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20 de mai de 2017

Oração a Nossa Senhora de Fátima

Nossa Senhora de Fátima vos abençoe!

Foto: Imagem Paroquia São João Batista- José Bonifácio-SP  





Santíssima Virgem,
que nos montes de Fátima
vos dignastes revelar aos três pastorinhos 
os tesouros de graças que podemos alcançar, 
rezando o santo rosário, 
ajudai-nos a apreciar sempre mais 
esta santa oração, a fim de que, 
meditando os mistérios da nossa redenção, 
alcancemos as graças que insistentemente 
vos pedimos (pedir a graça).

Ó meu bom Jesus, perdoai-nos, 
livrai-nos do fogo do inferno, 
levai as almas todas para o céu 
e socorrei principalmente 
as que mais precisarem. 

Nossa Senhora do Rosário de Fátima, 
rogai por nós.



13 de mai de 2017

Aparição de Nossa Senhora de Fátima

                  Olhar de amor da Mãe de Deus. 
                 Foto Rivaldo R.Ribeiro- Igreja Matriz-José Bonifácio-SP

Nossa Senhora de Fátima aparece a três crianças em Portugal.

Lúcia de Jesus dos Santos (de 10 anos),
Francisco Marto (de 9 anos)
Jacinta Marto (de 7 anos)

Afirmaram ter visto Nossa Senhora no dia 13 de Maio de 1917 quando apascentavam um pequeno rebanho na Cova da Iria, freguesia de Aljustrel, pertencente ao concelho de Ourém, Portugal.

A senhora vestida de branco traz consigo três segredos que deveriam ser revelado aos seus filhos, ela vem falar de amor, e trazer mensagens do seu santo filho,Jesus, devemos acolher a palavra de nossa santa Mãe.








Breve resumo do cortejo fúnebre da Irmã Lúcia de Jesus, vidente de Fátima, do recinto para a Basílica do Santuário, em 19 de Fevereiro de 2006. (Video by Virtual Net)





10 de mai de 2017

Oração de São Patrício contra feitiços e malefícios ( Seu dia 17 de Março)

Uma poderosa oração de proteção contra inimigos dos mundos físico e espiritual

Levanto-me, neste dia que amanhece,
Por uma grande força, pela invocação da Trindade,
Pela fé na Tríade,
Pela afirmação da unidade
Do Criador da Criação.
.
Levanto-me neste dia que amanhece,
Pela força do nascimento de Cristo em Seu batismo,
Pela força da crucificação e do sepultamento,
Pela força da ressurreição e ascensão,
Pela força da descida para o Julgamento Final.
.
Levanto-me, neste dia que amanhece,
Pela força do amor dos Querubins,
Em obediência aos Anjos,
A serviço dos Arcanjos,
Pela esperança da ressurreição e da recompensa,
Pelas orações dos Patriarcas,
Pelas previsões dos Profetas,
Pela pregação dos Apóstolos
Pela fé dos Confessores,
Pela inocência das Virgens santas,
Pelos atos dos Bem-aventurados.
.
Levanto-me neste dia que amanhece,
Pela força do céu:
Luz do sol,
Clarão da lua,
Esplendor do fogo,
Pressa do relâmpago,
Presteza do vento,
Profundeza dos mares,
Firmeza da terra,
Solidez da rocha.
.
Levanto-me neste dia que amanhece,
Pela força de Deus a me empurrar,
Pela força de Deus a me amparar,
Pela sabedoria de Deus a me guiar,
Pelo olhar de Deus a vigiar meu caminho,
Pelo ouvido de Deus a me escutar,
Pela palavra de Deus em mim falar,
Pela mão de Deus a me guardar,
Pelo caminho de Deus à minha frente,
Pelo escudo de Deus que me protege,
Pela hóstia de Deus que me salva,
Das armadilhas do demonio,
Das tentações do vício,
De todos que me desejam mal,
Longe e perto de mim,
Agindo só ou em grupo.
.
Conclamo, hoje, tais forças a me protegerem contra o mal,
Contra qualquer força cruel que ameace meu corpo e minha alma,
Contra a encantação de falsos profetas,
Contra as leis negras do paganismo,
Contra as leis falsas dos hereges,
Contra a arte da idolatria,
Contra feitiços de bruxas e magos,
Contra saberes que corrompem o corpo e a alma.
.
Cristo guarde-me hoje,
Contra veneno, contra fogo,
Contra afogamento, contra ferimento,
Para que eu possa receber e desfrutar a recompensa.
Cristo comigo, Cristo à minha frente, Cristo atrás de mim,
Cristo em mim, Cristo em baixo de mim, Cristo acima de mim,
Cristo à minha direita, Cristo à minha esquerda,
Cristo ao me deitar,
Cristo ao me sentar,
Cristo ao me levantar,
Cristo no coração de todos os que pensarem em mim,
Cristo na boca de todos que falarem em mim,
Cristo em todos os olhos que me virem,
Cristo em todos os ouvidos que me ouvirem.
.
Levanto-me, neste dia que amanhece,
Por uma grande força, pela invocação da Trindade,
Pela fé na Tríade,
Pela afirmação da Unidade,
Pelo Criador da Criação.

Clique AQUI e leia mais sobre São Patrício.

Fonte: https://pt.aleteia.org/

"Esta oração, que deve ser rezada todas as manhãs, foi escrita originalmente em Gaélico em meados do século V por São Patrício, e recebeu esse nome por seu enorme poder de proteção contra inimigos dos mundos físico e espiritual. 
É, também, considerada a mais antiga expressão de poesia vernácula européia."

16 de abr de 2017

RESSURREIÇÃO E APARIÇÃO A MARIA MADALENA:São João, 20 , 1-18



Apresentado pelo Arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte, dom Walmor Oliveira de Azevedo, o programa Mãe Maria é um tempo dedicado à reflexão e oração, à luz do Evangelho proposto pela liturgia de cada dia. Inspirada no exemplo de Nossa Senhora, a reflexão ilumina a realidade, o caminhar da Igreja e a vida de cada discípulo missionário de Cristo Jesus.

RESSURREIÇÃO E APARIÇÃO A MARIA MADALENA
São João, 20 , 1-18
"1.No primeiro dia que se seguia ao sábado, Maria Madalena foi ao sepulcro, de manhã cedo, quando ainda estava escuro. Viu a pedra removida do sepulcro. 2.Correu e foi dizer a Simão Pedro e ao outro discípulo a quem Jesus amava: Tiraram o Senhor do sepulcro, e não sabemos onde o puseram! 3.Saiu então Pedro com aquele outro discípulo, e foram ao sepulcro. 4.Corriam juntos, mas aquele outro discípulo correu mais depressa do que Pedro e chegou primeiro ao sepulcro.
5.Inclinou-se e viu ali os panos no chão, mas não entrou. 6.Chegou Simão Pedro que o seguia, entrou no sepulcro e viu os panos postos no chão. 7.Viu também o sudário que estivera sobre a cabeça de Jesus. Não estava, porém, com os panos, mas enrolado num lugar à parte.
8.Então entrou também o discípulo que havia chegado primeiro ao sepulcro. Viu e creu. 9.Em verdade, ainda não haviam entendido a Escritura, segundo a qual Jesus devia ressuscitar dentre os mortos.
10.Os discípulos, então, voltaram para as suas casas. 11.Entretanto, Maria se conservava do lado de fora perto do sepulcro e chorava. Chorando, inclinou-se para olhar dentro do sepulcro. 12.Viu dois anjos vestidos de branco, sentados onde estivera o corpo de Jesus, um à cabeceira e outro aos pés. 13.Eles lhe perguntaram: Mulher, por que choras? Ela respondeu: Porque levaram o meu Senhor, e não sei onde o puseram. 14.Ditas estas palavras, voltou-se para trás e viu Jesus em pé, mas não o reconheceu.
15.Perguntou-lhe Jesus: Mulher, por que choras? Quem procuras? Supondo ela que fosse o jardineiro, respondeu: Senhor, se tu o tiraste, dize-me onde o puseste e eu o irei buscar. 16.Disse-lhe Jesus: Maria! Voltando-se ela, exclamou em hebraico: Rabôni! (que quer dizer Mestre). 17.Disse-lhe Jesus: Não me retenhas, porque ainda não subi a meu Pai, mas vai a meus irmãos e dize-lhes: Subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus. 
18.Maria Madalena correu para anunciar aos discípulos que ela tinha visto o Senhor e contou o que ele lhe tinha falado."



VIGÍLIA PASCAL. POR QUE ESTAIS PROCURANDO ENTRE OS MORTOS AQUELE QUE ESTÁ VIVO? ELE NÃO ESTÁ AQUI. RESSUSCITOU !


Saudade, esperança, vigília, luz, vitória, Vida Nova - Frei Alvaci Mendes da Luz
Começamos o Sábado lembrando aquele que jaz no sepulcro. A manhã deste dia ainda é de recolhimento. Mas, fica sempre aquela cepa de certeza, aquele gostinho de esperança que brota do mais profundo da alma.
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A tarde chega, a noite cai. É hora da Vigília das Vigílias, como dizia Santo Agostinho, da luz das luzes, do poder da vida sobre a morte. Afinal, ressuscitado e vivo é o nosso Deus. É por isso que esta noite é tão cheia de significados e de símbolos: Liturgia do fogo e da luz; Liturgia da Palavra; Liturgia Batismal e Liturgia Eucarística. Somos, com Cristo, ressuscitados para uma vida nova; somos banhados na pia batismal como homens novos, porque “ele vive e podemos crer no amanhã”; somos povo que caminha rumo, não mais a terra prometida, mas rumo ao Reino dos céus; enfim, comungamos aquele que é o Senhor ressuscitado, nossa Páscoa.
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Tudo deveria refletir em nós a alegria que estamos sentindo. A Igreja, toda, iluminada pela luz do Filho do Deus Vivo, mergulhada no abismo de tão profundo mistério e envolvida com a missão de seu Divino Mestre, deveria cantar a uma só voz o “Aleluia”, guardado para este momento tão sublime. E lembrar que a partir deste momento, somos com Ele, ressuscitados para um mundo novo, alicerçado na paz, na justiça, no amor, na concórdia e na fraternidade, onde a Eucaristia brilha mais intensamente como lugar de partilha, de comunhão verdadeira e de ação. Não podemos esquecer que somos sinais, do Cristo ressuscitado.
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O tríduo termina com a oração das vésperas (tarde) do Domingo de Páscoa, que é o domingo dos domingos, como afirma Santo Atanásio, mas não a culminação de um tríduo preparatório, e sim a reafirmação da Vitória, já celebrada na grande Vigília do dia anterior.
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O maior tesouro da liturgia está nestes três dias, nos quais recordamos a Paixão, a Morte e a Ressurreição de Nosso Senhor. O Tríduo Pascal é a celebração mais importante na vida da Igreja, na há celebração, em ordem de grandeza que se possa colocar em seu nível. Assim, estes três dias são o centro não só do ciclo da Páscoa como tal, mas também de toda a liturgia e de toda a Igreja.
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Que possamos celebrar bem estes dias e que a certeza do Senhor que Vive e Reina, seja a maior das certezas de nossa vida cristã. O mistério pascal que celebramos nos dias do sagrado tríduo é a pauta e o programa que devemos seguir em nossas vidas.
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A descida do Senhor à mansão dos mortos - De uma antiga Homilia no grande Sábado Santo - Séc. IV
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Que está acontecendo hoje? Um grande silêncio reina sobre a terra. Um grande silêncio e uma grande solidão. Um grande silêncio, porque o Rei está dormindo; a terra estremeceu e ficou silenciosa, porque o Deus feito homem adormeceu e acordou os que dormiam há séculos. Deus morreu na carne e despertou a mansão dos mortos.
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Ele vai antes de tudo à procura de Adão, nosso primeiro pai, a ovelha perdida. Faz questão de visitar os que estão mergulhados nas trevas e na sombra da morte. Deus e seu Filho vão ao encontro de Adão e Eva cativos, agora libertos dos sofrimentos.
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O Senhor entrou onde eles estavam, levando em suas mãos a arma da cruz vitoriosa. Quando Adão, nosso primeiro pai, o viu, exclamou para todos os demais, batendo no peito e cheio de admiração: “O meu Senhor está no meio de nós”. E Cristo respondeu a Adão: “E com teu espírito”. E tomando-o pela mão, disse: “Acorda, tu que dormes, levanta-te dentre os mortos, e Cristo te iluminará.
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Eu sou o teu Deus, que por tua causa me tornei teu filho; por ti e por aqueles que nasceram de ti, agora digo, e com todo o meu poder, ordeno aos que estavam na prisão: ‘Saí!’; e aos que jaziam nas trevas: ‘Vinde para a luz!’; e aos entorpecidos: ‘Levantai-vos!’
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Eu te ordeno: Acorda, tu que dormes, porque não te criei para permaneceres na mansão dos mortos. Levanta-te dentre os mortos; eu sou a vida dos mortos. Levanta-te, obra das minhas mãos; levanta-te, ó minha imagem, tu que foste criado à minha semelhança. Levanta-te, saiamos daqui; tu em mim e eu em ti, somos uma só e indivisível pessoa.
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Por ti, eu, o teu Deus, me tornei teu filho; por ti, eu, o Senhor, tomei tua condição de escravo. Por ti, eu, que habito no mais alto dos céus, desci à terra e fui até mesmo sepultado debaixo da terra; por ti, feito homem, tornei-me como alguém sem apoio, abandonado entre os mortos. Por ti, que deixaste o jardim do paraíso, ao sair de um jardim fui entregue aos judeus e num jardim, crucificado.
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Vê em meu rosto os escarros que por ti recebi, para restituir-te o sopro da vida original. Vê na minha face as bofetadas que levei para restaurar, conforme à minha imagem, tua beleza corrompida.
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Vê em minhas costas as marcas dos açoites que suportei por ti para retirar de teus ombros o peso dos pecados. Vê minhas mãos fortemente pregadas à árvore da cruz, por causa de ti, como outrora estendeste levianamente as tuas mãos para a árvore do paraíso.
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Adormeci na cruz e por tua causa a lança penetrou no meu lado, como Eva surgiu do teu, ao adormeceres no paraíso. Meu lado curou a dor do teu lado. Meu sono vai arrancar-te do sono da morte. Minha lança deteve a lança que estava dirigida contra ti.
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Levanta-te, vamos daqui. O inimigo te expulsou da terra do paraíso; eu, porém, já não te coloco no paraíso mas num trono celeste. O inimigo afastou de ti a árvore, símbolo da vida; eu, porém, que sou a vida, estou agora junto de ti. Constituí anjos que, como servos, te guardassem; ordeno agora que eles te adorem como Deus, embora não sejas Deus.
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Está preparado o trono dos querubins, prontos e a postos os mensageiros, construído o leito nupcial, preparado o banquete, as mansões e os tabernáculos eternos adornados, abertos os tesouros de todos os bens e o reino dos céus preparado para ti desde toda a eternidade”.

CONFIRA A REFLEXÃO DE FREI VALDECIR SCHWAMBACH PARA A VIGÍLIA PASCAL:




No Caminhos do Evangelho de hoje, Frei Valdecir Schwambach fala sobre a celebração da Vigília Pascal e a importância dos seus símbolos.

http://pvfranciscanos.blogspot.com.br



25 de mar de 2017

EU SOU A LUZ DO MUNDO: JESUS CRISTO

Foto: Kleber A. Ribeiro
((Kleber Ribeiro)

                                      Clique na foto para ampliar

Note que nem a mais forte escuridão é capaz de reter um minusculo facho de luz.
E onde está a Luz as trevas do mundo nunca é capaz de penetrar.
( Eu sou a Luz mundo- Jesus Cristo).
Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida. (João 8:12)
PAZ E BEM!


São João 8, 12-30 
12 Falou-lhes outra vez Jesus: Eu sou a luz do mundo; aquele que me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida.
13.A isso, os fariseus lhe disseram: Tu dás testemunho de ti mesmo; teu testemunho não é digno de fé.
14.Respondeu-lhes Jesus: Embora eu dê testemunho de mim mesmo, o meu testemunho é digno de fé, porque sei de onde vim e para onde vou; mas vós não sabeis de onde venho nem para onde vou.
15.Vós julgais segundo a aparência; eu não julgo ninguém.
16.E, se julgo, o meu julgamento é conforme a verdade, porque não estou sozinho, mas comigo está o Pai que me enviou.
17.Ora, na vossa lei está escrito: O testemunho de duas pessoas é digno de fé (Dt 19,15).
18.Eu dou testemunho de mim mesmo; e meu Pai, que me enviou, o dá também.
19.Perguntaram-lhe: Onde está teu Pai? Respondeu Jesus: Não conheceis nem a mim nem a meu Pai; se me conhecêsseis, certamente conheceríeis também a meu Pai.
20.Estas palavras proferiu Jesus ensinando no templo, junto aos cofres de esmola. Mas ninguém o prendeu, porque ainda não era chegada a sua hora.
21.Jesus disse-lhes: Eu me vou, e procurar-me-eis e morrereis no vosso pecado. Para onde eu vou, vós não podeis ir.
22.Perguntavam os judeus: Será que ele se vai matar, pois diz: Para onde eu vou, vós não podeis ir?
23.Ele lhes disse: Vós sois cá de baixo, eu sou lá de cima. Vós sois deste mundo, eu não sou deste mundo.
24.Por isso vos disse: morrereis no vosso pecado; porque, se não crerdes o que eu sou, morrereis no vosso pecado.
25.Quem és tu?, perguntaram-lhe eles então. Jesus respondeu: Exatamente o que eu vos declaro.
26.Tenho muitas coisas a dizer e a julgar a vosso respeito, mas o que me enviou é verdadeiro e o que dele ouvi eu o digo ao mundo.
27.Eles, porém, não compreenderam que ele lhes falava do Pai.
28.Jesus então lhes disse: Quando tiverdes levantado o Filho do Homem, então conhecereis quem sou e que nada faço de mim mesmo, mas falo do modo como o Pai me ensinou.
29.Aquele que me enviou está comigo; ele não me deixou sozinho, porque faço sempre o que é do seu agrado.
30.Tendo proferido essas palavras, muitos creram nele.

24 de mar de 2017

OS DOIS MAIORES MANDAMENTOS- Marcos 12: 28-34


Apresentado pelo Arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte, dom Walmor Oliveira de Azevedo, o programa Mãe Maria é um tempo dedicado à reflexão e oração, à luz do Evangelho proposto pela liturgia de cada dia. 
Inspirada no exemplo de Nossa Senhora, a reflexão ilumina a realidade, o caminhar da Igreja e a vida de cada discípulo missionário de Cristo Jesus.

OS DOIS MAIORES MANDAMENTOS Marcos 12, 28-34

28.Achegou-se dele um dos escribas que os ouvira discutir e, vendo que lhes respondera bem, indagou dele: Qual é o primeiro de todos os mandamentos?
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29.Jesus respondeu-lhe: O primeiro de todos os mandamentos é este: Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor;30.amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu espírito e de todas as tuas forças.
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31.Eis aqui o segundo: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Outro mandamento maior do que estes não existe.
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32.Disse-lhe o escriba: Perfeitamente, Mestre, disseste bem que Deus é um só e que não há outro além dele.
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33.E amá-lo de todo o coração, de todo o pensamento, de toda a alma e de todas as forças, e amar o próximo como a si mesmo, excede a todos os holocaustos e sacrifícios.
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34.Vendo Jesus que ele falara sabiamente, disse-lhe: Não estás longe do Reino de Deus. E já ninguém ousava fazer-lhe perguntas.




18 de mar de 2017

São José rogai por nós!



São José rogai por nós!

SANTÍSSIMO SACRAMENTO: Visitai-O com frequência é terás muitas graças.

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São João Bosco dizia:

Quereis que o Senhor vos dê muitas graças? Visitai-O muitas vezes. Quereis que Ele vos dê poucas graças? Visitai-O raramente. 
Quereis que o demônio vos assalte? Visitai raramente a Jesus Sacramentado. 
Quereis que o demônio fuja de vós? Visitai a Jesus muitas vezes. 
Quereis vencer o demônio? Refugiai-vos sempre aos pés de Jesus. Quereis ser vencidos? Deixai de visitar Jesus. 
Meus caros, a visita ao Santíssimo Sacramento é um meio muito necessário para vencer o demônio. Portanto, ide frequentemente visitar Jesus, e o demônio não terá vitória contra vós.


27 de fev de 2017

PORQUÊ SOMOS CONTRA AO OFERECIMENTO DE BEBIDAS ALCOÓLICAS EM QUERMESSES E FESTAS RELIGIOSAS

Quando frequentamos uma quermesse em louvor a um Santo da Igreja ou outra festa religiosa, com frequência em muitas Paróquias são oferecidas bebidas alcoólicas, isso sem considerar a frequência de muitos jovens exatamente  por serem festas familiares, que por uma inconsequência desapercebida ingerem algum copo de cerveja.
Muitos pais podem alegar: isso não faz mal algum, mas são exemplos nocivos para mente desses jovens testemunhar muitos adultos ingerirem tais bebidas inclusive seus próprios pais.
E infelizmente com esses maus exemplos dentro do próprio espaço da Igreja, pode estar o inicio de um futuro alcoólatra ou dependente de outra droga. Uma contradição, pois a Igreja prega contra o alcoolismo e funciona como educadora social e religiosa.

Vejam o vídeo abaixo:



Se quiserem ver mais vídeos sobre o assunto cliquem no título no vídeo para abrir outra janela no Youtube e ficarás tristemente surpresos.



18 de fev de 2017

Clipe Proclamar a Palavra:compartilhe nas redes sociais, apresente em sua paróquia!



A Arquidiocese de Belo Horizonte apresenta o clipe da canção do Projeto de Evangelização Proclamar a Palavra.
A letra é do arcebispo dom Walmor, música de Kennia e Rogério Henrique, direção musical de Alleton Melo.
O clipe foi produzido pela TV Horizonte, na Rede Catedral de Comunicação Católica da Arquidiocese de Belo Horizonte.

Veja, compartilhe nas redes sociais, apresente em sua paróquia!




11 de fev de 2017

MÃE MARIA. HOJE SOBRE A FESTA DE NOSSA SENHORA DE LOURDES, AJUDA AOS ATRIBULADOS, EXCLUÍDOS E CUIDADOS AOS ENFERMOS.EVANGELHO MARCO 8, 1-10



Apresentado pelo Arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte, dom Walmor Oliveira de Azevedo, o programa Mãe Maria é um tempo dedicado à reflexão e oração, à luz do Evangelho proposto pela liturgia de cada dia. Inspirada no exemplo de Nossa Senhora, a reflexão ilumina a realidade, o caminhar da Igreja e a vida de cada discípulo missionário de Cristo Jesus.

MARCOS 8, 1-10 

1 Naqueles dias, como fosse novamente numerosa a multidão, e não tivessem o que comer, Jesus convocou os discípulos e lhes disse:2 Tenho compaixão deste povo. Já há três dias perseveram comigo e não têm o que comer.
3 Se os despedir em jejum para suas casas, desfalecerão no caminho; e alguns deles vieram de longe!
4 Seus discípulos responderam-lhe: Como poderá alguém fartá-los de pão aqui no deserto?

5 Mas ele perguntou-lhes: Quantos pães tendes? Sete, responderam.

6 Mandou então que o povo se assentasse no chão. Tomando os sete pães, deu graças, partiu-os e entregou-os a seus discípulos, para que os distribuíssem e eles os distribuíram ao povo.
7 Tinham também alguns peixinhos. Ele os abençoou e mandou também distribuí-los.
8 Comeram e ficaram fartos, e dos pedaços que sobraram levantaram sete cestos.
9 Ora, os que comeram eram cerca de quatro mil pessoas. Em seguida, Jesus os despediu.
10 E embarcando depois com seus discípulos, foi para o território de Dalmanuta.

A impressionante história de Nossa Senhora de Lourdes



No dia 11 de fevereiro de 1858, a Santíssima Virgem Maria aparecia à humilde Bernadete Soubirous, para pedir à Igreja oração e penitência pela conversão dos pecadores. 
As mensagens de Nossa Senhora, saídas da gruta de Massabielle, nos arredores da cidade francesa de Lourdes, até hoje ecoam no coração dos fiéis que, maravilhados com o amor da Mãe que veio ao encontro de Santa Isabel e vem, agora, ao encontro de seu povo, peregrinam à França buscando alívio para o corpo e para a alma.

Web: https://padrepauloricardo.org
Twitter: https://twitter.com/padre_paulo
Facebook: https://www.facebook.com/padrepaulo


Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós!

ORAÇÃO A NOSSA SENHORA DE LOURDES


Ó Virgem puríssima, Nossa Senhora de Lourdes,que vos dignastes aparecer a Bernadete, no lugar solitário de uma gruta, para nos lembrar que é no sossego e recolhimento que Deus nos fala e nós falamos com Ele. Ajudai-nos a encontrar o sossego e a paz da alma que nos ajudem a conservar-nos sempre unidos a Deus.
Nossa Senhora da gruta, dai-me a Graça que vos peço e que tanto preciso; (pedir a graça)...
Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós!
Amém!
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Rezar 1 Pai Nosso, 1 Ave Maria e 1 Glória ao Pai
Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós!
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Dóceis ao convite de vossa voz maternal, Ó Virgem Imaculada de Lourdes, acorremos a vossos pés junto da humilde gruta onde vos dignastes aparecer para indicar aos que se extraviam, o caminho da oração e da penitência, e para dispensar aos que sofrem, as graças e os prodígios da vossa soberana bondade.
.
Recebei, Rainha compassiva, os louvores e as súplicas que os povos e as nações oprimidos pela amargura e pela angústia elevam confiantes a vós. Ó resplandecente visão do paraíso, expulsai dos espíritos - pela luz da fé - as trevas do erro. Ó místico rosário com o celeste perfume da esperança, aliviai as almas abatidas. Ó fonte inesgotável de água salutar com as ondas da divina caridade, reanimai os corações áridos.
.
Fazei que todos nós, que somos vossos filhos por vós confortados em nossas penas, protegidos nos perigos, sustentados nas lutas, nos amemos uns aos outros e sirvamos tão bem ao vosso doce Jesus que mereçamos as alegrias eternas junto a vosso trono no céu. Amém.


Oração composta pelo Papa Pio XII



NOSSA SENHORA DE LOURDES(11 de fevereiro)



ORAÇÃO -
Nossa Senhora de Lourdes, quando aparecestes à menina Bernardette, disseste-lhe: "Eu sou a imaculada Conceição". 
Fostes concebida no ventre de Vossa Mãe, a Senhora de Sant'Ana, isenta da mancha do pecado original.
Rogo-vos, pois, sede a minha advogada perante o Vosso Amado Filho. 

Protegei-me com o vosso manto puríssimo, mais alvo do que neve. 
Dá-nos que possamos viver em paz e que a concórdia reine entre todos os povos.
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Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós. 

Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós nós que recorremos a Vós. 
Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós, que recorremos a Vós.
(Rezar 1 Ave Maria e 1 Salve Rainha)

ORAÇÃO A NOSSA SENHORA DE LOURDES


Ó Virgem puríssima, Nossa Senhora de Lourdes, que vos dignastes aparecer a Bernadete, no lugar solitário de uma gruta, para nos lembrar que é no sossego e recolhimento que Deus nos fala e nós falamos com Ele. Ajudai-nos a encontrar o sossego e a paz da alma que nos ajudem a conservar-nos sempre unidos a Deus.
Nossa Senhora da gruta, dai-me a Graça que vos peço e que tanto preciso; (pedir a graça)...
Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós!
Amém!
Rezar 1 Pai Nosso, 1 Ave Maria e 1 Glória ao Pai

Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós!


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Dóceis ao convite de vossa voz maternal, Ó Virgem Imaculada de Lourdes, acorremos a vossos pés junto da humilde gruta onde vos dignastes aparecer para indicar aos que se extraviam, o caminho da oração e da penitência, e para dispensar aos que sofrem, as graças e os prodígios da vossa soberana bondade.
. Recebei, Rainha compassiva, os louvores e as súplicas que os povos e as nações oprimidos pela amargura e pela angústia elevam confiantes a vós. Ó resplandecente visão do paraíso, expulsai dos espíritos - pela luz da fé - as trevas do erro. Ó místico rosário com o celeste perfume da esperança, aliviai as almas abatidas. 
Ó fonte inesgotável de água salutar com as ondas da divina caridade, reanimai os corações áridos.
. Fazei que todos nós, que somos vossos filhos por vós confortados em nossas penas, protegidos nos perigos, sustentados nas lutas, nos amemos uns aos outros e sirvamos tão bem ao vosso doce Jesus que mereçamos as alegrias eternas junto a vosso trono no céu. Amém.

Oração composta pelo Papa Pio XII

31 de jan de 2017

Oração a Dom Bosco para obter alguma graça especial




Oh, Dom Bosco Santo, quando estavas nesta terra, não havia ninguém que, acudindo a Vós, não fosse, por Vós mesmo, benignamente recebido, consolado e ajudado. Agora, no céu, onde a caridade atinge a perfeição, deve arder vosso grande coração em amor até os necessitados!
Vede, pois, minhas presentes necessidades e ajudai-me, obtendo-me do Senhor (pede-se a graça).
Também vós haveis experimentado, durante a vida, privações, enfermidades, contradições, incertezas do porvir, ingratidões, afrontas, calúnias e perseguições, por isso sabeis que coisa é sofrer. Pois, oh, Dom Bosco Santo, volvei até mim vosso bondoso olhar e obtende do Senhor quanto peço, se é vantajoso para minha alma; ou se não, obtende alguma outra graça que me seja ainda mais útil, e uma conformidade filial à divina vontade em todas as coisas; ao mesmo tempo, uma vida virtuosa e uma santa morte.
Assim seja.

25 de jan de 2017

25/JAN: São Paulo

No início do cristianismo, nenhum homem se entregou tão generosamente ao seguimento de Jesus, como Paulo de Tarso (3 - 60). Na sua pequena cidade natal vivia-se o mundo todo, pois lá circulavam livremente as três grandes culturas da época: a hebraica, a grega e a romana.
Podemos dividir a vida de São Paulo em duas partes. Nos 30 primeiros anos, de Tarso até Damasco, aparece mais o 'perseguidor'; nos outros 30 anos, de Damasco até Roma, onde ele morrerá decapitado, temos o 'seguidor' de Jesus, o discípulo missionário..
No início desse processo, Saulo combateu sem tréguas os seguidores do Nazareno, pois via neles os inimigos da religião revelada. Depois, seguirá Jesus com um ardor apaixonado. Paulo não conhece meio termo: de inimigo feroz se fez amigo e, como todo convertido, detesta a mediocridade.
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Como aconteceu esta mudança?
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Corria o ano 36 da nossa era. O fanático Saulo se dirige para Damasco querendo acabar com estes judeus desvairados, discípulos de Jesus. Ele já tinha feito isso na Judeia, quando participou do apedrejamento de santo Estêvão em Jerusalém.
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As comunidades cristãs o temiam, pois ele era cruel, frio e desumano.
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Pois bem, quando estava às portas de Damasco foi derrubado misteriosamente pelo amor do Ressuscitado, acontecendo coisas profundíssimas na sua mente e no seu coração, como destaca a famosa pintura de Caravaggio (1600) revestindo Saulo com o sangue de Cristo (vermelho/púrpura!). Veja como foi:
- Por que me persegues?... Pergunta direta. É o grito do pobre e do oprimido que confronta o seu opressor.
- Quem és tu, Senhor? Resmungou Saulo, abalado por aquela primeira pergunta.
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Diálogo angustiado e arredio. Desde a morte brutal do diácono Estêvão, sua alma se transformara num verdadeiro campo de batalha... Eis agora Saulo pelo chão, caído, cegado, repassando sua vida... Seus olhos jamais enxergaram tanto e em tão pouco tempo. Jesus Ressuscitado veio ao seu encontro!
- Eu sou Jesus, a quem tu persegues! O coração de Saulo bateu fortemente. Desmoronava um estilo prepotente de vida e começava a nascer o melhor discípulo. Paulo será o triunfo da razão e da fé sobre o fanatismo da lei.
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Você já percebeu como nos momentos mais importantes da vida, quando precisamos tomar decisões importantes, mil pensamentos perpassam pela nossa cabeça? Quase um terremoto! Só depois, com o passar do tempo, a paz se instala no próprio coração. Paulo experimentou o amor misericordioso de Jesus salvando-o. Então, veio a pergunta existencial e fundamental:
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- Senhor, que queres que eu faça?...
Se ele fizera tanto contra Cristo quanto não fará mais por ele?
Desde então, Paulo percorrerá países falando de Jesus e fortalecendo as incipientes comunidades cristãs. Um dia, o prenderam e o denunciaram... Que ironia, de perseguidor passou a ser perseguido e condenado à morte. Eis o que este homem tinha em Roma: Uma velha capa, para defender-se do frio, e uns pergaminhos... De quem nada mais esperava do mundo tudo pode o mundo esperar! .
A espada do carrasco cortou, por fim, sua cabeça. Era o ano 60 da era cristã: Pelejei o bom combate, terminei a minha carreira... Guardei a fé!
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Precisamos de mais discípulos de Jesus, como Paulo..
Uma pergunta: O que você fez, faz e pode fazer por Jesus?

Pe. J. Ramón F. de la Cigoña sj

MENINO JESUS DE PRAGA- HISTÓRIA (DIA 25 DE CADA MÊS)

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          Imagem exposta na Igreja Matriz em José Bonifácio-SP-
Foto Rivaldo R.Ribeiro


O Menino Jesus de Praga História

Esta devoção, embora já muito conhecida, precisa de ser explicada para que o povo todo possa apreciar a sua origem, os seus fundamentos teológicos, a sua importância soberana e a sua utilidade actual.A devoção ao Menino Jesus data de Belém; passou pelos anjos, por Maria e José, pelos pastores e Reis Magos e é continuada pelos santos através dos séculos, seguindo ainda o seu curso sempre ascendente. Tomou uma forma concreta e universal sob o título do Menino Jesus de Praga. E sob este título, essa devoção foi eminentemente carmelitana em sua origem, até que se tornou tesouro universal do cristianismo. É na verdade uma flor delicada e divina que germinou e floriu no jardim do Carmelo e que, desabrochando sob o calor vivificador da Chama Divina, despede pelo mundo inteiro o seu consolador e suave aroma.O CONVENTO DE PRAGAO Soberano Pontífice Paulo V nomeou o venerável P. Domingos de Jesus Maria (Geral dos Carmelitas Descalços e confessor de Sua Santidade), seu Legado junto do Imperador da Áustria, Fernando II, que defendia os direitos de Deus e da Igreja Católica contra o príncipe palatino de Pfalz, encarniçado calvinista, que se apoderou do trono e se fez coroar rei na cidade de Praga. Fernando II pôs toda a sua esperança na intercessão de Maria Santíssima e nas orações do Venerável P. Domingos. No dia da Assunção o Senhor revelou a este santo religioso a vitória dos exércitos católicos. Antes de entrar na batalha, impôs o Escapulário do Carmo ao Imperador da Áustria, ao Duque da Baviera e a todos os soldados; monta a cavalo e, tendo o Crucifixo numa das mãos e mostrando com a outra um quadrozinho da Sagrada Família, que tinha sido profanado pelos hereges, exorta os soldados a implorar a protecção de Maria contra os inimigos do catolicismo. Três horas bastaram para dispersar o grande exército calvinista de 100.000 homens. O Imperador como testemunho de gratidão, fundou conventos de Carmelitas em Viena, Gratz e Praga.

É este convento de Praga que o Menino Jesus vai escolher para fazer brilhar o seu poder e amor soberanos.

A princesa Polyxene de Lobskowitz

Era uma das senhoras mais distintas e piedosas do seu tempo, conhecedora da voluntária pobreza em que viviam os Padres Carmelitas e da grande estima que o povo cristão lhes tributava depois da miraculosa vitória da Montanha Branca, obtida pelas orações do Venerável P. Domingos. Possuía, entre as suas lembranças de família, a imagem do Menino Jesus, que sua mãe, princesa Manrique de Lara (da família real de Espanha), lhe tinha oferecido como o mais valioso presente do casamento; ela, por sua vez tinha-a recebido de Santa Teresa de Jesus.Em 1628, esta piedosa princesa, como impelida por uma força superior, compreende que deve desprender-se daquela prenda querida e entregá-la aos Padres Carmelitas, que ficariam como os seus melhores e mais devotos custódios. Apresenta-se de facto no convento, e diante de toda a comunidade, entrega ao Padre Prior, venerável

Fr. João Luís da Assunção, a belíssima imagem, dizendo-lhe: «Meu Padre, eu vos dou o que tenho de mais querido. Honrai esta imagem do Menino Deus e nada vos faltará». A imagem foi exposta à veneração dos religiosos no coro-oratório, onde tinham lugar os actos piedosos da comunidade.


As palavras da augusta dadora verificaram-se à risca. Deus prodigalizou as suas graças ao convento que possuía o Divino Menino: nunca lhes faltou o necessário; foi cumulado de bênçãos espirituais e temporais enquanto ali preservou a devoção ao Menino Jesus (Crónicas dos Carmelitas Descalços da Província de Áustria).



Profanação da imagem


Em 1631, os protestantes voltaram a ocupar a cidade de Praga; saquearam igrejas e conventos espalhando por toda a parte o incêndio e a pilhagem. A imagem do Menino Jesus não escapou à fúria devastadora dos inimigos do catolicismo: quebraram-lhe as mãos e atiraram-na para um canto. Assim, a veneranda imagem ficaria sepultada debaixo dos escombros, e sem os seus fiéis devotos, pois os Carmelitas viram-se obrigados a fugir para não perecerem em tamanha hecatombe. O terror, a miséria e a desolação reinavam na cidade de Praga e nos seus habitantes, ameaçados de morte pelos ferozes invasores.


Encontro da imagem

Foi precária a paz de 1635 que trouxe os Carmelitas ao seu antigo convento, quase todo ele em ruínas. Por falta de meios e de pessoal, foram demorados os trabalhos de restauração, empreendidos por sua vez num ambiente de insegurança e timidez, provenientes da presença dos protestantes. Os religiosos, sumidos na mais espantosa miséria e reduzidos à extrema indigência, erguiam ao céu as mais ardentes súplicas a fim de obter uma verdadeira paz e alívio nas terríveis dificuldades que estavam atravessando. Os seus pedidos – com grande espanto dos religiosos – não eram atendidos no céu. O que esclareceu esta confusa e difícil situação foi a vinda do P. Cirilo da Mãe de Deus em 1637, que outrora tinha estado no Noviciado de Praga, e que era devotíssimo do Menino Jesus. Este santo religioso, compreendendo que Deus não queria abençoar a comunidade e a cidade enquanto o Menino Jesus não fosse honrado como merecia, pediu ao Superior licença para procurar a imagem do Menino Jesus, dizendo-lhe: «Se nós O honrarmos de novo, Ele nos dará segurança». Obtida a licença, após reiterados esforços tem a grande felicidade de encontrar a tão desejada imagem atrás do altar.

Fala a imagem

Logo que foi colocada no coro a imagem veneranda, entre cânticos e lágrimas dos religiosos, o inimigo, que durante seis longos anos tinha cercado a cidade de Praga, levanta o cerco; e o convento, que vivia sumido na mais desoladora miséria, vê-se provido do preciso para viver com desabafo. Estes dois factos foram o princípio duma nova era no culto da santa imagem e o início de outros inúmeros prodígios e favores.Os bons religiosos recorriam em tudo ao Menino Jesus e, movido por especial fervor, o venerando Padre Cirilo passava horas e horas em oração diante do seu Reizinho. Um dia em que estava ajoelhado para Lhe tributar as suas homenagens, ouviu claramente a voz do Menino Jesus que lhe diria: «Tende piedade de Mim, e Eu terei piedade de vós; restituí-Me as minhas mãos, e Eu vos darei a paz. Quanto mais Me honrardes, mais Eu vos favorecerei».Estas ternas palavras, que encerram três belas promessas, são a garantia mais segura para as almas que a Ele recorrem em demanda de paz para os seus espíritos atribulados e de bênção para as necessidades espirituais e materiais.Reparação da imagemO Venerável Padre Cirilo recorreu logo ao Superior, certo de que a imagem ia ser consertada, mas o Superior entendeu que uma estátua mais bonita e mais rica seria melhor, e por isso a antiga foi posta de lado. O P. Cirilo teve que obedecer, mas Deus manifestou o seu descontentamento. No mesmo dia da inauguração da nova imagem, um candelabro chumbado na parede desprende-se repentinamente e reduz a mil pedaços a imagem; ao mesmo tempo caía o Superior gravemente doente não podendo acabar o seu triénio de mandato.Nomeado o novo Prior, o zeloso P. Cirilo pede-lhe imediatamente que mande reparar as mãozinhas do Menino Jesus mutilado, mas ouve esta resposta desconcertante: «Não podemos fazer esta despesa agora em que o restauro da Igreja e do convento exige gravíssimos sacrifícios». Mas a palavra de Deus, embora Menino, é omnipotente, e Ele não deixará de realizar os seus altíssimos desígnios. A comunidade volta a cair na miséria, a peste assola a cidade, alguns religiosos morrem vitimados pela peste e o próprio Prior fica gravissimamente atingido, em perigo de morte. E então, de acordo com a comunidade, manda celebrar dez missas diante da imagem do Menino e propagar a sua terna devoção. Cumprida a promessa das dez missas, fica curado e, quer o Prior, quer os outros religiosos, depositaram a sua confiança no Milagroso Menino Jesus.

A imagem, porém, não foi reparada, e muitas vezes o P. Cirilo desabafava a sua dor aos pés do Divino Infante, até que um dia ouve a mesma voz dizer-lhe: «Põe-Me à entrada da sacristia e alguém terá piedade de Mim». O Padre obedeceu logo, e a antiga imagem, com as mãos quebradas, foi colocada à entrada da sacristia. Um estrangeiro, chamado Daniel Wolf, quis tomar à sua conta a restauração da imagem e foi imediatamente favorecido por Deus. Este estrangeiro vergado ao peso dum processo, porque o acusavam de desempenhar mal as suas funções de Comissário de guerra, perdera já o seu lugar e ia ficando arruinado. Logo que se encarregou da restauração da imagem, o processo foi arquivado, mereceu as graças do Soberano e a sua fortuna restabeleceu-se.


Rápido desenvolvimento

A devoção ao Menino Jesus tinha-se conservado até este período na intimidade e solidão do convento, especialmente no Santo Noviciado. O bem-estar, tanto espiritual como material do convento, dependia visivelmente dos maiores ou menores cuidados que tinham com a imagem do «Pequenino-Grande», e narra a história que alguns Carmelitas foram, várias vezes, cruelmente punidos por não terem rodeado a querida imagem das honras que Lhe eram devidas.


Culto público



Os Padres Carmelitas fundados em muitas provas de protecção recebidas do Menino Jesus, reconheceram que tinham no convento um tesouro de incalculável valor, que não podia ficar por mais tempo escondido, mas que devia ser exposto à pública veneração.A Baronesa Catarina de Lobskowitz, dirigida do Padre Cirilo e alma santa, mandou erigir um magnífico altar para nele colocar a prodigiosa estátua do Menino Jesus. E rodeada por um cortejo branco de religiosos foi transportada do convento para a Igreja, onde a colocaram sobre o altar que com tanto cuidado Lhe tinham preparado, sendo cantada a missa em sua honra.


Foi então que pela primeira vez se rendeu culto público à imagem do Menino Jesus de Praga.


A admirável visão do P. Cirilo


O «devoto capelão» do Menino Jesus via com grandíssimo agrado o seu «Pequeno-Grande» ser cada vez mais amado pelos religiosos e pelo povo. Mas ninguém estava satisfeito; de toda a parte se pedia a construção duma Igreja exclusiva d’Ele. Este era também o desejo dos Padres Carmelitas.Tais aspirações foram confirmadas pela Santíssima Virgem, que apareceu ao seu venerável servo P. Cirilo. Ao princípio das matinas envolvida numa nuvem e rodeada por multidão de anjos e indicando com o dedo um lugar determinado diz: «Edificar-se-á aqui uma Igreja ao meu Filho». No dia seguinte o P. Cirilo corre ao lugar indicado pela Virgem, e com imensa alegria vê as linhas demarcativas da Igreja.O Prior dos Carmelitas Descalços manifestou os seus desejos aos piedosos e ilustres barões de Lobskowitz. Estas almas devotas, honradas com tão agradável convite, tomaram à sua conta a construção da nova Igreja, que foi benzida em 1644; estava pegada à primitiva Igreja de Nossa Senhora da Vitória. A veneranda imagem, rodeada por um magnífico cortejo e seguida por imenso povo, foi transportada solenemente ficando assim a tomar conta do seu novo Santuário onde se constituíram missas perpétuas. A 14 de Janeiro de 1651, o Eminentíssimo Sr. Cardeal, Arcebispo de Praga, consagrou o altar com singular júbilo do povo cristão.


O Conde Bernardo de Martinitz, grande Marquês da Boémia, mandou-Lhe fazer uma coroa de ouro, ornada de pérolas e diamantes, cuja elegância igualava à riqueza. E a imagem foi coroada a 4 de Abril de 1655 por Monsenhor José Corti, Bispo Auxiliar do Eminentíssimo Cardeal de Praga, doente nessa ocasião.


A gratidão do Menino Jesus


O novo Santuário com o preciosíssimo altar do Menino Jesus foi um verdadeiro trono de graças e favores extraordinários. A Casa de Lobskowitz foi a alma desta grande empresa: a construção do Santuário. Rapidamente experimentaram aqueles bons senhores a protecção do Menino Jesus. Um filho daquela Casa encontrava-se na iminência de perder a sua honra e a sua quantiosa fortuna. Refugiou-se na Igreja dos Carmelitas, e lá, aos pés do Menino Jesus, fez, com a mais viva fé, este juramento: «Eu, o abaixo assinado, hoje, dia de São João Baptista, comprometo-me a fundar uma renda perpétua em favor do meu amadíssimo Menino Jesus, venerado nos Carmelitas Descalços de Praga. Em fé deste juramento, junto a Deus por testemunha. Feito a 24 de Junho de 1643. Fernando Cristóvão, Barão de Lobskowitz».Logo que fez a sua grande promessa, sentiu que a sua oração tinha sido atendida, pelo que voltou à casa paterna livre de todo o perigo e aflição.As graças e favores obtidos pela devoção ao Menino Jesus eram cada vez mais numerosas, como atestam os ex-votos oferecidos ao Divino Infante. No mesmo dia em que o Santuário foi inaugurado, o Conde Ernesto de Chilick teve um ataque fortíssimo de gota; o caso era considerado pelos médicos como completamente desesperado. Não tendo mais nenhuma esperança, enviou ao Santuário do Menino Jesus ricos presentes para obter uma boa morte. No entanto, prometeu que, se num caso inesperado ele recuperasse a saúde, instituiria uma missa semanal em louvor do Divino Infante. No dia seguinte estava completamente curado.A partir de 1642 a devoção ao Menino Jesus de Praga, como já era chamado, tomou tal incremento, que o clero e o povo acorriam constantemente ao Santuário do «Menino-Grande» a fim de agradecer os grandes benefícios que lhes dispensara e pedir novos favores para a Igreja e para a Pátria.


Ante aquela imagem vinham prostrar-se o plebeu e o nobre, o inocente e o pecador, os grandes e os pequenos, especialmente as crianças, pelas quais o Menino Jesus tem uma predilecção especialíssima; ante aquela imagem expunham-se os negócios árduos e as grandes aflições. E todos eram atendidos segundo a fé e a confiança que no Menino Jesus depositavam. Por isso foi e continua a ser chamado Menino Jesus Taumaturgo, Miraculoso, Mila-groso.



Milagres durante a peste


O ano de 1713, foi para a cidade e arredores de Praga dos mais desastrosos. A peste devastou a população. Basta dizer que, só desde o dia 22 de Agosto deste ano até Março do ano seguinte vitimou mais de 20.000 pessoas e perto de dois milhões de cabeças de gado. Nesta terrível conjuntura o povo não esqueceu o seu celeste protector. Os Padres Carmelitas diziam missa no Santuário e recitavam as ladainhas do Santo Nome de Jesus. O povo corria ali, desde o romper do dia até à tarde, em multidão, e quando se fechava a Igreja, muitos ainda pediam a graça de os deixar entrar, visto não terem antes conseguido um lugar.Narram os historiadores que era verdadeiramente comovedor ver esta multidão invadir o Santuário e pedir de joelhos ao Menino Jesus a sua protecção divina contra o terrível flagelo da peste. A sua confiança não os enganou: constatou-se que os que recorriam à Sua divina protecção não eram atacados por este mal terrível. Houve no entanto um facto que chamou a atenção, e que contribuiu para mostrar a eficácia da devoção ao Menino Jesus. Um fervoroso cristão, chamado Maloiski, foi atacado pela mortífera peste. Não estando em condições de ir orar diante da imagem do Santuário, deitou-se na cama cheio de confiança, depois de invocar a protecção do Divino Infante, de quem era devotíssimo. Sobreveio-lhe um sono profundo e, quando acordou, o mal tinha desaparecido. Uma mulher de Praga, tendo ouvido este facto, não quis acreditar na sua possibilidade e riu-se da devoção à qual o homem devia a sua cura. No mesmo dia sentiu-se atacada pela peste e no dia seguinte estava morta.


Estes e outros inúmeros prodígios operados pelo Menino Jesus concorreram eficazmente para que esta devoção tomasse um rápido incremento em toda a Europa e, atravessando o Atlântico e o Pacífico, chegasse aos últimos confins da terra como corrente vivificadora e consoladora.


É a devoção mais simpática

O motivo é muito simples e evidente. Apresenta-nos a Jesus na fase mais encantadora da sua vida: a INFÂNCIA. E a infância é, indiscutivelmente, a idade mais bela – também a mais feliz – em todo o sentido: humana e divinamente.

A idade mais bela humanamente! As crianças têm encantos incomparáveis, únicos! A criança é a flor mais mimosa, mais delicada, mais encantadora que há no mundo; que a todos agrada e a ninguém desgosta; que faz vibrar os sentimentos mais recônditos da alma e que, com uma força irresistível, cativa os corações. Um lar sem crianças é como um vaso sem flores.É também a mais bela divinamente! Jesus teve pelas crianças uma especialíssima predilecção. «Deixai, dizia Ele, as criancinhas e não as impeçais de vir a Mim, pois delas é o reino dos céus» (Mt 19, 14). E Jesus, sempre tão comedido nas suas manifestações afectivas, derramava nas crianças as ternuras mais delicadas do seu puríssimo coração: «Depois, tomou-as nos braços e abençoou-as, impondo-lhes as mãos» (Mc 10, 16). Só para as crianças reservava estas ternuras.O Menino Jesus tem todos os encantos duma criança; mais: os encantos todos duma criança que é ao mesmo tempo Deus. Jesus pequenino inspira-nos uma confiança sem limites, uma intimidade carinhosa. Quem é que tem medo duma criança? Jesus «grande» inspira-nos um amor de intimidade. Jesus na cruz atrai-nos pela grandeza dos seus sofrimentos, na Eucaristia pela sublimidade do seu amor... na Infância pela suavidade dos seus encantos humano-divinos.

A devoção ao Menino Jesus tem a grandíssima vantagem de arrebatar os corações com os seus encantos divinamente infantis, colocando-nos num ambiente de intimidade total com Deus e, por isso mesmo, de quase naturalmente introduzir-nos no caminho da Infância espiritual, que é a celestial mensagem de santidade ensinada por Santa Teresinha do Menino Jesus.


É uma devoção de grandíssima utilidade


O coração de Jesus Menino está animado por um veementíssimo desejo de ABENÇOAR, e abençoar a TODOS e SEMPRE. Na sua imagem vêmo-l’O com a sua mãozinha direita levantada como para abençoar; não é a mãozinha duma criança impotente, mas a MÃO infinitamente PODEROSA, OMNIPOTENTE de um Deus humanado e que, sendo «pequenino» move forte e suavemente a máquina universal do mundo, desde o grãozinho de areia, que é levado nas asas do vento, até aos desertos quase infinitos do mundo misterioso que nos envolve. Nessa mesma imagem vêmo-Lo revestido de rei e, como emblema do seu poder soberano, tem na mão esquerda o globo terrestre. Aos encantos incomparáveis da sua Infância alia harmo-niosamente o poder infinito de um Deus humanado.


Estamos convencidos que esta devoção há-de produzir nas almas e nas famílias grandes frutos de salvação e santificação, para bem da humanidade inteira, e que há-de ocupar um lugar de soberana grandeza no culto cristológico. A sua importância e utilidade foram reconhecidas pelos mestres da espiritualidade, que consideram a devoção ao Menino Jesus como um estímulo poderoso para entrar no caminho da Infância Espiritual, que é um «Caminho Novo» por onde, segundo Bento XV, «os fiéis de qualquer nação, idade, sexo e condição devem entrar generosamente, caminho pelo qual Santa Teresa do Menino Jesus atingiu o heroísmo da virtude. Desejamos que o segredo da santidade de Santa Teresa não fique ignorado de nenhum dos nossos filhos» (Bento XV).É verdade: Teresinha trouxe ao mundo o «Omen novum», uma mensagem nova até agora desconhecida pela maior parte dos cristãos, a mensagem da santidade universal para todas as almas desejosas de perfeição, voltando assim a encontrar o sentido genuíno, puríssimo, profundíssimo – e tão simples – dos ensinamentos do Mestre Divino que dizia: «Se não voltardes a ser como as criancinhas, não podereis entrar no reino do céus» (Mt 18, 3). Estas palavras indicam que, mesmo para nos salvar, havemos de nos tornar criancinhas. E Jesus, como Menino, é o modelo perfeitíssimo e concreto para todos os que aspiram à perfeição – a que, como cristãos, todos estamos obrigados – indo pelo caminho rápido da Infância Espiritual. Teresinha, a doutora incomparável desse novo caminho, providencialmente escolheu o nome de Teresinha do Menino Jesus.


A utilidade desta devoção patenteia-se ainda mais concretamente pelas grandes promessas feitas pelo Menino Jesus de Praga, promessas extremamente generosas e consoladoras, tão generosas e consoladoras que merecem um capítulo especial.


FONTE:

http://www.santuariomeninojesus.org