27 de jun. de 2026
Hino Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO( 27 de Junho)
A Paixão de Jesus é representada pelos instrumentos da paixão mostrados pelos anjos, principalmente a cruz, a lança a esponja e os pregos.
Os dois arcanjos são Miguel e Gabriel: Miguel segura a lança com a esponja e com o vinagre usado na Paixão. Gabriel segura a cruz, uma cruz estilo bizantino e os pregos que fixaram Jesus nela.
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O Menino Jesus, com medo destas visões se aconchega aos braços de sua Mãe.
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Os dedos da Virgem Maria apontam para Jesus como a indicar “Este é o Senhor Nosso Deus”.
As letras gregas usualmente usam a primeira e a ultima letra de um nome, assim Maria é identificada como Mãe de Deus e o Menino é identificado como Filho de Deus.
Aqui temos uma versão do ícone que aparece as letras com grande clareza:
As letras identificando Nossa Senhora estão grande e claras.
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Você pode ver M perto de Miguel a esquerda. As letras de Jesus são “IC CX”. O “C” é o S em grego; O “I” é nosso J; o “X” é o nosso “CH” assim as letras em gregos são a abreviação de “Jesus Cristo”.
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Dois significados vem a nossa mente quando contemplamos o ícone.
Um tem a haver com o pé torcido com a sandália solta e pendurada.
Mostrar a sola do pé significa humildade. O filho de Deus se humilha ao se tornar um homem.
O outro significado foca na sandália aparentemente solta quando o Filho correu para a sua Mãe para conforto. Em nosso medo e em nossas necessidades nós devemos correr também bem depressa para Ela.
(faz-se o pedido)e a graça de usar dela para a glória de Deus e a salvação de minha alma.
Ó glorioso Santo Afonso, que por vossa confiança na bem-aventurada Virgem conseguistes tantos favores e tão perfeitamente provastes, em vossos admiráveis escritos,que todas as graças nos vêm de Deus pela intercessão de Maria, alcançai-me a mais terna confiança para com nossa Mãe do Perpétuo Socorro e rogai-lhe, com instância,que me conceda o favor que reclamo de seu poder e bondade maternal.
Eterno Pai, em nome de Jesus e pela intercessão de nossa Mãe do Perpétuo Socorro e de Santo Afonso, peço-vos que me atendais para vossa glória e bem da minha alma.
Amém!
26 de jun. de 2026
São Josemaria Escrivá
Em 1915, a indústria de tecidos do pai abre falência, e ele tem de mudar-se para Logronho, onde encontrou outro emprego. Nessa cidade, Josemaria dá-se conta pela primeira vez da sua vocação: depois de ver umas pegadas na neve dos pés descalços de um religioso, intui que Deus deseja alguma coisa dele, embora não saiba exatamente o quê. Pensa que poderá descobri-lo mais facilmente se se fizer sacerdote, e começa a preparar-se, primeiro em Logronho e, mais tarde, no seminário de Saragosa.
Seguindo um conselho de seu pai, cursa na Universidade de Saragosa a Faculdade de Direito, como aluno livre. Seu pai morre em 1924, e ele fica como chefe de família. Recebe a ordenação sacerdotal em 28 de março de 1925 e começa a exercer o ministério numa paróquia rural e depois em Saragosa.
Em 1927, transfere-se para Madrid, com permissão do seu bispo, a fim de doutorar-se em Direito. Ali, no dia 2 de outubro de 1928, Deus faz-lhe ver a missão que lhe vinha inspirando havia anos, e funda o Opus Dei. A partir desse momento, passa a trabalhar com todas as suas forças no desenvolvimento da fundação que Deus lhe pede, ao mesmo tempo que continua a exercer o ministério pastoral que lhe fora encomendado naqueles anos, e que o punha diariamente em contato com a doença e a pobreza dos hospitais e bairros populares de Madrid.
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Quando eclode a guerra civil, em 1936, encontra-se em Madrid. A perseguição religiosa obriga-o a refugiar-se em diferentes lugares. Exerce o seu ministério sacerdotal clandestinamente, até que consegue sair de Madri. Depois de atravessar os Pireneus até o sul da França, instala-se em Burgos.
Quando termina a guerra, em 1939, volta a Madri. Nos anos seguintes, dirige numerosos retiros espirituais para leigos, sacerdotes e religiosos. Nesse mesmo ano de 1939, conclui os estudos de doutorado em Direito.
Em 1946, fixa a sua residência em Roma. Obtém o Doutorado em Teologia pela Universidade Lateranense. É nomeado consultor de duas Congregações vaticanas, membro honorário da Pontifícia Academia de Teologia e Prelado de honra de Sua Santidade. Acompanha com atenção os preparativos e as sessões do Concílio Vaticano II (1962-1965) e mantém um relacionamento intenso com muitos padres conciliares.
De Roma, faz numerosas viagens a diversos países europeus para impulsionar o estabelecimento e a consolidação do Opus Dei nesses lugares. Com o mesmo objetivo, realiza entre 1970 e 1975 longas viagens até o México, a Península Ibérica, a América do Sul e Guatemala, e nelas também tem reuniões de catequese com grupos numerosos de homens e mulheres.
Falece em Roma no dia 26 de junho de 1975. Vários milhares de pessoas, entre elas muitos bispos de diversos países – quase um terço do episcopado mundial -, solicitam à Santa Sé a abertura da sua causa de canonização.
No dia 17 de maio de 1992, São João Paulo II beatifica Josemaria Escrivá. Proclama-o santo dez anos depois, em 6 de outubro de 2002, na Praça de São Pedro, em Roma, diante de uma grande multidão. «Seguindo as suas pegadas», disse o Papa nessa ocasião na sua homilia, «difundam na sociedade, sem distinção de raça, classe, cultura ou idade, a consciência de que todos estamos chamados à santidade».
A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Antelmo, João dos Godos e Perseveranda.
24 de jun. de 2026
🙏🏻 Natividade de São João Batista- 24 de junho.
São João Batista Padroeiro da nossa Querida Paróquia.
Natividade de São João Batista- 24 de junho.
João, chamado de o “batizador”, é filho de Zacarias e de Isabel, ambos de estirpe sacerdotal. A Bíblia nos diz que Isabel era prima e muito amiga de Maria, e elas tinham o costume de visitarem-se. Uma dessas ocasiões foi quando já estava grávida: “Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança lhe estremeceu no ventre, e Isabel ficou repleta do Espírito Santo” (Lc 1,41). Ainda no ventre da mãe, João faz uma reverência e reconhece a presença do Cristo Jesus. Na despedida, as primas combinam que o nascimento de João seria sinalizado com uma fogueira, para que Maria pudesse ir ajudar a prima depois do parto.
Assim os evangelistas apresentam com todo rigor a figura de João como precursor do Messias, cujo dia do nascimento é também chamado de “Aurora da Salvação”. É o único santo, além de Nossa Senhora, em que se festeja o nascimento, porque a Igreja vê nele a preanunciação do Natal de Cristo.
Isabel era estéril e Zacarias era mudo, ambos já com idade bem avançada. Isabel haveria de dar à luz um menino, o qual deveria receber o nome de João, que significa “Deus é propício”. Assim foi avisado Zacarias pelo anjo Gabriel.
Conforme a indicação de Lucas, Isabel estava no sexto mês de gestação de João, que foi fixado pela Igreja três meses após a Anunciação de Maria e seis meses antes do Natal de Jesus. O sobrinho da Virgem Maria foi o último profeta e o primeiro apóstolo. “É mais que profeta, disse ainda Jesus. É dele que está escrito: eis que envio o meu mensageiro à tua frente; ele preparará o teu caminho diante de ti”. Ou seja, o primo João inicia sua missão alguns anos antes de Jesus iniciar a sua própria missão terrestre.
Lucas também fala a respeito da infância de João: o menino foi crescendo e fortificando-se em espírito e viveu nos desertos até o dia em que se apresentou diante de Israel.
Com palavras firmes, pregava a conversão e a necessidade do batismo de penitência. Anunciava a vinda do messias prometido e esperado, enquanto de si mesmo deu este testemunho: “Eu sou a voz do que clama no deserto: Endireitarei o caminho do Senhor…” Aos que o confundiam com Jesus, afirmava com humildade: “Eu não sou o Cristo”. e “Não sou digno de desatar a correia de sua sandália”. Sua originalidade era o convite a receber a ablução com água no rio Jordão, prática chamada batismo. Por isso o seu apelido de Batista.
João Batista teve a grande missão de batizar o próprio Cristo. Ele apresentou oficialmente Cristo ao povo como Messias com estas palavras: “Eis o Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo… Ele vos batizará com o Espírito Santo e com o fogo”.
Jesus, falando de João Batista, tece-lhe o maior elogio registrado na Bíblia: “Jamais surgiu entre os nascidos de mulher alguém maior do que João Batista. Contudo o menor no Reino de Deus é maior do que ele”.
Ele morreu degolado no governo do rei Herodes Antipas, por defender a moralidade e os bons costumes. O seu martírio é celebrado em 29 de agosto, com outra veneração litúrgica.
São João Batista é um dos santos mais populares em todo o mundo cristão. A sua festa é muito alegre e até folclórica. Com muita música e danças, o ponto central é a fogueira, lembrando aquela primeira feita por seus pais para comunicar o seu nascimento: anel de ligação entre a antiga e a nova aliança.
15 de jun. de 2026
Beata Albertina Berkenbrock
“Albertina foi uma menina que ousou ser santa.” Foi com essas palavras que Dom Jacinto Bergmann, bispo da diocese de Tubarão – Santa Catarina -, referiu-se a ela na cerimônia de sua beatificação.
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Albertina Berkenbrock nasceu dia 11 de abril de 1919, no povoado de São Luís, município de Imaruí no Estado de Santa Catarina, Brasil.
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Filha de um casal de agricultores – Henrique Berkenbrock e Josefa Boeing – fervorosos católicos oriundos de famílias alemães, com eles ela aprendeu as verdades da fé, a rezar, a frequentar a igreja e a respeitar os mandamentos de Deus. Cultivou especial devoção a Virgem Maria e a São Luiz Gonzaga. Recitava diariamente o rosário com a família. Preparou-se com alegria para a Primeira Eucaristia que recebeu no dia 16 de agosto de 1928.
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Foi neste ambiente simples, belo e cristão de sua família que Albertina cresceu. Ajudava os pais nos trabalhos da roça e em casa. Era dócil, obediente, incansável, e paciente.
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Sua caridade era grande. Gostava de acompanhar as meninas mais pobres, de jogar com elas e com elas dividir o pão que trazia de casa para comer no intervalo das aulas. Teve especial caridade com os filhos do seu assassino, que trabalhava na casa do seu pai. Muitas vezes Albertina deu de comer a ele e aos filhos pequenos, com os quais se entretinha alegremente. Albertina, apesar de seus 12 anos, aparentava mais idade e tinha um corpo já bastante desenvolvido. Era alta e forte, acostumada ao sol e aos trabalhos da roça. Tinha cabelos louros tendendo ao castanho, olhos verde-escuros. Era uma bonita moça.
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Tudo corria normalmente até que chegou o dia 15 de junho de 1931.
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Perdera-se um boi pelos pastos. Albertina saiu a procura a pedido dos pais. De longe, Maneco Palhoça – ou Indalício Cipriano Martins, que planeja conquistar a menina para seus intentos eróticos, a avistou.
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Albertina procurava o boi fugitivo. De repente viu ao longe alguns chifres e correu naquela direção. Para sua surpresa, porém, encontrou perto deles Maneco carregando feijão na carroça. À pergunta de Albertina pelo boi desaparecido, o homem lhe deu uma pista falsa para encaminhá-la ao lugar onde poderia satisfazer seus desejos sem chamar atenção.
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Albertina seguiu a indicação de Maneco e embrenhou-se pela mata. Repentinamente deu de cara com Maneco. Ficou petrificada. Sozinha, no mato, com aquele homem na frente! Ainda naquela manhã ela levara comida a seus filhos, como fazia sempre. Havia certa familiaridade entre Albertina e Maneco: ela o chamava de “Maneco preto”, como todo mundo, sem que ele se ofendesse.
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Maneco lhe propôs seus intentos. Albertina, decidida, não aceitou. Começou então, a tentativa do assassino de se apossar de Albertina, mas ela não se deixou subjugar. A menina é forte. Aos pontapés se defendeu, derrubou o assassino. A luta foi longa e terrível. Ela não cedeu. Maneco, derrotado moralmente pela menina, vingou-se, agarrou-a pelos cabelos e afundou o canivete no pescoço e a degolou. Seu corpo ficou manchado de sangue… Sua pureza e virgindade, porém, ficaram intactas.
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Aos 12 anos de idade, Albertina foi assassinada porque quis preservar a sua pureza espiritual e corporal e defender a dignidade da mulher por causa da fé e da fidelidade a Deus. E ela o fez heroicamente como verdadeira mártir. O martírio e a consequente fama de santidade espalharam-se rapidamente.
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A cerimônia de beatificação de Albertina foi realizada em Tubarão – Santa Catarina . Contou com a presença do bispo local, Dom Jacinto Bergman; presidiu a cerimônia o cardeal José Saraiva Martins, prefeito da Congregação para as Causas dos Santos. Estavam presentes cerca de 20 mil pessoas, na praça da Catedral de Tubarão, além de dezenas de bispos e sacerdotes.
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Após a leitura da biografia e a solicitação de beatificação, feita por Dom Jacinto Bergman, o cardeal Saraiva Martins leu o decreto de Bento XVI, que inscrevia oficialmente Albertina no catálogo dos bem-aventurados.
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Albertina está viva mais do que nunca. Primeiro porque vive em Deus, imersa na paz e na felicidade sem fim. Depois porque vive no coração de seus parentes, amigos e devotos.
6 de jun. de 2026
Mês do Sagrado Coração de Jesus
Ó Divino Coração de meu Jesus, Coração cheio de amor para com os homens, Coração criado de propósito para amar os homens, como é possível que eles vos desprezem assim?
Ai! eu tenho sido um destes ingratos, pois tenho vivido tantos anos sem vos amar. Perdoai-me, Jesus meu, perdoai-me esta grande falta, de não vos ter amado, a vós que sois tão adorável e me haveis amado tanto, e tanto haveis feito para me obrigar a vos amar.
Mereceria ser condenado a não poder mais vos amar, por ter desprezado por tão longo tempo vosso amor; mas eu vos suplico, Ó meu Jesus, enviai-me todos os castigos que quiserdes, concedei-me a graça de vos amar, e depois fazei de mim o que vos agradar.
Mas como posso temer tal castigo, se continuais a me intimar o doce preceito de vos amar? Amarás, dizeis vós, o Senhor teu Deus de todo o teu coração. Ah! meu único desejo é amar-vos de toda a minha alma.
Ó Coração abrasado de meu Jesus, acendei no meu coração a feliz chama que trouxestes do céu para abrasar a terra; destruí todas as afeições impuras que em mim existem e impedem de ser todo para vós. Por piedade, amadíssimo Senhor, não recuseis o amor de um coração que tanto vos tem afligido, e não permitais que no futuro eu viva, um instante sequer, privado de vosso amor, pois que tanto me haveis amado.
Ó amável Jesus, sois meu amor: espero te amar sempre, correspondendo ao amor que tens para comigo; sim, espero que este amor entre vosso coração e o meu subsistirá eternamente.
Ó Mãe do belo amor, terna Maria, que desejais tão ardentemente que amemos vosso divino Filho, prendei-me a este Coração, e fazei que eu seja todo dele, como é seu desejo.
Oração Jaculatória
Ó Coração de meu Jesus, eu vos amo com todas as almas que vos ama, neste momento, na terra e no céu.
Santo Afonso de Ligório
@apequenaviadesantateresinha
4 de jun. de 2026
Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo
Evangelho (Jo 6,51-58): «Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem come deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne, entregue pela vida do mundo».
Os judeus discutiam entre si: «Como é que ele pode dar a sua carne a comer?». Jesus disse: «Em verdade, em verdade, vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós. Quem consome a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. Pois minha carne é verdadeira comida e meu sangue é verdadeira bebida. Quem consome a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim, e eu nele. Como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo por meio do Pai, assim aquele que me consome viverá por meio de mim. Este é o pão que desceu do céu. Não é como aquele que os vossos pais comeram — e no entanto morreram. Quem consome este pão viverá para sempre».Hoje, a celebração do Corpus Christi dá-nos a oportunidade, por um lado, de valorizar e agradecer o grande dom que nos é oferecido no Sacramento da Eucaristia. Nela realiza-se a promessa do Senhor: «Eu estarei sempre convosco até ao fim dos tempos» (Mt 28,20). Esta presença sacramental inicia-se na Última Ceia, quando Jesus “parte e reparte” o seu Corpo e o seu Sangue, dom que haveria de continuar porque também nessa mesma Ceia lhes confiou o poder de continuar a torná-Lo presente: «Fazei isto em memória de Mim» (Lc 22,19).
São João, no seu Evangelho, diz-nos que cada um dos sinais realizados por Jesus tinha a finalidade de despertar e fortalecer a fé n’Ele (cf. Jo 20,31). São Paulo, por sua vez, sublinha a grande importância da Ressurreição: «Se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa fé» (1 Cor 15,17). Mas essa fé precisa de ser alimentada, e a melhor forma de o fazer é comendo o próprio Corpo do Senhor: «A minha carne é verdadeira comida» (Jo 6,55). Por isso, esta solenidade recorda-nos também a responsabilidade que temos, não só de estarmos bem preparados para O receber, mas também de verdadeiramente “O comer”.
Com efeito, o seu Corpo dar-nos-á vida na medida em que o assimilarmos. Assim como acontece com qualquer alimento que damos ao nosso corpo — para que nos seja útil — ele tem de ser assimilado, também o Corpo do Senhor será fonte de força e de vida na medida em que Lhe permitirmos fazer parte de nós mesmos. Por isso, segundo Leão XIV, «a participação na liturgia não termina no templo, mas transforma a vida quotidiana».
Dito de outra forma, a nossa Comunhão com o Senhor, a Sagrada Eucaristia, o Corpus Christi, será realmente eficaz em nós na medida em que a nossa vida for um verdadeiro sinal para que os outros acreditem. O próprio Senhor no-lo sugeriu com estas palavras: «Brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai que está nos Céus» (Mt 5,16).
Pensamentos para o Evangelho de hoje
«Jesus fala-nos com ternura quando se oferece aos seus na santa comunhão. Que mais me poderia dar o meu Jesus, do que a sua carne como alimento? Não, Deus não poderia fazer mais, nem mostrar-me um maior amor» (Santa Teresa de Calcutá)
«Jesus, o Pão da Vida Eterna, desceu do céu e fez-se carne graças à fé de Maria Santíssima. Peçamos a Nossa Senhora que nos ajude a redescobrir a beleza da Eucaristia, e a fazer dela o centro das nossas vidas» (Francisco)
«A Comunhão aumenta a nossa união com Cristo. Receber a Eucaristia na comunhão traz consigo, como fruto principal, a união íntima com Cristo Jesus. De facto, o Senhor diz: `Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em Mim e Eu nele´ (Jo 6, 56). A vida em Cristo tem o seu fundamento no banquete eucarístico» (Catecismo da Igreja Católica, nº 1.391)
O significado de Corpus Christi
"Minha Filha, não faltes à comunhão, a não ser quando tiveres a certeza de que pecaste gravemente; afora isso, não permita que nenhuma dúvida impeça a tua união comigo no meu mistério de amor. As tuas pequenas faltas desaparecerão no meu amor como uma palha jogada num grande braseiro. sabe que muito me entristece, quando me abandonas na Santa Comunhão”.
Diário de Sta. Faustina – Pág 73
Corpus Christi significa Corpo de Cristo, vem do latim, e tem por objetivo celebrar o mistério da eucaristia, o sacramento do corpo e do sangue de Jesus Cristo. É uma festa religiosa da Igreja Católica. A festa de Corpus Christi acontece sempre na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade, em alusão a quinta-feira santa quando Jesus instituiu o sacramento da eucaristia.
Corpus Christi é feriado nacional no Brasil desde 1961. São celebradas missas festivas e as ruas são enfeitadas para a passagem da procissão onde é conduzido geralmente pelo Bispo, ou no caso de não haver, o pároco da Igreja,o Santíssimo Sacramento que é acompanhada por multidões de fiéis em cada cidade brasileira.
A tradição de enfeitar as ruas começou pela cidade de Ouro Preto em Minas Gerais. A procissão pelas vias públicas, é uma recomendação do Código de Direito Canônico que determina ao Bispo Diocesano que tome as providências para que ocorra toda a celebração, para testemunhar a adoração e veneração para com a Santíssima Eucaristia.
A procissão de Corpus Christi lembra a caminhada do povo de Deus, peregrino, em busca da Terra Prometida. O Antigo Testamento diz que o povo peregrino foi alimentado com maná, no deserto. Com a instituição da eucaristia o povo é alimentado com o próprio corpo de Cristo. A eucaristia é o próprio sacrifício do corpo e do sangue de Jesus, é o banquete de Deus, onde ele reparte o pão e o vinho, representado pela hóstia, e relembrando o momento que Jesus o fez, com seus apóstos, e cada indivíduo tem o direito de fazer a comunhão. Antes da comunhão, as pessoas têm que estar livres dos seus pecados, fazendo a confissão para um padre.
Senhor, vós sois a minha força; fortalecei-me, para que sempre cumpra fielmente tudo o que de mim exigis. Por mim mesma nada posso, mas se vós me fortaleceis, nada significam todas as dificuldades. A coragem e a força que estão em mim não me pertencem, mas sim àquele que mora em mim: A Eucaristia.
Diário de Sta. Faustina, Pág. 48
TEXTO FONTE: http://capelasdamisericordiansdeloreto.blogspot.com.br
CORPUS CHRISTI.
CORPUS CHRISTI.
26 de mai. de 2026
São Filipe Néri, presbítero | Memória | Terça-feira | 26/05/2026
28.Pedro começou a dizer-lhe: “Eis que deixamos tudo e te seguimos”.
29.Respondeu-lhe Jesus: “Em verdade vos digo: ninguém há que tenha deixado casa ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou filhos, ou terras por causa de mim e por causa do Evangelho 30.que não receba, já neste século, cem vezes mais casas, irmãos, irmãs, mães, filhos e terras, com perseguições – e no século vindouro a vida eterna.
31.Muitos dos primeiros serão os últimos, e dos últimos serão os primeiros”.
A Igreja celebra hoje (26), Nossa Senhora de Caravaggio
A Igreja celebra hoje (26), Nossa Senhora de Caravaggio, que apareceu a uma camponesa chamada Joaneta na cidade italiana de Caravaggio pedindo jejum e penitência.
Na época da aparição, as cidades de Veneza e Milão, que eram próximas a Caravaggio, viviam disputas políticas e religiosas. Em sua vida pessoal, Joaneta também enfrentava dificuldades. Seu marido, o ex-soldado Francisco Varoli, a maltratava e humilhava.
Nossa Senhora também pediu que as pessoas voltassem a fazer penitência, jejuassem nas sextas-feiras, fossem rezar na igreja no sábado à tarde em agradecimento pelos castigos afastados e pediu que lhe fosse erguida uma capela. Ao lado de onde estavam os pés de Maria brotou uma fonte de água que existe até hoje e onde muitos doentes se curam.
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Certa vez, um homem incrédulo sobre a fonte jogou na água um galho seco. Este galho reviveu, cobriu-se de folhas e desabrocharam flores. Como recordação desse sinal, é costume representar a aparição de Caravaggio com um ramo florido entre a Nossa Senhora e a vidente Joaneta.
24 de mai. de 2026
A nós descei Divina Luz ( Pentecostes)
Coro: A nós descei, divina luz! (bis) Em nossas almas acendei o amor, o amor de Jesus, o amor, o amor de Jesus.
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1. Vinde, Santo Espírito e do céu mandai luminoso raio, luminoso raio! Vinde, Pai dos pobres, doador dos dons, luz dos corações, luz dos corações! Grande defensor, em nós habitai, e nos confortai, e nos confortai! Na fadiga pouso, no ardor brandura, e na dor ternura, e na dor ternura!
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2. Ó luz venturosa, divinais clarões, encham os corações, encham os corações! Sem um tal poder, em qualquer vivente nada há de inocente, nada há de inocente! Lavai o impuro e regai o seco, sarai o enfermo, sarai o enfermo! Dobrai a dureza, aquecei o frio, livrai do desvio, livrai do desvio!
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3. Aos fiéis que oram com vibrantes sons, dai os sete dons, dai os sete dons! Dai virtude e prêmio e no fim dos dias eterna alegria, eterna alegria! Aleluia, aleluia, aleluia, aleluia, aleluia, aleluia, aleluia, aleluia!
1.Chegando o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar.
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2.De repente, veio do céu um ruído, como se soprasse um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam sentados.
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3.Apareceu-lhes então uma espécie de línguas de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles.
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4.Ficaram todos cheios do Espírito Santo e começaram a falar em línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.
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5.Achavam-se então em Jerusalém judeus piedosos de todas as nações que há debaixo do céu.
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6.Ouvindo aquele ruído, reuniu-se muita gente e maravilhava-se de que cada um os ouvia falar na sua própria língua.
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7.Profundamente impressionados, manifestavam a sua admiração: Não são, porventura, galileus todos estes que falam?
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8.Como então todos nós os ouvimos falar, cada um em nossa própria língua materna?
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9.Partos, medos, elamitas; os que habitam a Macedônia, a Judéia, a Capadócia, o Ponto, a Ásia,
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10.a Frígia, a Panfília, o Egito e as províncias da Líbia próximas a Cirene; peregrinos romanos,
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11.judeus ou prosélitos, cretenses e árabes; ouvimo-los publicar em nossas línguas as maravilhas de Deus!
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12.Estavam, pois, todos atônitos e, sem saber o que pensar, perguntavam uns aos outros: Que significam estas coisas?
NOSSA SENHORA AUXILIADORA: Cultivemos esta devoção mariana, deixada a nós como herança religiosa por Dom Bosco.
24 DE MAIO
22 de mai. de 2026
HISTÓRIA DE SANTA RITA DE CÁSSIA
A história de Santa Rita foi repleta de eventos extraordinários e um destes se mostrou na sua infância. São situações que a tradição dos cristãos quis expressar a missão e vocação dela. A criança, talvez deixada por alguns minutos sozinha em uma cesta na roça enquanto os seus pais trabalhavam na terra, foi circundada dá um enxame de abelhas. Estes insetos recobriram a menina mas estranhamente não a picaram. Um caipira, que no mesmo momento havia ferido a mão com a enxada e estava correndo para ir curar-se, passou na frente da cesta onde estava deitada Rita. Viu as abelhas que rodeavam a criança, começou a mandá-las embora e com grande estupor, à medida que movia o braço, a ferida se cicatrizava completamente.
Rita teria desejado ser monja, todavia ainda jovem (aos 13 anos) os pais, já idosos, a prometeram em casamento a Paulo Ferdinando Mancini, um homem conhecido pelo seu caráter iroso e brutal. Santa Rita, habituada ao dever não opôs resistência e se casou com o jovem oficial que comandava a guarnição de Collegiacone, presumivelmente entre os 17-18 anos, isto é, em torno aos anos 1387-1388.
Do casamento entre Rita e Paulo nasceram dois filhos gêmeos; Giangiacomo Antonio e Paulo Maria que tiveram todo o amor, a ternura e os cuidados da mãe. Rita conseguiu com o seu doce amor e tanta paciência a transformar o caráter do marido, o fazendo ser mais dócil.
Tiveram dois filhos, e ela buscou educá-los na fé e no amor. Porém, eles foram influenciados pelo pai, que antes de se casar se apresentava com uma boa índole, mas depois se mostrou fanfarrão, traidor, entregue aos vícios. E seus filhos o acompanharam.
Rita então, chorava, orava, intercedia e sempre dava bom exemplo a eles. E passou por um grande sofrimento ao ver o marido assassinado e ao descobrir depois que os dois filhos pensavam em vingar a morte do pai. Com um amor heroico por suas almas, ela suplicou a Deus que os levasse antes que cometessem esse grave pecado. Pouco tempo mais tarde, os dois rapazes morreram depois de preparar-se para o encontro com Deus.
Sem o marido e filhos, Santa Rita entregou-se à oração, penitência e obras de caridade e tentou ser admitida no Convento Agostiniano em Cássia, fato que foi recusado no início. No entanto, ela não desistiu e manteve-se em oração, pedindo a intercessão de seus três santos patronos – São João Batista, Santo Agostinho e São Nicolas de Tolentino – e milagrosamente foi aceita no convento. Isso aconteceu por volta de 1441.
Seu refúgio era Jesus Cristo. A santa de hoje viveu os impossíveis de sua vida se refugiando no Senhor. Rita quis ser religiosa. Já era uma esposa santa, tornou-se uma viúva santa e depois uma religiosa exemplar. Ela recebeu um estigma na testa, que a fez sofrer muito devido à humilhação que sentia, pois cheirava mal e incomodava os outros. Por isso teve que viver resguardada.
Rita de Cássia, a santa das causas impossíveis e do perdão, deixou-nos um legado de fé e perseverança, transmitido por sua vida de amor ao próximo e ao Senhor. Dedicada a Cristo e Seus ensinamentos, foi Seu instrumento para a realização de muitos milagres. Por sua devoção e espiritualidade, recebeu o estigma que a acompanhou durante toda a vida e lhe permitiu compartilhar com Jesus as dores de Sua Paixão.
Santa Rita, modelo de humildade e bondade, viveu o Evangelho a tal extremo que foi capaz de perdoar os assassinos de seu marido e de orar por eles. Conheçamos, nestes tempos de individualismo e guerras, a história daquela que praticou e defendeu o maior ensinamento do Senhor: “Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei.”
Para Rita os últimos 15 anos de sua vida foram de sofrimento sem trégua. A sua perseverança na oração a levava a passar até 15 dias correntes na sua cela “sem falar com ninguém se não com Deus”, além do mais usava também o cilicio que lhe dava tanto sofrimento, submetia o seu corpo a muitas mortificações: dormia no chão até que se adoentou e assim ficou até os últimos anos da sua vida.
Cinco meses antes da morte de Rita, um dia de inverno com a temperatura rígida e um manto de neve cobria tudo, uma parente lhe foi visitar e antes de ir embora perguntou à Santa se Ela desejava alguma coisa, Rita respondeu que teria desejado uma rosa da sua horta. Quando voltou a Roccaporena a parente foi à horta e grande foi a sua surpresa quando viu uma belíssima rosa, a colheu e a levou a Rita.
Assim Santa Rita foi denominada a Santa da “Rosa” e dos impossíveis. Santa Rita antes de fechar os olhos para sempre, teve a visão de Jesus e da Virgem Maria que a convidavam no Paraíso. Uma monja viu a sua alma subir ao céu acompanhada de Anjos e contemporaneamente os sinos da igreja começaram a tocar sozinhos, enquanto um perfume suavíssimo se espalhou por todo o Mosteiro e do seu quarto viram uma luz luminosa como se fosse entrado o Sol. Era o dia 22 de Maio de 1447. Santa Rita de Cássia foi beatificada 180 anos depois da sua subida aos céus e proclamada Santa após 453 anos da sua morte.
A primeira Igreja dedicada a Santa Rita erigida no Rio de Janeiro foi em 1710. A sua Igreja, erigida no centro da cidade, é um importante centro de evangelização. Depois muitas outras paróquias e capelas foram dedicadas a “santa dos impossíveis”. Todos os santos nos demonstram que a razão primeira e última de suas vidas foi Jesus Cristo. E é só por Ele que podemos compreender suas vidas e virtudes. Por isso eles nos apontam para o centro de nossa vida e pedra angular da construção da humanidade: o Senhor Jesus Cristo. Acorramos a Santa Rita e nela busquemos os exemplos para vivermos a esperança como virtude cristã que só o Cristo Ressuscitado pode nos proporcionar no cotidiano de nossas vidas. Santa Rita! Rogai por nós!
Cardeal Orani João Tempesta
Arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ)
13 de mai. de 2026
Segunda-feira, 12 de Maio de 2025 procissão das velas, no Recinto de Oração de Fátima
28 de abr. de 2026
HINO DE LOUVOR À PROVIDÊNCIA DE DEUS- Efésios 01, 3-14
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3. Bendito seja Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que do alto do céu nos abençoou com toda a bênção espiritual em Cristo, 4.e nos escolheu nele antes da criação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis, diante de seus olhos.
5.No seu amor nos predestinou para sermos adotados como filhos seus por Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua livre vontade, 6.para fazer resplandecer a sua maravilhosa graça, que nos foi concedida por ele no Bem-amado.
7.Nesse Filho, pelo seu sangue, temos a Redenção, a remissão dos pecados, segundo as riquezas da sua graça 8.que derramou profusamente sobre nós, em torrentes de sabedoria e de prudência.
9.Ele nos manifestou o misterioso desígnio de sua vontade, que em sua benevolência formara desde sempre, 10.para realizá-lo na plenitude dos tempos – desígnio de reunir em Cristo todas as coisas, as que estão nos céus e as que estão na terra.
11.Nele é que fomos escolhidos, predestinados segundo o desígnio daquele que tudo realiza por um ato deliberado de sua vontade, 12.para servirmos à celebração de sua glória, nós que desde o começo voltamos nossas esperanças para Cristo.*
13.Nele também vós, depois de terdes ouvido a palavra da verdade, o Evangelho de vossa salvação no qual tendes crido, fostes selados com o Espírito Santo que fora prometido,* 14.que é o penhor da nossa herança, enquanto esperamos a completa redenção daqueles que Deus adquiriu para o louvor da sua glória.*




