”.

7. São Luis Maria Grignion de Montfort
“Antes da Comunhão... suplica a esta bondosa Mãe para que empreste seu coração para receber nele o seu Filho com suas mesmas disposições”.

8. Santa Teresa D’Ávila
“Depois de receberem o Senhor, sua pessoa real está diante de nós, procurem fechar os olhos do corpo e abrir os da alma e olhá-lo com o coração”.

Via ACI Digital
http://www.acidigital.com


3 de ago. de 2016

Presença Real - Comunhão | Coral Palestrina (Oficial)



"Presença Real" Comunhão
(Jo 6, 48-58 / Mt 26, 26-28)
Canal: paulo roberto
1. Eu sou o pão do amor vivo/ Que desceu do céu
Não morrerá jamais/ Quem dele comer/ Pois terá a vida eterna
Ref.: Presença real,/ Não é mais pão/ É o corpo de Jesus
Que se entregou por nós na cruz/ É presença real
Presença real,/ Não é mais vinho/ É o sangue do Senhor
É o mandamento do amor/ É presença real
2. Meu corpo e também meu sangue é isto/ Que é dado por vós
E será perdão/ Para todo o pecado/ Eis a nova aliança
3. E aquele que vem a mim livre/ Também vai ao Pai
E viverá feliz/ No Espírito Santo/ No projeto de Deus
4. Viver no amor e na paz de Cristo/ É a nossa missão
Não temerá jamais/ Quem a vida doar/ Em favor dos irmãos
Coral Palestrina de Apucarana

INSTITUIÇÃO DA EUCARISTIA 

João 6, 48-58
48.Eu sou o pão da vida.
49.Vossos pais, no deserto, comeram o maná e morreram.
50.Este é o pão que desceu do céu, para que não morra todo aquele que dele comer.
51.Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão, que eu hei de dar, é a minha carne para a salvação do mundo.
52.A essas palavras, os judeus começaram a discutir, dizendo: Como pode este homem dar-nos de comer a sua carne?
53.Então Jesus lhes disse: Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós mesmos.
54.Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia.
55.Pois a minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue, verdadeiramente uma bebida.
56.Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele.
57.Assim como o Pai que me enviou vive, e eu vivo pelo Pai, assim também aquele que comer a minha carne viverá por mim.
58.Este é o pão que desceu do céu. Não como o maná que vossos pais comeram e morreram. Quem come deste pão viverá eternamente.

Mateus 26, 26-28
26 Durante a refeição, Jesus tomou o pão, benzeu-o, partiu-o e o deu aos discípulos, dizendo: Tomai e comei, isto é meu corpo.
27 Tomou depois o cálice, rendeu graças e deu-lho, dizendo: Bebei dele todos,28 porque isto é meu sangue, o sangue da Nova Aliança, derramado por muitos homens em remissão dos pecados.





6 de set. de 2014

Reflexão sobre Eucaristia. Padre Leo fala sobre Eucaristia.





"É preciso ter uma meta, e a nossa meta é muito grande. Quem se acostuma com coisa pequena não pode ir para o céu. O céu é para quem sonha grande, pensa grande, ama grande e tem a coragem de viver pequeno. Isso é o céu." Pe. Léo.


25 de ago. de 2013

A adoração eucarística é uma invenção medieval?
















A Luz vermelha que aqui vemos exposta ao lado esquerdo do Sacrário, representa a Santa Presença do Nosso Senhor Jesus Cristo guardado em segurança dentro do Sacrário na espécie de Pão e Vinho (Corpo e o Sangue de Cristo vivo). Na minha modesta opinião pelo grande significado conforme nossa Fé deve ficar no centro presbitério, pois Jesus é o centro do mundo, da vida, nossa razão do amor e compreensão enquanto seres humanos filhos de Deus.


            Sacrário da Matriz(Paróquia São João Batista- José Bonifácio(SP)- Fotos Rivaldo R. Ribeiro.









Alguns teólogos sustentam que o suposto desvirtuamento da crença eucarística no segundo milênio da era cristã fez com que a Hóstia e o vinho consagrados fossem guardados longe do povo em armários chamados sacrários. É bem verdade que os receptáculos para armazenar a Sagrada Eucaristia, que hoje chamamos de sacrário ou tabernáculo, mudou de forma, material e local conforme os tempos, mas sempre teve o mesmo propósito: o de guardar a Santíssima Eucaristia em locais seguros e dignos.
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O zelo pela Eucaristia era o motivo pela qual os primeiros cristãos muitas vezes calavam ou ocultavam suas celebrações dos pagãos e dos catecúmenos (aos quais era permitido assistirem somente a Liturgia da Palavra): evitar que o conhecimento do mistério eucarístico pelos inimigos da Igreja causasse profanações e sacrilégios contra o santíssimo dom do Corpo e Sangue de Cristo. 
As espécies eucarísticas eram objeto de adoração direta já nos primeiros séculos da Igreja. Temos o testemunho das disposições de um bispo de Corinto, escritas antes da Pax Constantiniana (313) e recolhidas nos estudos litúrgicos do Cardeal De Bona que permitem a comunhão em casa (haja vista ser difícil pelas circunstâncias das perseguições que todos os fiéis conseguissem tomar parte nas celebrações eucarísticas). 
O mencionado texto dispõe que o fiel deposite a Eucaristia em um altar (ou mesa comum com toalha, caso não haja oratório em casa), queime incenso, cante o Trisagion (a oração “Santo Deus, Santo Poderoso, Santo Imortal, tende piedade de nós!”), recite o Credo, ajoelhe e, somente depois destes gestos de clara adoração, poderia então comungar do Corpo de Cristo.

http://www.salvemaliturgia.com/2012/06/adoracao-eucaristica-e-uma-invencao.html





10 de ago. de 2013

Eucaristia: Deus sempre Se mostra aos que O procuram

Clique na imagem para ampliar...

Já sem ânimo de tantas tentativas... Aquele homem caminhava curvo e com dificuldade para o seu destino de um mundo já perdido, mas a realidade dura não subtrairia o seu instinto de sobrevivência, e continuava caminhando mesmo com a indiferença das outras pessoas que parecia que não o viam. Comecei a imaginar quem seria? Seu nome, sua família, sua origem, com certeza não era do mau, notei que ele olhava para os lados e estava indeciso, aonde iria? Precisava de ajuda, mas onde? O mundo virava-lhe as costas... Contorna a praça e de repente seu rosto ganha uma expressão de esperança, no seu olhar um brilho novo apontava para a porta da Igreja que se encontrava aberta.
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Dentro da Igreja sentou-se num banco, estava só, o silêncio, as imagens e os ornamentos davam-lhe uma sensação gratificante e sobrenatural.
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À frente no altar algo lhe chamou atenção: uma peça que tinha o formato do sol e parecia confeccionada em ouro pelo brilho e beleza, ele concluiu que seria algo de muita importância, pois estava colocado no centro do altar. (E nós sabemos que Ele está no centro do mundo).
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Aproximou-se lentamente e ajoelhou-se de olhos fixos naquela peça, uma alegria indefinida tomou conta de seu coração e começou a chorar, as lágrimas desciam e lavavam seu rosto sujo pelo abandono da vida, contudo eram lágrimas duma imensa alegria. Como poderia ser isso? O que estava acontecendo?
Na sua mente vinham todos os seus problemas que ele nunca havia conseguido resolver, mas agora não tinham sentido algum, enquanto chorava, chorava muito, o arrependimento por ter-se abandonado foi se transformando numa nova força que havia dentro dele que não conhecia, pois antes não acreditava nem em si nem em Deus, e aquela emoção aflorava com a força de uma explosão de Fé que envolvia todo seu corpo trêmulo, e expulsava de dentro de si todos os seus medos e covardia, e assim como ser humano renovado e filho de Deus sentiu ali a sua transformação espiritual.
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Depois aliviado e refeito da emoção levantou-se, mas não foi embora, pois ali dentro da Igreja dava-lhe um conforto incrível e por lá ficou o dia todo...Quieto num canto ele observava que poucas pessoas visitavam ou ajoelhavam-se diante daquela peça, faziam o sinal da cruz e iam embora como haviam entrado...
O tempo foi passando... A noite chegava, e a Igreja começou a ficar com a maioria dos bancos ocupados, e todos que passavam por ele tinham um ponto de interrogação no olhar, quem seria? Aquele homem tinha um brilho no olhar de muita alegria e dignidade que ofuscavam suas roupas maltrapilhas, sujas, e seus cabelos desgrenhados.
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Algumas pessoas no altar preparavam-se para o inicio da Missa, quando o Sacerdote entrou todos se levantaram, e no decorrer da Missa aquele homem prestava atenção em tudo, era um leigo absoluto, era um homem da rua, do mundo, vítima das injustiças dos seus iguais, mas com muito amor no coração, pois a sua condição de pobreza mostrava que nunca conseguiu: trair, corromper, roubar, ou fazer mal algum a alguém, só a si mesmo.
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O sacerdote ergueu a Hóstia Sagrada para o alto e pronunciou as palavras, indicando que ali estava o corpo, o sangue e espírito de Cristo... E Convidava os fieis para a mesa Eucarística.
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Assim aquele homem compreendia que Jesus Cristo havia falado com ele, que sabia seu nome, e conhecia seu coração, seus medos, e havia sorrido para ele, pois Jesus está presente naquela peça semelhante ao sol: o Santíssimo, o maior símbolo de Fé Católica, e que está sempre presente no Sacrário para que os filhos de Deus O procurem e tenham um encontro de amor de Pai e filhos, porque Nosso Senhor não faz distinção entre pobres, ricos e sábios Ele só busca os que perseveram no Seu amor e somente quer que O sigam...
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(Está historia que escrevi é uma forma que encontrei para que nossos irmãos visitem com mais freqüência o Sacrário em adoração ao Senhor Jesus Cristo, com certeza vão encontrar o que este personagem encontrou).
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Rivaldo R. Ribeiro

7 de jun. de 2012

SACRAMENTO DA COMUNHÃO



Senhor, quando te vejo no sacramento da comunhão
Sinto o céu se abrir e uma luz a me atingir
Esfriando minha cabeça e esquentando meu coração

Senhor, graças e louvores sejam dadas a todo momento
Quero te louvar na dor, na alegria e no sofrimento
E se em meio à tribulação, eu me esquecer de ti
Ilumina minhas trevas com Tua luz

Jesus, fonte de misericórdia que jorra do templo
Jesus, o Filho da Rainha
Jesus, rosto divino do homem
Jesus, rosto humano de Deus

Chego muitas vezes em Tua casa, meu Senhor
Triste, abatido, precisando de amor
Mas depois da comunhão Tua casa é meu coração
Então sinto o céu dentro de mim

Não comungo porque mereço, isso eu sei, oh meu Senhor
Comungo pois preciso de ti
Quando faltei à missa, eu fugia de mim e de Ti
Mas agora eu voltei, por favor aceita-me

Jesus, fonte de misericórdia que jorra do templo
Jesus, o Filho da Rainha
Jesus, rosto divino do homem
Jesus, rosto humano de Deus