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18 de set. de 2014

A Piscina e a Cruz


Um de meus amigos ia toda quinta-feira à noite a uma piscina coberta.
Ele sempre via ali um homem que lhe chamava a atenção.

Esse homem tinha o costume de correr até a borda da piscina e molhar só o dedão do pé na água. Depois subia no trampolim mais alto e com um esplêndido salto mergulhava. Era um excelente nadador. Não era de estranhar, pois, que meu amigo ficasse tão intrigado com esse costume.

Um dia tomou coragem e perguntou-lhe a razão daquele hábito.

O homem sorriu e respondeu:

- Sim, eu tenho um motivo para fazer isso. Há alguns anos, eu era professor de natação de um grupo de homens. Meu trabalho era ensiná-los a nadar e a saltar de trampolim. Certa noite não conseguia dormir e fui à piscina para nadar um pouco. Sendo o professor de natação, eu tinha uma chave para entrar no clube. Não acendi a luz porque conhecia bem o lugar. A luz da lua brilhava através do teto de vidro.Quando estava sobre o trampolim, vi minha sombra na parede em frente. Com os braços abertos, minha silhueta formava uma magnífica cruz.

O homem respirou fundo com que revendo a situação e continuou:

- Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando aquela imagem. Nesse momento, pensei na cruz de Jesus Cristo e em seu significado. Eu não era muito religioso, mas quando criança havia aprendido um cântico cujas palavras me vieram à mente e me fizeram recordar que Jesus tinha morrido para nos salvar por meio de seu precioso sangue. Não sei quanto tempo fiquei parado sobre o trampolim com os braços estendidos e nem compreendo por que não pulei na água.

- Finalmente voltei, desci do trampolim e fui até a escada para mergulhar na água.

- Desci a escada e meus pés tocaram um piso duro e liso. Na noite anterior haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido! Tremi todo e senti um calafrio na espinha.
- Se eu tivesse saltado, seria meu último salto.
- Naquela noite, a imagem da cruz na parede salvou a minha vida.
- Agora você compreende porque eu molho o dedão antes de saltar na água?
Como esse homem da mensagem, nós caminhamos em meio a escuridão, não podemos enxergar e entender muitas vezes as coisas que acontecem ao nosso redor. Quando não entendemos de fato o que Cristo fez por nós, passamos a buscar coisas irrelevantes, fúteis que só poderão ter algum valor aqui nessa terra.
Priorize Cristo em sua vida, Ele irá te mostrar o que realmente é importante, e o que realmente vale a pena acordar e fazer todos os dias, caso contrário, pode ser que você entenda o que de fato tem valor depois de muitos anos e olhe para atrás com pesar de arrependimento.

Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. João 14:6

E dizia-lhes uma parábola: Pode porventura o cego guiar o cego? Não cairão ambos na cova? Lucas 6:39

Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não peca; mas o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo, e o maligno não lhe toca. 1 João 5:18

FONTE TEXTO: http://bibliacomentada.com.br (Postado por Samuel Matos)



7 de jul. de 2011

A importância do Sinal da Cruz

As celebrações, as orações dos cristãos normalmente se iniciam com o sinal da Cruz. São inesquecíveis, para tantos, as primeiras perguntas dos antigos catecismos:
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És cristão?


- Sim, sou cristão pela graça de Deus.
Qual o sinal do cristão?
- O sinal do cristão é o sinal da cruz.
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Vai aqui para deleite, instrução, enriquecimento espiritual um belo texto de consagrado autor e profundo conhecedor da Divina Liturgia: Romano Guardini.

O SINAL DA CRUZ
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Quando fizeres o sinal da Cruz, faze-o bem feito. Não tão depressa e contraído que ninguém o saiba interpretar. Uma verdadeira cruz, pausada, ampla, da fronte ao peito, do ombro esquerdo ao direito. Não sentes como te abraça por inteiro? Procura recolher-te; concentra nela teus pensamentos e teu coração enquanto a vais traçando da fronte ao peito e aos ombros e verás que te envolve o corpo e a alma, se apossa de ti, te consagra e santifica.
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E por quê? Porque é sinal de totalidade e sinal de redenção. Na cruz o Senhor redimiu a todos e pela cruz santifica o ser humano até sua última fibra. Por isso a fazemos ao começar a oração, para que ordene e componha nosso interior, encaminhando a Deus pensamentos, afetos, desejos e, ao terminá-la, para que ele nos fortaleça; nos perigos, para que nos defenda; na bênção, para que, penetrando a plenitude de vida divina em nossa alma, fecunde quanto nela exista.
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Considera estas coisas sempre que faças o sinal da Cruz.
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Sinal mais sagrado não existe.
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Faze-o bem: pausado, amplo, com esmero. Então ele abraçará plenamente teu ser, corpo e alma, pensamento e vontade, sentido e sentimento, atos e ocupações; e tudo ficará nele fortalecido, assinalado e consagrado no poder de Cristo e em nome do Deus uno e trino.




18 de abr. de 2011

A CRUZ DE JESUS FAZ PARTE DE NÓS, VAMOS CARREGÁ-LA!!!


MARCOS 15. 16-22

16 Os soldados conduziram-no ao interior do pátio, isto é, ao pretório, onde convocaram toda a coorte.
17 Vestiram Jesus de púrpura, teceram uma coroa de espinhos e a colocaram na sua cabeça.

18 E começaram a saudá-lo: Salve, rei dos judeus!

19 Davam-lhe na cabeça com uma vara, cuspiam nele e punham-se de joelhos como para homenageá-lo.

20 Depois de terem escarnecido dele, tiraram-lhe a púrpura, deram-lhe de novo as vestes e conduziram-no fora para o crucificar.

21
Passava por ali certo homem de Cirene, chamado Simão, que vinha do campo, pai de Alexandre e de Rufo, e obrigaram-no a que lhe levasse a cruz.

22 Conduziram Jesus ao lugar chamado Gólgota, que quer dizer lugar do crânio.


Esse homem humilde de Cirene, chamado Simão Cireneu passava pelo local quando foi obrigado pelos soldados a carregar a cruz de Jesus até ao calvário. Assustado com aquele acontecimento brutal e desumano, ergueu a pesada cruz que cairá dos ombros feridos de Jesus e a conduziu até ao monte Calvário. Simão teve a oportunidade e a alegria de conhecer o Filho de Deus, mesmo com o sofrimento, o esforço, a dificuldade de carregar aquela Cruz .

Assim pode ser nas nossas vidas: os problemas, os sofrimentos, dificuldades, aflições, amarguras, enfermidades, decepções, que podem se traduzir na nossa cruz diária é uma grande oportunidade de aproximar de Jesus, do Seu grande amor, compreende-Lo, e segui-Lo. Doravante mais fortes, otimistas, perseverantes, e capazes de resolver e compreender nossos problemas como parte da vida.


APROXIMEMOS DA CRUZ DE CRISTO!!

1 de mai. de 2010

A Igreja que não se Envergonha da Cruz de Cristo


Apesar de muitos cristãos acusarem os católicos de pregarem um Cristo "morto" e crucificado, fazendo referência aos crucifixos, ao sinal da cruz e à própria Missa (que é o sacrifício incruento de Cristo oferecido ao Pai), devemos notar que já os apóstolos exaltavam a Cruz de Nosso Senhor:

"A linguagem da CRUZ é loucura para os que se perdem, mas para nós que fomos salvos É UMA FORÇA DIVINA" (1Cor 1,18).

"Mas nós pregamos CRISTO CRUCIFICADO" (1Cor 1,23)

E é o próprio Jesus quem ordena que tenhamos sempre na lembrança o seu Santo Sacrifício, ao celebrarmos a Santa Missa:

"Isto é o meu Corpo, que é dado por vós. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM “. (Lc 22,19)”.

Paulo reafirma a ordem de Jesus:

"Todas as vezes que comeis deste pão e bebeis deste cálice, LEMBRAIS A MORTE DO SENHOR, até que Ele venha" (1Cor 11,26).

E Pedro nos convida a oferecermos "sacrifícios espirituais", por Jesus, a Deus, na Santa Missa:

"Aproximando-vos Dele, vós mesmos entrais como pedras vivas na construção da casa habitada pelo Espírito, para constituir uma santa comunidade sacerdotal, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo." (1Pd 2,4-5)

Na verdade, a Igreja Católica prega um Cristo ressuscitado. Mas sem esquecer que foi pela cruz que Ele alcançou a vitória. A Igreja Católica não se envergonha, nem menospreza a Cruz de Jesus. São muitos os falsos profetas que prometem prosperidades e o fim de todas as cruzes aos fiéis que forem batizados na sua "igreja". Quanto a eles, Paulo nos diz:

"Porque há muitos por aí que se portam como INIMIGOS DA CRUZ DE CRISTO, cujo destino é a perdição, cujo deus é o ventre, para quem a própria ignomínia é causa de envaidecimento, e SÓ TEM PRAZER NO QUE É TERRENO”.(Fl 3,18-19)

Enquanto os falsos profetas prometem prosperidades, e o fim dos problemas e das cruzes, Jesus nos diz:

"Se alguém quiser vir comigo, TOME A SUA CRUZ e siga-me" (Mt 16,24).

"A porta que leva ao caminho da vida é apertada, mas larga e espaçosa é a que conduz à perdição" (Mt 7,13-14).

Portanto, Igreja sem Cruz não é Igreja de Jesus. Não existe Igreja, nem Salvação, nem Ressurreição sem cruz:

"É necessário que o grão de trigo morra para que possa produzir frutos" (Jo 12,24)

Irmãos, não se deixem enganar quando acusarem o catolicismo de pregar um Cristo morto porque veneramos a Cruz de Cristo. Nem todos compreendem, mas no Catolicismo ela sempre foi venerada, como nos ensina Paulo:

"CRISTO CRUCIFICADO é escândalo para os judeus e loucura para os pagãos, MAS PARA OS ELEITOS, quer judeus quer gregos, é FORÇA e SABEDORIA de Deus" (1Cor 1,23-24).

"Quanto a mim, não pretendo jamais GLORIAR-ME, a não ser NA CRUZ de Nosso Senhor Jesus Cristo" (Gl 6,14).

Em nossas cruzes do dia-a-dia, a para a reparação dos pecados e a Salvação da humanidade. E, assim, participamos do Sacrifício Redentor de Jesus Nosso Senhor, como nos ensina São Paulo:

"Agora, me alegro nos sofrimentos suportados por vós. O que falta às tribulações de Cristo, completo na minha carne, por seu corpo que é a Igreja “. (Col 1,24)”.

Eis o que nos ensina Dom Estevão Bettencourt:

"Eis que a Cruz não é mero objeto de contemplação, mas é também algo que cada um é chamado a carregar no seguimento de Cristo. Carregar, porém, não de cabeça baixa, tristemente conformada, pois” Deus ama a quem dá com alegria “(2Cor 9,7). E há motivo para dar com alegria, pois a cruz (doenças, luto, reveses...) é fonte de esperança; somente por ela pode alguém chegar à plenitude da Vida.

Os santos sempre desconfiaram do afluxo de bem-estar material em sua vida, pois estes, atraentes como são, embotam o olhar e esvaziam o anseio de bens melhores ou definitivos. Os desafios da vida é que fazem crescer, pois exigem a mobilização de energias que ficariam adormecidas no âmbito de uma vida muito afogada.

Os santos souberam penetrar o mistério da Cruz e viram nela o testemunho de que Deus chama seus filhos a superar a mediocridade e agigantar-se no caminho da perfeição, configurando-se a Cristo, isto não é masoquismo, mas profunda visão de fé.”“.

Cláudio Augusto