(Α Ω) ANUNCIAR O EVANGELHO : "Ide por todo mundo e pregai o Evangelho a toda criatura MC 16,15"--O conteúdo dessa página pode ser reproduzido desde que informado a fonte e o autor.

31 de jan. de 2026

SÃO JOÃO BOSCO -31 DE JANEIRO




João Melquior Bosco nasceu no dia 16 de agosto de 1815, numa família católica de humildes camponeses em Castelnuovo d’Asti, no norte da Itália, perto de Turim. Órfão de pai aos dois de idade, cresceu cercado do carinho da mãe, Margarida, e amparo dos irmãos. Recebeu uma sólida formação humana e religiosa, mas a instrução básica ficou prejudicada, pois a família precisava de sua ajuda na lida do campo.
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Aos nove anos, teve um sonho que marcou a sua vida. Nossa Senhora o conduzia junto a um grupo de rapazes desordeiros que o destratava. João queria reagir, mas a Senhora lhe disse: “Não com pancadas e sim com amor. Torna-te forte, humilde e robusto. À seu tempo tudo compreenderás”.

Nesta ocasião decidiu dedicar sua vida a Cristo e a Mãe Maria; quis se tornar padre. Com sacrifício, ajudado pelos vizinhos e orientado pela família, entrou no seminário de Chieri, daquela diocese.

Inteligente e dedicado, João trabalhou como aprendiz de alfaiate, ferreiro, garçom, tipógrafo e assim, pôde se ordenar sacerdote, em 1841. Em meio à revolução industrial, aconselhado pelo seu diretor espiritual, padre Cafasso, desistiu de ser missionário na Índia. Ficou em Turim, dando início ao seu apostolado da educação de crianças e jovens carentes. Este “produto da era da industrialização”, tornou-se a matéria prima de sua Obra e vida.

Neste mesmo ano, criou o Oratório de Dom Bosco, onde os jovens recebiam instrução, formação religiosa, alimentação, tendo apoio e acompanhamento até a colocação em um emprego digno. Depois, sentiu necessidade de recolher os meninos em internatos-escola, em seguida implantou em toda a Obra as escolas profissionais, com as oficinas de alfaiate, encadernação, marcenaria, tipografia e mecânica, repostas às necessidades da época. Para mestres das oficinas, inventou um novo tipo de religioso: o coadjutor salesiano.

Em 1859, ele reuniu esse primeiro grupo de jovens educadores no Oratório, fundando a Congregação dos Salesianos. Nos anos seguintes, Dom Bosco criou o Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora e os Cooperadores Salesianos. Construiu, em Turim, a basílica de Nossa Senhora Auxiliadora, e fundou sessenta casas salesianas em seis países. Abriu as missões na América Latina. Publicou as Leituras Católicas para o povo mais simples.

Dom Bosco agia rápido, acompanhou a ação do seu tempo e viveu o modo de educar, que passou à humanidade como referência de ensino chamando-o de “Sistema Preventivo de Formação”. Não esqueceu seu sonho de menino, mas, sobretudo compreendeu a missão que lhe investiu Nossa Senhora. Quando lhe recordavam tudo o que fizera, respondia com um sorriso sereno: “Eu não fiz nada. Foi Nossa Senhora quem tudo fez”.

Morreu no dia 31 de janeiro de 1888. Foi beatificado em 1929 e canonizado por Pio XI em 1934. São João Bosco, foi proclamado “modelo por excelência” para sacerdotes e educadores. Ecumênico, era amigo de todos os povos, estimado em todas as religiões, amado por pobres e ricos; escreveu: “Reprovemos os erros, mas respeitemos as pessoas” e se fez , ele próprio, o exemplo perfeito desta máxima.

Veja as publicações sobre São João Bosco clicando AQUI 


28 de jan. de 2026

São Tomás D’Aquino



São Tomás de Aquino foi um importante teólogo, filósofo e padre dominicano do século XIII. Foi declarado santo pelo papa João XXII em 18 de julho de 1323. É considerado um dos principais representantes da escolástica (linha filosófica medieval de base cristã). Foi o fundador da escola tomista de filosofia e teologia.

Tomás nasceu em 1225, no castelo de Roccasecca, na Campânia, da família feudal italiana dos condes de Aquino. Possuía laços de sangue com as famílias reais da Itália, França, Sicília e Alemanha, esta ligada à casa de Aragão. Ingressou no mosteiro beneditino de Montecassino aos cinco anos de idade, dando início aos estudos que não pararia nunca mais. Depois, frequentou a Universidade de Nápoles, mas, quando decidiu entrar para a Ordem de São Domingos encontrou forte resistência da família. Seus irmãos chegaram a trancá-lo num castelo por um ano, para tentar mantê-lo afastado dos conventos, mas sua mãe acabou por libertá-lo e, finalmente, Tomás pôde se entregar à religião. Tinha então dezoito anos. Não sendo por acaso a sua escolha pela Ordem de São Domingos, que trabalha para unir ciência e fé em favor da humanidade.

Foi para Colônia e Paris estudar com o grande Santo e doutor da Igreja, Alberto Magno. Por sua mansidão e silêncio foi apelidado de “boi mudo”, por ser também, gordo, contemplativo e muito devoto. Depois se tornou conselheiro dos papas Urbano IV, Clemente IV e Gregório X, além do rei São Luiz da França. Também, lecionou em grandes universidades de Paris, Roma, Bologna e Nápoles e jamais se afastou da humildade de frei, da disciplina que cobrava tanto de si mesmo quanto dos outros e da caridade para com os pobres e doentes.

Grande intelectual, vivia imerso nos estudos, chegando às vezes a perder a noção do tempo e do lugar onde estava. Sua norma de vida era: “oferecer aos outros os frutos da contemplação”. Sábios e políticos tentaram muitas vezes homenageá-lo com títulos, honras e dignidades, mas Tomás sempre recusou. Escrevia e publicava obras importantíssimas, frutos de seus estudos solitários desfrutados na humildade de sua cela, aliás seu local preferido. Seus escritos são um dos maiores monumentos de filosofia e teologia católica.

Tomás D’Aquino morreu muito jovem, sem completar os quarenta e nove anos de idade, no mosteiro de Fossanova, a caminho do II Concílio de Lion, em 07 de março de 1274, para o qual fora convocado pelo papa Gregório X. Imediatamente colégios e universidades lhe prestaram as mais honrosas homenagens. Suas obras, a principal, mais estudada e conhecida, a “Summa Teológica”, foram a causa de sua canonização, em 1323. Disse sobre ele, nessa ocasião, o papa João XXII: “Ele fez tantos milagres, quantas proposições teológicas escreveu”. É padroeiro das escolas públicas, dos estudantes e professores.

No dia 28 de janeiro de 1567, o papa São Pio V lhe deu o título de “doutor da Igreja”, e logo passou a ser chamado de “doutor angélico”, pelos clérigos. Em toda a sua obra filosófica e teológica tem primazia à inteligência, estudo e oração; sendo ainda a base dos estudos na maioria dos Seminários. Para isso contou, mais recentemente, com o impulso dado pelo incentivo do papa Leão XIII, que fez reflorescer os estudos tomistas.



25 de jan. de 2026

Francisco de Assis ensina: quem reza, serve!


A oração sempre ocupou lugar central na vida cristã, não apenas como devoção, mas como fonte que sustenta e inspira todas as escolhas e ações do discípulo. Desde os antigos mestres espirituais, passando pela experiência de Santo Afonso de Ligório, aprendemos que rezar é reconhecer que “sem mim nada podeis fazer” e pedir o dom do Espírito para viver segundo o Evangelho. 

São Francisco de Assis é testemunha luminosa dessa verdade: sua profunda vida de oração, feita de silêncio, louvor, escuta e entrega, tornou-se ação concreta, serviço humilde, cuidado dos pequenos e reconstrução da vida dos que sofrem. Por isso, a oração cristã não permanece apenas na interioridade; ela abre o coração, purifica a intenção e conduz ao compromisso real com o Reino de Deus.

Orar é elevar a mente e o coração a Deus, confiando inteiramente na sua graça. Não se trata de um gesto isolado de devoção, mas da fonte que orienta toda ação cristã. 

Desde os antigos mestres, como Hugo de São Vítor, e conforme a tradição bíblica do Livro da Sabedoria, entende-se que a oração é o caminho pelo qual se recebe a sabedoria e o Espírito: “Invoquei o Senhor, e veio a mim o espírito da sabedoria.” Hugo recorda que, sem o auxílio divino, a iniciativa humana é insuficiente. A oração, portanto, é o acesso à filiação divina e nos torna capazes de pedir e viver o dom do Espírito. 

Santo Afonso reforça essa verdade a partir do mandato de Cristo: “Sem mim nada podeis fazer”. A oração não é um adorno religioso, mas a respiração da vida cristã. Quem reza com sinceridade e constância pede, antes de tudo, o dom do Espírito, e desse encontro nascem a fé, a esperança e a caridade autênticas.

A oração genuína, porém, não se limita ao interior: ela transforma e encaminha para o serviço. 

Enzo Bianchi e a tradição litúrgica lembram que a liturgia é “parusia antecipada”, sinal do Reino que já vem ao encontro do povo. O ministro, o celebrante e todo cristão só podem comunicar aquilo que carregam no coração: “Se você não estiver evangelizado, não poderá evangelizar; se a Palavra não mora em você, não poderá comunicá-la à assembleia.” 

São Carlos Borromeu aconselhava os ministros: “Se você administra os sacramentos, medite no que está fazendo. 

Se celebra a missa, medite no que está oferecendo. 

Se recita os salmos, medite a quem e do que está falando.”    A regra é clara: a liturgia molda o coração para a caridade; a oração prepara e orienta a ação sacramental e pastoral. Orar e celebrar é preparar-se para servir e levar à vida aquilo que a Palavra e os sacramentos suscitam.

A vida de São Francisco de Assis ilumina essa união inseparável entre contemplação e serviço. Seu Cântico das Criaturas, sua oração diante do crucifixo e sua intimidade com Deus revelam uma espiritualidade que transforma tudo em compaixão e prática solidária. Na prece diante do crucifixo, “Altíssimo, glorioso Deus, ilumina as trevas do meu coração. Dá-me fé reta, esperança certa e caridade perfeita. Dá-me, Senhor, senso e discernimento para que eu cumpra o teu santo e verdadeiro mandamento”, Francisco mostra a prioridade da vida cristã: pedir a graça para viver o Evangelho. Ele viu a criação como “um grande coro de onde brota contínua oração” e fez da atenção aos pobres a consequência necessária dessa experiência contemplativa. Para ele, a oração que não gera partilha não é conforme ao Evangelho: a verdadeira espiritualidade conduz ao encontro dos pequenos, ao cuidado dos leprosos, à partilha do alimento, à presença junto aos marginalizados. A caridade é o fruto visível da alma que reza.

Praticar a fé significa, portanto, transformar a contemplação em gestos cotidianos: cultivar a Palavra, estudá-la, meditá-la, deixá-la moldar o coração; buscar a reconciliação com Deus e com os irmãos; ajudar os necessitados com partilha e presença; oferecer escuta; promover a comunhão. A Eucaristia, centro da vida cristã, recorda esse movimento: alimentar-se do Corpo do Senhor é assumir a responsabilidade de levar alimento e dignidade aos famintos. A espiritualidade franciscana sublinha que solidariedade é prática de amor: viver a destinação universal dos bens, a fraternidade e a partilha como escolhas diárias. “O que eu tenho, eu dou” resume a decisão de não viver para si, mas para quem precisa.

Há, portanto, um caminho claro: a oração nos dá o Espírito; o Espírito fecunda a fé; a fé se traduz em obras de amor. 

Tal percurso exige humildade, ser sinal pobre de Cristo, e coerência litúrgica: a celebração não é espetáculo, mas gesto formativo que converte. Quem preside, canta ou reza os ofícios deve fazê-lo com atenção e reverência, consciente de que a liturgia possui força evangelizadora quando é vivida em adoração. 

Ao mesmo tempo, a prática cristã é profética: uma espiritualidade que não promove transformação social nem se compromete com a justiça permanece mutilada. A fé que salva é a que humaniza, denuncia injustiças, reconstrói e liberta.

Concluímos com o mesmo espírito de Francisco, que inspirou gerações: oração e ação são duas faces da mesma vocação. Como escreveu o Poverello pouco antes de morrer: “Irmãos, até agora pouco ou nada fizemos; vamos recomeçar!” Recomeçar na oração, que desarma o ego e prepara o coração; recomeçar na caridade, que torna crível a Palavra de Deus. Orar e praticar é viver a fé como caminho de amor, nas pequenas ações, nas decisões corajosas, na partilha cotidiana, até que o mundo reconheça, em nós, o rosto misericordioso de Deus.

Paz e Bem!

Fr. Augusto Luiz Gabriel


25/JANEIRO DIA DE SÃO PAULO

                                    

No início do cristianismo, nenhum homem se entregou tão generosamente ao seguimento de Jesus, como Paulo de Tarso (3 - 60). Na sua pequena cidade natal vivia-se o mundo todo, pois lá circulavam livremente as três grandes culturas da época: a hebraica, a grega e a romana.
Podemos dividir a vida de São Paulo em duas partes. Nos 30 primeiros anos, de Tarso até Damasco, aparece mais o 'perseguidor'; nos outros 30 anos, de Damasco até Roma, onde ele morrerá decapitado, temos o 'seguidor' de Jesus, o discípulo missionário..
No início desse processo, Saulo combateu sem tréguas os seguidores do Nazareno, pois via neles os inimigos da religião revelada. Depois, seguirá Jesus com um ardor apaixonado. Paulo não conhece meio termo: de inimigo feroz se fez amigo e, como todo convertido, detesta a mediocridade.
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Como aconteceu esta mudança?
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Corria o ano 36 da nossa era. O fanático Saulo se dirige para Damasco querendo acabar com estes judeus desvairados, discípulos de Jesus. Ele já tinha feito isso na Judeia, quando participou do apedrejamento de santo Estêvão em Jerusalém.
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As comunidades cristãs o temiam, pois ele era cruel, frio e desumano.
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Pois bem, quando estava às portas de Damasco foi derrubado misteriosamente pelo amor do Ressuscitado, acontecendo coisas profundíssimas na sua mente e no seu coração, como destaca a famosa pintura de Caravaggio (1600) revestindo Saulo com o sangue de Cristo (vermelho/púrpura!). Veja como foi:
- Por que me persegues?... Pergunta direta. É o grito do pobre e do oprimido que confronta o seu opressor.
- Quem és tu, Senhor? Resmungou Saulo, abalado por aquela primeira pergunta.
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Diálogo angustiado e arredio. Desde a morte brutal do diácono Estêvão, sua alma se transformara num verdadeiro campo de batalha... Eis agora Saulo pelo chão, caído, cegado, repassando sua vida... Seus olhos jamais enxergaram tanto e em tão pouco tempo. Jesus Ressuscitado veio ao seu encontro!
- Eu sou Jesus, a quem tu persegues! O coração de Saulo bateu fortemente. Desmoronava um estilo prepotente de vida e começava a nascer o melhor discípulo. Paulo será o triunfo da razão e da fé sobre o fanatismo da lei.
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Você já percebeu como nos momentos mais importantes da vida, quando precisamos tomar decisões importantes, mil pensamentos perpassam pela nossa cabeça? Quase um terremoto! Só depois, com o passar do tempo, a paz se instala no próprio coração. Paulo experimentou o amor misericordioso de Jesus salvando-o. Então, veio a pergunta existencial e fundamental:
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- Senhor, que queres que eu faça?...
Se ele fizera tanto contra Cristo quanto não fará mais por ele?
Desde então, Paulo percorrerá países falando de Jesus e fortalecendo as incipientes comunidades cristãs. Um dia, o prenderam e o denunciaram... Que ironia, de perseguidor passou a ser perseguido e condenado à morte. Eis o que este homem tinha em Roma: Uma velha capa, para defender-se do frio, e uns pergaminhos... De quem nada mais esperava do mundo tudo pode o mundo esperar! .
A espada do carrasco cortou, por fim, sua cabeça. Era o ano 60 da era cristã: Pelejei o bom combate, terminei a minha carreira... Guardei a fé!
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Precisamos de mais discípulos de Jesus, como Paulo..
Uma pergunta: O que você fez, faz e pode fazer por Jesus?

Pe. J. Ramón F. de la Cigoña sj

 

20 de jan. de 2026

Jesus Quebrou a Regra Para Salvar Sua Vida l Padre Ezequiel

 


"É senhor também do sábado". (Marcos 2,23-28)


Deus não coloca mais peso sobre a sua vida; Ele a sustenta. Muitas vezes, a religião é apresentada como um conjunto de regras pesadas e fardos impossíveis de carregar. Mas Jesus veio para quebrar essa lógica. A Palavra de hoje nos mostra que, para Ele, as pessoas são sempre mais importantes do que as normas. . Nesta reflexão, vamos mergulhar no confronto de Jesus com os fariseus a respeito do sábado. Descobriremos que a novidade radical que Ele traz é colocar a vida, a necessidade humana e o cuidado com o próximo no centro de tudo, acima de qualquer lei ou tradição religiosa. Nesta reflexão, nós vamos compreender juntos: .
  • O profundo significado da frase de Jesus: "O sábado foi feito para o homem, e não o homem para o sábado".
  • Por que a fé nunca deve ser um peso, mas sim uma fonte de libertação, alívio e vida.
  • O perigo de uma religião "quadrada" e restritiva, que muitas vezes afasta as pessoas em vez de acolhê-las.
  • O convite de Jesus para sairmos do "quadrado" das leis e entrarmos no círculo do amor, da misericórdia e da compaixão.
  • A beleza do Salmo 144, que nos revela um Deus clemente, compassivo e bom para com TODAS as suas criaturas.
. No final, faremos uma oração para que o Senhor nos ajude a colocar sempre a vida e o cuidado com as pessoas em primeiro lugar. Minha intenção é que esta palavra te liberte de qualquer fardo religioso e te ajude a viver uma fé mais leve, humana e centrada no amor. . Se você está chegando pela primeira vez, clique em "inscrever-se" para receber diariamente uma palavra que renova e transforma. E não se esqueça de compartilhar esta bênção! Que o Deus de Amor te cure, que o Deus de Amor te sustente e que o Deus de Amor te transforme.

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São Sebastião, História, Vida e Milagres( 20 de JANEIRO)

Segue a oração de São Sebastião:

Glorioso mártir São Sebastião, soldado de Cristo e exemplo de cristão, hoje vimos pedir a vossa intercessão junto ao trono do Senhor Jesus, nosso Salvador, por Quem destes a vida.


Vós que vivestes a fé e perseverastes até o fim,
pedi a Jesus por nós para que sejamos testemunhas do mor de Deus.
Vós que esperastes com firmeza nas palavras de Jesus, pedi-Lhe por nós, para que aumente a nossa esperança na ressurreição.
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Vós que vivestes a caridade para com os irmãos, pedi a Jesus para que aumente o nosso amor para com todos.
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Enfim, glorioso mártir São Sebastião, protegei-nos contra a peste,
a fome e a guerra; defendei as nossas plantações e os nossos rebanhos, que são dons de Deus para o nosso bem e para o bem de todos.
E defendei-nos do pecado,que é o maior de todos os males.
Assim seja.




São Sebastião é um dos santos mais famosos entre o povo brasileiro. Por causa de sua poderosa intercessão e incontáveis milagres obtidos, ele se tornou padroeiro de muitas cidades e outras tantas cidades e bairros por todo o Brasil receberam o nome de São Sebastião.
A fortaleza para superar os diferentes tipos de dificuldades e situações foi um traço que marcou a vida de São Sebastião e ele anima a ter o mesmo espírito de confiança total em Deus e audácia cristã para fazer da vida uma caminhada segura rumo à felicidade.

História da vida de São Sebastião.
São Sebastião (256-288) nasceu na França e logo foi com os pais para Milão, na Itália. Nas terrras italianas cresceu na fé cristã e ficou famoso como valente soldado e depois capitão da guarda do imperador Romano. Os cristãos eram perseguidos na época e muitos foram presos e martirizados, porém as pessoas não sabiam que São Sebastião era cristão e assim ele conseguiu ajudar muitas pessoas presas por seguirem o Cristianismo, diminuindo as penas, dando alimento e animando a perseverarem na fé em Cristo, mesmo que isso implicasse o martírio.
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Outro feito que conseguiu foi a conversão de vários prisioneiros para o Cristianismo, junto com a realização de milagres, como a cura de uma mulher surda. 
Quando descobriram que Sebastião era cristão ele foi atado a uma árvore, recebeu flechadas e foi abandonado. 
Contudo, ele sobreviveu às flechas e Santa Irene cuidou dele até que ficasse curado.
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Após recobrar a saúde, São Sebastião retornou as suas atividades apostólicas e foi preso novamente pregando o Cristianismo. Desta vez, o imperador ordenou o seu martírio definitivo e se assegurou que ele de fato havia morrido.
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São Sebastião é um exemplo de coragem ante os obstáculos da vida e fidelidade mesmo diante das contrariedades e perseguições. É interessante notar o seu empenho em fazer o bem ocultamente, aproveitando todas as circunstâncias para semear alegria, consolo e ânimo para as pessoas próximas, mesmo sabendo que quando fosse descoberto poderia ter complicações. São Sebastião também pode ser reconhecido por sua prontidão em fazer a Vontade de Deus e enorme espírito de serviço, pois após recobrar a saúde ele se volta para os outros e quer continuar fazendo o bem, sem achar que já fez muito na vida e que agora precisa repousar.
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São Sebastião vivencia as palavras da Bíblia: Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, avanço para as que estão diante de mim (Filipenses 3:13).
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E por fim, pode se ver o otimismo de São Sebastião que concentra seu olhar na realidade, identifica as oportunidades de fazer o melhor e prossegue para fazer aquilo que outros achariam impossível.
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Milagres de São Sebastião
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Além de ser um fervoroso cristão e alguém que irradiava ânimo para viver e lutar, mesmo durante a vida São Sebastião realizou muitos milagres, principalmente entre os doentes, e depois quando foi para o Céu intercedeu por mais milagres ainda.
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Milagres de São Sebastião: cura de doenças
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Enquanto funcionário do exército romano, São Sebastião curou pessoas cegas, surdas e com outras doenças.
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Vários outros milagres foram realizados quando a peste atingiu cidades da Europa na Idade Média. Depois de ser invocada a intercessão do santo cidades inteiras foram curadas da peste que havia matado milhares de pessoas. Diversos locais e cidades ficaram protegidos contra a peste, mesmo estando próximo de cidades infectadas.
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Milagres de São Sebastião e os soldados
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Há também batalhas que foram vencidas por militares que recorreram a São Sebastião para alcançar a vitória contra os inimigos.
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Além disso, muitos soldados que pediram com fé a graça da cura após ferimentos em combates e guerras, alcançaram essas bençãos.
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Milagres de São Sebastião e os atletas
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São Sebastião também recebeu após alguns séculos o título de Campeão de Cristo (no latim Athleta Christi) e foi com frequência invocado pelos atletas para obterem graças especiais.
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Em todo o mundo atletas e praticantes de esportes que recorreram e alcançaram curas de lesões e venceram competições com a ajuda do santo. Muitos esportistas brasileiros são devotos de São Sebastião e atribuem a ele os sucessos de sua vida.
Devoção a São Sebastião
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A devoção a São Sebastião é enorme por todo o mundo e tem um fervor especial no Brasil. A Festa de São Sebastião é comemorada dia 20 de Janeiro e dezenas de cidades brasileiras organizam eventos manifestando também a devoção ao santo que opera milagres de acordo com a Vontade de Deus para os devotos que pedem com confiança.
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Pela história de vida corajosa e perseverante, juntamente com os inúmeros milagres alcançados por pessoas que rogaram ao santo é natural entender porque milhares de pessoas rezam continuamente a São Sebastião e procuram de alguma forma manifestar sua união a tão poderoso mediador de graças.
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Medalha de São Sebastião é a forma mais tradicional de manifestar a devoção ao santo, que é representado como um homem com algumas flechas e preso a uma árvore.


3 de jan. de 2026

03/01 - Benção da Noite | Oração da Noite

 



Desejo a você uma ótima noite!

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17 de dez. de 2025

ORAÇÃO A SÃO LAZARO E O MOMENTO QUE JESUS RESSUCITA LÁZARO JOÃO 11, 28-44

"28.A essas palavras, ela foi chamar sua irmã Maria, dizendo-lhe baixi­nho: “O Mestre está aí e te chama”. 29.Apenas ela o ouviu, levantou-se imediatamente e foi ao encontro dele
30.(Pois Jesus não tinha chegado à aldeia, mas estava ainda naquele lugar onde Marta o tinha encontrado.) 
31.Os judeus que estavam com ela em casa, em visita de pêsames, ao verem Maria levantar-se depressa e sair, seguiram-na, crendo que ela ia ao sepulcro para ali chorar. 32.Quando, porém, Maria chegou onde Jesus estava e o viu, lançou-se aos seus pés e disse-lhe: “Senhor, se tivesses estado aqui, meu irmão não teria morrido!”. 
33.Ao vê-la chorar assim, como também todos os judeus que a acompanhavam, Jesus ficou intensamente comovido em espírito. E, sob o impulso de profunda emoção, 34.perguntou: “Onde o pusestes?”. Responderam-lhe: “Senhor, vinde ver.” 
35.Jesus pôs-se a chorar. 36.Obser­varam por isso os judeus: “Vede como ele o amava!”. 
37.Mas alguns deles disseram: “Não podia ele, que abriu os olhos do cego de nascença, fazer com que este não morresse. 
38.Tomado, novamente, de profunda emoção, Jesus foi ao sepul­cro. Era uma gruta, coberta por uma pedra. 
39.Jesus ordenou: “Tirai a pedra”. Disse-lhe Marta, irmã do morto: “Senhor, já cheira mal, pois há quatro dias que ele está aí...”. 
40.Respondeu-lhe Jesus: “Não te disse eu: Se creres, verás a glória de Deus?”. Tiraram, pois, a pedra. 
41.Levantando Jesus os olhos ao alto, disse: “Pai, rendo-te graças, porque me ouviste. 
42.Eu bem sei que sempre me ouves, mas falo assim por causa do povo que está em roda, para que creiam que tu me envias­te”. 
43.Depois dessas palavras, exclamou em alta voz: “Lázaro, vem para fora!”. 
44.E o morto saiu, tendo os pés e as mãos ligados com faixas, e o rosto coberto por um sudário. Ordenou então Jesus: “Desatai-o e deixai-o ir”."

ORAÇÃO:
Oh! Milagroso São Lázaro, grande amigo de Jesus, valei-me nesta hora de aflição. 
Preciso da vossa valiosa ajuda para vencer as lutas do dia a dia, e as forças malignas que procuram tirar-me a paz. 

Oh! São Lázaro cheio de chagas, libertai-me das doenças infecciosas e contagiosas que querem contaminar meu corpo com enfermidade. 

Oh! São Lázaro, ressuscitado por Cristo, iluminai os meus passos, afim de que, por onde eu andar não encontre armadilhas ou empecilhos quaisquer. 
E guiado pela vossa luz me desvie de todas as emboscada preparadas pelos meus adversários. 

Oh! São Lázaro, guardião das almas, estendei as vossas mãos agora mesmo sobre mim, livrando-me dos desastres, dos perigos contra a vida, da inveja e de todas as obras malignas

Oh! São Lázaro, que comia as migalhas caídas da mesa dos ricos, abençoai minha família, o meu pão de cada dia, a minha casa, o meu trabalho, cobrindo-me com o véu da prosperidade do amor, da saúde e da felicidade. 

Que minha família se mantenha unida. Por Cristo Nosso Mestre, na força e Luz do Espírito Santo.

Amém.


12 de dez. de 2025

MANTO DE NOSSA SENHORA DE GUADALUPE-Comemora-se dia 12 de Dezembro












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Pelos Prados e Campinas Cantos da Ilha

 

Pelos Prados e Campinas

L: Sl 23, v. Thomaz Filho M: Fr. Fabreti Arr.: Adenor Leonardo Terra Solistas: Ailce Frelich, Gabriela Amarilho, Patríicia Maria Campos Ribeiro, Reginaldo Bento. Coral Cantos da Ilha Regente: Miguel Philippi Associação Coral Santíssima Trindade Cantores de São Francisco de Assis Coral Nossa Senhora da Lapa Coral Vozes de Jurere Coral Vozes do Mar

LETRA 

Salmo 23 Composta pelo saudoso Frei Fabreti,OFM.

Pelos prados e campinas verdejantes eu vou, É o Senhor que me leva a descansar! Junto às fontes de águas puras repousantes eu vou. Minhas forças, o Senhor vai animar!
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Tu és, Senhor, o meu Pastor. Por isso nada em minha vida faltará! (2x)
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Nos caminhos mais seguros junto dele, eu vou E pra sempre o seu nome eu honrarei! Se eu encontro mil abismos nos caminhos, eu vou: Segurança sempre tenho em suas mãos.
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Tu és senhor, o meu Pastor. Por isso nada em minha vida faltará! (2x)
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Ao banquete, em Sua casa, muito alegre eu vou! Um lugar em sua mesa, me preparou. Ele unje minha fronte e me faz ser feliz E transborda a minha taça em seu Amor
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Tu és, Senhor, o meu Pastor Por isso nada em minha vida faltará! (2x)
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Bem à frente do inimigo, confiante eu vou! Tenho sempre o Senhor junto de mim Seu cajado me protege e eu jamais temerei Sempre junto do Senhor eu estarei!
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Tu és, Senhor, o meu Pastor Por isso nada em minha vida faltará (2x)
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Com alegria e esperança caminhando eu vou! Minha vida está sempre em suas mãos E na casa do Senhor eu irei habitar E esse canto para sempre irei cantar!
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Tu és, Senhor, o meu Pastor Por isso nada em minha vida faltará (2x)



11 de dez. de 2025

ADVENTO:Qual o significado da Coroa do Advento?


É um círculo de folhagens verdes, sua forma simboliza a eternidade e sua cor representa a esperança e a vida…
Deus se faz presente na vida de todo ser humano e de todas as formas deixa-nos sentir seu amor e desejo de nos salvar. A palavra ADVENTO é de origem latina e quer dizer CHEGADA. É o tempo em que os cristãos se preparam para a vinda de Jesus Cristo. O tempo do advento abrange quatro semanas antes do Natal.

Atualmente há uma grande preocupação em reavivar este costume muito significativo e de grande ajuda para vivermos este tempo. A coroa ou a grinalda do Advento é o primeiro anúncio do Natal. É um círculo de folhagens verdes, sua forma simboliza a eternidade e sua cor representa a esperança e a vida. Vem entrelaçado por uma fita vermelha, símbolo tanto do amor de Deus por nós como também de nosso amor que aguarda com ansiedade o nascimento do Filho de Deus.

No centro do círculo se colocam as quatro velas para se acender uma a cada domingo do Advento. A luz das velas simboliza a nossa fé e nos leva a oração, elas simbolizam as quatro manifestações de Cristo:

1° Encarnação, Jesus Histórico;
2° Jesus nos pobres e necessitados;
3° Jesus nos Sacramentos;
Parusia: Segunda vinda de Jesus.

No Natal se pode adicionar uma quinta vela branca, até o término do tempo natalino e, se quisermos, podemos por a imagem do Menino Jesus junto à coroa: temos que nos atentar, porém, que o Natal é mais importante do que a espera do Advento.

Essa coroa é originária dos países nórdicos (países escandinavos, Alemanha), a qual contém raízes simbólicas universais: a luz como salvação, o verde como vida e o formato redondo como eternidade.

Simbolismos esses que se tornaram muito adequados ao mistério natalino cristão, e que por isso, adentraram facilmente nos países sulinos. Visto que se convertera rapidamente em mais um elemento de pedagogia cristã para expressarmos a espera de Jesus como Luz e Vida, em conjunto com outros símbolos, certamente mais importantes, como são as leituras bíblicas, os textos de oração e o repertório de cantos.

O comércio e o sistema deste mundo fazem questão de esquecer o verdadeiro sentido do Natal e nós podemos cair nessa, mas é possível dar presente e celebrar o verdadeiro sentido: O Menino Jesus é o nosso grande presente!

Sugestão: você pode fazer uma coroa do Advento em sua casa e celebrar com sua família à luz da nossa fé a chegada de Jesus Cristo nosso Salvador. E a cada Domingo ir acendendo as velas, convidando seus familiares para rezar.

Oração: Senhor Jesus celebrar o teu Natal é fazer da minha vida, da minha casa um lugar de eternidade e salvação. Que a Tua luz brilhe em cada coração. Acendendo cada vela desta coroa do Advento queremos acender a esperança, o amor, a fraternidade e a Salvação que é o grande presente que queremos dar a todos que amamos através do menino Jesus que vai nascer em nossa família.

Como você se prepara para celebrar esta grande festa do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo?Clique em comentários e diga como você vive este tempo litúrgico?

Natal feliz é Natal com Cristo!
Minha benção fraterna+

Padre Luizinho,
Com. Canção Nova
FONTE:
http://www.catequisar.com.br/



NATAL: Cristãos, vinde todos

 



Bela música do tempo do Natal (Adeste Fideles), versão do Coral Palestrina de Curitiba.

Cristãos, vinde todos, com alegres cantos 
Oh! Vinde, oh! Vinde até Belém 
Vede nascido, vosso rei eterno 

Oh! Vinde adoremos! 
Oh! Vinde adoremos! 
Oh! Vinde adoremos! 
O salvador! 

Humildes pastores deixam seu rebanho 
E alegres acorrem ao rei do céu 
Nós, igualmente, cheios de alegria

E a este mistério, envolve em luz 
Tal claridade, também seguiremos 

Cantam os hinos, o coro dos anjos 
Cantemos nós todos pedindo aos céus 
Glória, glória, a Deus nas alturas! 

Deus dos Deuses, ele é a luz da luz 
Gerado em Maria com muita fé 
Deus verdadeiro, concebido puro 

O Deus invisível de eternal grandeza 
Sob véus de humildade, podemos ver 
Deus pequenino, Deus envolto em faixas! 

Nasceu em pobreza, repousando em palhas 
O nosso afeto lhe vamos dar T
anto amou-nos! Quem não há de amá-lo? 

Senhor, vos saudamos na manhã nasceste 
Jesus salvado-oooor, glória! 
Verbo de Deus, que se fez carne

Cristãos, vinde todos · Cantos do Hinário Litúrgico da CNBB · Coral Palestrina · Ir. Custódia Maria Cardoso Liturgia, Vol.8

27 de nov. de 2025

Nossa Senhora das Graças e a Medalha Milagrosa




Origens

A devoção a Nossa Senhora das Graças teve início, em 1830, com as aparições da Virgem Maria à piedosa e humilde Santa Catarina Labouré, na época freira do convento das Filhas da Caridade. Ao todo, foram três aparições que aconteceram no convento das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo, em Paris, na França.

Primeira Aparição
A primeira aparição aconteceu na noite do dia 18 para o dia 19 de julho de 1830, onde Nossa Senhora revela a Santa Catarina grandes calamidades e perseguições que aconteceriam na França.

Segunda Aparição
A segunda aparição aconteceu no dia 27 de novembro de 1830. A Santíssima Virgem aparece vestida de seda branca, um véu branco desce até a barra de seu vestido. Seus pés estão apoiados sobre a metade de um globo e esmagam uma serpente. Suas mãos estão erguidas à altura do peito e seguram um globo de ouro com uma cruz em cima. Seus olhos estão voltados para o céu. Nossa Senhora apareceu-lhe mostrando nos dedos anéis incrustados de belíssimas pedras preciosas, “lançando raios para todos os lados, cada qual mais belo que o outro”.
“Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós”

Logo após, formou-se em torno da Virgem um quadro oval no alto, na qual estavam escritas em letras de ouro: “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós”. Esta foi a prova do Céu de que Nossa Senhora é imaculada e concebida sem o pecado original.

Medalha Milagrosa
A Virgem mandou que fossem cunhadas medalhas, conforme as visões concedidas a Santa Catarina. A devoção a Nossa Senhora das Graças e a “Medalha Milagrosa”, como ficou popularmente conhecida entre os povos, espalhou-se rapidamente, bem como os milagres e prodígios, conforme prometeu a Virgem Maria àqueles que usarem devotamente a sua medalha: “Todos os que a usarem, trazendo-a ao pescoço, receberão grandes graças”. Com a aprovação eclesiástica, as medalhas foram confeccionadas e distribuídas, inicialmente na França, e mais tarde pelo mundo todo.

Verso da Medalha
Após alguns instantes, o quadro se vira. Sobre o reverso, Catarina vê a letra “M” com uma cruz sobreposta e embaixo dois corações: o da esquerda cercado de espinhos e o da direita transpassado por uma espada. Doze estrelas distribuídas em forma oval cercam esse conjunto.

Terceira Aparição
Em dezembro de 1830, a Virgem Maria aparece pela terceira vez, apresentando a Santa Catarina os mesmos raios luminosos, dessa vez junto ao tabernáculo, e lhe confirma sua missão de cunhar a medalha.
Nossa Senhora das Graças é invocada em todo o mundo

O Dogma
Desde o ano de 1830, a invocação “Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós” é pronunciada várias vezes por cristãos no mundo todo. Em 8 de dezembro de 1854, Pio IX proclama o dogma da Imaculada Conceição.

A Festa
Em 1894, Papa Leão XIII concede a todas as Dioceses da França a festa na Manifestação da Virgem Imaculada, chamada de “Medalha Milagrosa”, a ser celebrada no dia 27 de novembro. Em julho de 1897, Papa Leão XIII, por meio de seu legado, coroou solenemente a imagem da Medalha Milagrosa.

Devoção
A devoção a Nossa Senhora das Graças e a Medalha Milagrosa está presente no mundo inteiro devido à propagação da devoção realizada pelos Padres Lazaristas, pelas Filhas da Caridade e por toda a Família Vicentina.

Oração a Nossa Senhora das Graças:

Sim, ó Virgem Santa, não esqueçais as tristezas dessa terra; lançai um olhar de vontade aos que estão no sofrimento, aos que não cessam de provar o cálice das amarguras da vida. Tende piedade dos que se amam e que estão separados pela discórdia, pela doença, pelo cárcere, exílio ou morte. Tende piedade dos que choram, dos que suplicam, e dai a todos o conforto, a esperança e a paz! Atendei, pois, a minha humilde súplica e alcançai-me as graças que agora fervorosamente vos peço por intermédio de vossa santa Medalha Milagrosa! Amém.

Minha oração

“ Ó Mãe querida, nos cuide e nos proteja das doenças, da violência, da miséria física e espiritual. Sede nossa Senhora em tudo o que temos e somos, porque a ti confiamos a nossa vida, sabendo que de ti não somos decepcionados, mas sempre vistos como filhos queridos. Amém.”
Nossa Senhora das Graças, rogai por nós!

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