(Α Ω) ANUNCIAR O EVANGELHO : "Ide por todo mundo e pregai o Evangelho a toda criatura MC 16,15"--O conteúdo dessa página pode ser reproduzido desde que informado a fonte e o autor.
3. Bendito seja Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que do alto do céu nos abençoou com toda a bênção espiritual em Cristo, 4.e nos escolheu nele antes da criação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis, diante de seus olhos.
5.No seu amor nos predestinou para sermos adotados como filhos seus por Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua livre vontade, 6.para fazer resplandecer a sua maravilhosa graça, que nos foi concedida por ele no Bem-amado.
7.Nesse Filho, pelo seu sangue, temos a Redenção, a remissão dos pecados, segundo as riquezas da sua graça 8.que derramou profusamente sobre nós, em torrentes de sabedoria e de prudência.
9.Ele nos manifestou o misterioso desígnio de sua vontade, que em sua benevolência formara desde sempre, 10.para realizá-lo na plenitude dos tempos – desígnio de reunir em Cristo todas as coisas, as que estão nos céus e as que estão na terra.
11.Nele é que fomos escolhidos, predestinados segundo o desígnio daquele que tudo realiza por um ato deliberado de sua vontade, 12.para servirmos à celebração de sua glória, nós que desde o começo voltamos nossas esperanças para Cristo.*
13.Nele também vós, depois de terdes ouvido a palavra da verdade, o Evangelho de vossa salvação no qual tendes crido, fostes selados com o Espírito Santo que fora prometido,* 14.que é o penhor da nossa herança, enquanto esperamos a completa redenção daqueles que Deus adquiriu para o louvor da sua glória.*
Foi no ano 2000 que Carlos César e Elisabete conheceram a história de Gianna Beretta Molla. Eles eram casados e tinham três filhos. Quando Bete engravidou pela quarta vez, a bolsa se rompeu na 16º semana e ela teve de ser internada. Os médicos disseram que a criança não sobreviveria e que ela deveria abortar. O feto era inviável e a mãe corria risco de morte. . Bete, como católica, se viu diante de uma difícil escolha: sua vida estava em risco por um bebê que os médicos não davam nenhuma esperança. Mas abortar? Cristão não aborta, mas como viver a fé quando se tem três crianças pequenas em casa? Que mãe escolhe morrer e deixar três crianças pequenas? Gianna Beretta Molla, a mãe que dá a vida pelo filho
Uma médica mandou Bete assinar documentos autorizando o aborto.
Confusa, sem saber o que fazer, Bete pediu ao marido que trouxesse um padre ao hospital.
Isabel, uma amiga de Bete que estava junto, nesse momento saiu do quarto para rezar por ela; e enquanto rezava, viu Dom Diógenes da Silva Mattes.
Isabel o chamou e imediatamente o Bispo foi ver Bete. Diante da situação, ele pediu a intercessão da Beata Gianna Beretta Molla: “Beata Gianna, você já teve um milagre para ser uma beata, está lhe faltando um milagre para ser santa. Salve esta mãe, salve esta criança.”
Dom Diógenes perguntou a Bete se ela estava disposta a fazer o mesmo que a Beata Gianna fizera, Bete disse que sim, mas quem cuidaria de seus três filhos pequenos?
O bispo respondeu que era a hora de Gianna fazer o milagre para sua canonização, e ainda brincou ao rezar: “Beata Gianna, não perca essa oportunidade! Essa oportunidade é muito boa!”
O bispo entregou a Bete um livro com a história de Gianna, e a partir daí o bispo e a família de Bete começaram a rezar para que a beata intercedesse à Deus por ela e seu bebê.
Bete teve fé e pediu a doutora que esperasse mais uma noite. No dia seguinte, pela manhã, ela foi fazer o ultrassom esperando o milagre. Porém, a médica disse que ela corria ainda mais riscos e começou a lutar para que Bete aceitasse o aborto.
No mesmo dia, a filha de Bete telefonou e implorou à mãe para que ela não morresse. Bete conta que esse foi o momento mais difícil, ela estava diante de uma escolha que não poderia fazer – então decidiu confiar em Deus.
A médica, vendo que Bete não cedia ao aborto, disse “sua fé me incomoda” e mandou a mãe ir para casa. A doutora ainda disse que quando o bebê morresse, Bete deveria correr para um hospital. O milagre da vida e a canonização de Santa Gianna Beretta Molla
Bete passou os três meses seguintes em casa e uma cesariana foi marcada para o dia 31 de maio. Os médicos diziam que a criança morreria imediatamente após o parto. Caso nascesse viva, teria uma vida vegetativa, com graves sequelas.
Mas contrariando a medicina, a menina nasceu… e era perfeita!
O caso foi para o Vaticano e, em 2004, o Papa João Paulo II canonizou Gianna Beretta Molla, reconhecendo-a como exemplo de mãe e modelo de santidade.
Hoje a menina Gianna Maria, filha de Elisabeth e Cesar, tem 17 anos, é uma jovem normal, feliz e – evidentemente – devota de Santa Gianna Beretta Molla.
Reflexão do Prof. Dr. Fernando Altemeyer Junior, PUC-SP, via Emerson Sbardelotti.
O "personalismo identitário" é uma expressão utilizada pelos bispos ao apresentar os desafios da liturgia católica bem celebrada e bem vivida mas que vem sendo marcada por desvios diversionistas.
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O personalismo descreve uma tendência em que a valiosa identidade pessoal ou a presença e carisma particular e nem sempre salutar de um pequeno grupo, se sobrepõe ao modo de toda Igreja ser e viver o seguimento de Jesus.
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Uma pessoa ou uma rede de TV passa a comandar dioceses e pastorais impondo "estilos heterodoxos" sem conexão com o Evangelho, e repleto de migalhas religiosas e bugigangas vendidas a cada minuto como mercadoria, tornando a fé cristã um fetiche de cura e poder.
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Se torna velozmente uma postura integrista e conservadora que afeta as legitimas celebrações litúrgicas de cada povo e lugar, criando um tipo de "religião McDonald´s", como um drive-thru religioso, com gosto de plástico reciclável, ao obscurecer a "ação e o louvor divinos" de toda Igreja, para favorecer e agrandar a experiência pessoal egocêntrica, repleta de opiniões moralizantes e de "ditas inovações litúrgicas" dessas lideranças locais "infladas de ego", que são chamadas de "influenciadores" ao exigir destaque e aplausos cada vez mais concentrados e um culto à personalidade (até com terços e livretos com sua foto maior que a de Jesus!).
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Um povo crente que for assim conduzido perde o discernimento e a lucidez ao e transformar reais sentimentos em catarse de massa, em uma desviante mutação carismática que ao fim e ao cabo, se demonstra cada vez mais inadequada, volúvel e oca.
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A boca fala do que não passou pelo coração e muito menos pela mente lúcida. Antes chamaríamos tudo isso de narcisismo ou carreirismo clerical. Algo que segue criando obstáculos ao processo de adaptação e encarnação pastoral autêntica, pois gera desvios das diretrizes da Igreja e cria uma liturgia mágica de alguns poucos padres feiticeiros, que dominam as redes, as tvs católicas e mesmo sites da internet e não mais valorizam o local e a Igreja viva que busca justiça, paz e sacramentos reais de comunidade e participação.
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É preciso ficar bem atentos para não cairmos nessa ilusão que acabou se tornando para imensas multidões de pobres e sofredores uma tábua de salvação, mas de fato vem se tornando uma nova forma de pelagianismo.
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Até a Palavra de Deus perde sua conexão com a história e se torna uma leitura de horoscópo. Santos e velas votivas se tornaram mais importantes que a Santissima Trindade. A graça passa despercebida pelo ofuscar do brilho narcisista. Devocionalismo cresce e pertença desaparece. Temos muito a pensar e revisar esse tal de personalismo identitário.
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Eu sigo com a fé e a pertença que recebi de minha mãe, fé simples, ação direta e cotidianamente ligada à esperança familiar e social em favor dos pobres. Fé que se mostra pelas obras como pede a Carta de Tiago.
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Quero distância desse tipo de clérigo e pastor e, sobretudo, pretendo ficar fora dessa "pedição" interminável de dinheiro, pois sei que aí reside a raiz de todos os males. Como dizia a Avó - "Nonna Rosa" - do papa Francisco: "o diabo entra pelo bolso".
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Quem tem ouvidos para ouvir que ouça! Felizmente há profetas e presbíteros e bispos e sobretudo, mulheres consagradas que ainda guardam a seiva preciosa do Evangelho. Santidade nas comunidades e paróquias agindo em silêncio movidas pelo Espírito de Jesus Ressuscitado. São essas pessoas que proclamam Jesus nos porões da humanidade. Deus as fortaleça. O futuro depende delas.
Santo Expedito – Mártir. Padroeiro: Das causas urgentes
Santo Expedito não tem uma data de nascimento conhecida. Sabe-se que ele era Romano. Sabe-se também que foi Senador de Roma, Príncipe-Consul do Império Romano na Armênia, militar, Comandante da XII Legião Romana e, mesmo nessa condição, converteu-se ao cristianismo.
• História de Santo Expedito:
A XII Legião tinha o nome de Fulminata, nome que significa algo como Vem como um raio. A Fulminata tinha cerca de 8 mil homens contando soldados, escravos e cavaleiros. No tempo de Expedito, ela defendia as fronteiras orientais do Império Romano contra os bárbaros asiáticos. Expedito comandou a XII Legião de 296 a 303 d. C. Para ser comandante de uma Legião Romana era preciso muita competência e bravura. Tanto que, alguns anos antes, a mesma XII Legião tinha sido comandada por um Imperador romano, Marco Aurélio, numa campanha onde hoje é a Eslováquia. Sabe-se que Expedito era um líder competente. Seu cargo equivaleria hoje ao de um general. Ele se tornou famoso por manter a disciplina dos soldados e todos o respeitavam. Por outro lado, como a maioria dos soldados romanos, o Comandante Expedito tinha uma vida devassa, rodeada de luxo, prazeres e fama.
• Conversão ao Cristianismo:
O primeiro contato do Comandante Expedito com o Cristianismo aconteceu dentro da própria XII Legião. Com efeito, uma parte dos soldados da XII era formada de cristãos. Além disso, em suas andanças pelas fronteiras orientais do império, Expedito teve ainda mais contato com o cristianismo. E, para completar, a XII Legião teve um soldado chamado Polieucto de Melitene, que morreu mártir no ano 193. A semente do Cristianismo e do sangue dos mártires nunca cai na terra em vão.
• A Procrastinação de Santo Expedito:
Expedito era um líder competente na condução da XII Legião tanto nos tempos de paz quanto nas batalhas. Um comandante vitorioso na carreira militar. Porém, quanto à sua vida espiritual, tinha o vício da procrastinação, isto é, deixar para depois, adiar. Ele simpatizava com a mensagem de Jesus. Admirava os ensinamentos do Mestre de Nazaré e via no Evangelho palavras que ninguém jamais tinha dito antes na história humana. Por isso, ele pensava em um dia converter-se de verdade. Esse dia, porém, ficava sempre para mais tarde, era sempre adiado.
• O toque de Deus:
Depois de alguns anos procrastinando, Expedito foi tocado pela graça de Deus. Certa noite teve um sonho que mudou sua vida. No sonho, com um corvo representando o espírito do mal, grasnava diante dele a palavra cras, do latim, que significa amanhã, deixe sua conversão para amanhã. O corvo grasnava forte e parecia poderoso. Porém, de repente, Expedito decidiu e pisoteou o corvo dizendo: hodie, que significa hoje, em latim. O Comandante Expedito acordou do sonho decidido e confirmou sua conversão. Por isso ele é considerado o Santo das causas urgentes. Convertido, ele continuou por um tempo ainda chefe da sua legião, conseguindo converter seus soldados também ao cristianismo.
• A ira contra Santo Expedito:
Com a conversão de Expedito e da sua tropa, o imperador Diocleciano começou a perseguir o Santo e seus soldados. A importância de seu posto fazia dele uma influência muito forte a favor do Cristianismo dentro do Império Romano. Por isso, ele se tornou alvo especial do Imperador.
• A Morte de Santo Expedito:
Santo Expedito foi preso pela ordem de Diocleciano e foi forçado a renunciar à sua nova fé. Porém, ele não renunciou. Seus castigos começaram pela flagelação romana: 39 chicotadas com o flagrus, chicote que dilacera a pele e causa hemorragia. Expedito tinha aplicado este mesmo castigo a bandidos e indisciplinados. Agora, ele os recebia por causa de Jesus Cristo. E ele permaneceu firme e julgando-se indigno de sofrer o mesmo castigo que Jesus sofrera, aplicado por soldados romanos, como estava acontecendo com ele. Por fim, não renunciando à sua fé, Santo Expedito foi decapitado com espada, por ordem do Imperador Diocleciano, no dia 19 de abril de 303, em Melitene na Armênia.
• Canonização:
Como Santo Expedito foi morto por causa de Jesus Cristo, ele se tornou um mártir da Igreja e santo reconhecido oficialmente. Sua bravura diante dos sofrimentos por causa da fé serviu de exemplo para grande parte dos soldados de sua Legião, fazendo-os permanecer firmes em sua fé. O exemplo de Santo Expedito arrastou milhares de cristãos na Armênia e, logo, ele passou a ser venerado como santo, o santo das causas urgentes.
Conheça mais sobre Santo Expedito
Santo Expedito foi martirizado na Armênia, no século II. Ele era militar, foi decapitado no dia 19 de abril de 303, sob o imperador Dioclesiano, que subira ao trono de Roma em 284.
Levava uma vida devassa; mas um dia, tocado pela graça de Deus, vendo uma grande luz, tudo mudou em sua vida. Foi então que lhe apareceu o Espírito do mal, em forma de corvo, e lhe segredou “cras….! cras….! cras….!” palavra latina que quer dizer: “Amanhã…! amanhã…! amanhã…!, isto é – Deixe para amanhã! Não tenha pressa! Adie sua conversão!”.
Mas Santo Expedito, pisoteando o corvo, esmagou-o, gritando: HODIE! Quer dizer: HOJE! Nada de protelações! É pra já!” É por isto que o Santo Expedito é invocado nos casos que exige solução imediata, nos negócios em que qualquer demora poderia causar prejuízo. No Brasil, sobretudo, Santo
Expedito é invocado nos negócios, o santo da “ultima hora”, num sim, sem adiamentos.Origem histórica: Mártir de Metilene, é pouco conhecido dos historiadores, mas sua existência é certa. Santo Expedito, segundo a tradição, era armênio, não se conhecendo o lugar de seu nascimento, mas parece provável que seja Metilene, localidade onde sofreu seu martírio. A Armênia é uma região da Ásia Ocidental, situada ao Sul do Cálcaso, entre o Mar Negro e o Mar Cáspio, nas margens dos Rios Tigre e Eufrates.
Essa região foi sempre considerada uma terra de predileção. Aliás, pelo testemunho da Sagrada Escritura, foi sobre as montanhas armênias do Ararat que a Arca de Noé pousou quando as águas do dilúvio baixaram (Gênesis, 8.5). A Armênia foi uma das primeiras regiões a receber a pregação dos apóstolos Judas Tadeu, Simão e Bartolomeu, mas também local de inúmeras perseguições aos cristãos. Essa região foi regada com o sangue de muitos mártires, entre eles Santo Expedito. Sua cidade natal (com toda probabilidade) não passa hoje de uma pequena localidade chamada Melatia, cidade construída no século II pelo imperador romano Trajano.
A partir de Marco Antonio, tornou-se residência da 12ª Legião, conhecida como “Fulminante”, cuja missão era defender o império romano dos bárbaros asiáticos. Hoje Metilene é uma cidade mística e simples, onde sua população vive em calma, longe das agitações políticas. Além de Santo Expedito, que foi levado à morte a 19 de Abril de 303, sob o poder de Deocleciano, lá veneram-se outros Santos mártires, entre eles: São Polieucto, outro oficial do exército romano que foi martirizado no século III.
Deocleciano subiu ao trono de Roma em 284. Por seu ambiente e por seu caráter, parecia oferecer aos cristãos garantias de benevolência, pois havia em seu palácio a liberdade de religião, sendo, inclusive, sua esposa Prisca e sua filha Valéria, cristãs, ou ao menos, catecúmenas. Sob influências de Galero, seu genro, pagão convicto, determinou a perseguição dos cristãos, ordenando a destruição de igrejas e livros sagrados, a cessação das assembléias cristãs e a abjuração de todos os cristãos.
Galero, sempre incitado por sua mãe, também pagã, queria abolir para sempre o Cristianismo e através de insinuações maldosas e hábeis calúnias, fez crer a Deocleciano, que o cristianismo conspirava de várias formas contra a augusta pessoa do imperador. Deocleciano, então, empreendeu a exterminação sistemática dos cristãos, envolvendo, inclusive, os membros de sua própria família e os servidores de seu palácio. Foi uma hecatombe sangrenta: oficiais, magistrados, o bispo da Nicomédia (Antino), padres, diáconos, simples fiéis foram assassinados ou afogados em massa. Somente em 324, com a retomada da autoridade do imperador cristão Constantino, foi que tiveram fim as terríveis perseguições que durante três séculos tinham ensanguentado a Igreja.
Para fazer a novena de Santo Expedito é necessário orar durante nove dias seguidos, sozinho ou em grupo. Deve-se rezar um credo, depois a oração a Santo Expedito, sem esquecer de pedir a benção desejada. Em seguida, um Pai Nosso e ascender uma vela. Para finalizar diga: “Gloria ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, agora e sempre pelos séculos Amém”. Durante os nove dias peça perdão a Deus por seus pecados e mantenha bons pensamentos. Depois resta apenas ter fé e esperar pela graça.
Oração do Santo Expedito: Meu Santo Expedito, das causas justas e urgentes, interceda por mim junto ao Nosso Senhor Jesus Cristo. Socorra-me nesta hora de aflição e desespero, meu Santo Expedito, Vós que sois um Santo guerreiro, Vós que sois o Santo dos aflitos, Vós que sois o Santos dos desesperados, Vós que sois o Santo das causas Urgentes, proteja-me; ajudam-me; dai-me forças, coragem e serenidade. Atendei ao meu pedido (faça o seu pedido) Meu Santo Expedito! Ajuda-me a superar estas horas difíceis, proteja-me de todos que possam me prejudicar. Proteja minha família, atenda ao meu pedido com urgência, devolvendo-me a paz e a tranqüilidade, ó meu Santo Expedito, vos serei grato pelo resto de minha Vida e levarei seu nome a todos que têm fé.
Santa Bernadette nasceu em 7 de janeiro de 1844, na França. Ela, que era a pessoa mais simples e humilde da pequena aldeia de Lourdes, foi chamada por Nossa Senhora para ser o veículo de uma importante mensagem: penitência, penitência, penitência.
Além disso, o local das aparições tornou-se cenário de muitos milagres, com muitas demonstrações testemunhadas por especialistas céticos.
Um dos exemplos mais claros disso ocorreu no dia em que Bernadette entrou em êxtase segurando uma vela. Havia uma multidão de testemunhas, incluindo médicos, e por um período de quase uma hora a chama da vela queimou a mão da menina ininterruptamente.
Para o espanto de todos, disso não resultou qualquer ferida na mão de Bernadette, nem sequer uma mancha.
A fé simples daquela que ouviu e obedeceu o chamado de Nossa Mãe à penitência foi eficaz: dali surgiram milagres e graças extraordinárias que a ciência jamais será capaz de explicar.
Corpo incorrupto de Santa Bernadette Soubirous
Em 1866, Bernadette entra para o noviciado no convento de Saint Gildad e dedica a sua vida a cuidar dos doentes como enfermeira.
Ela guardou em seu coração as palavras que ouvira da própria Mãe de Deus: “Eu prometo fazer você feliz não neste mundo, mas no próximo“.
Bernadette faleceu em 1897 em decorrência de uma doença que a deixou paralisada e, em 1933, o Papa Pio XI em 1933 a canonizou.
A cronologia das Aparições de Lourdes
Preparamos para você uma linha do tempo com as 18 aparições de Nossa Senhora em 1858 e o acontecimento que marcou cada uma delas.
Primeira: 11 de fevereiro – Bernadette vê uma Senhora de branco na gruta de Massabielee, onde elas rezam o rosário juntas.
Segunda: 14 de fevereiro – Bernadette voltou à gruta para rezar com a Senhora e jogou-lhe água benta, com medo de ser algo mal. A Senhora sorriu.
Terceira: 18 de fevereiro – A Senhora diz: “Não prometo fazer-lhe feliz neste mundo, mas no outro”.
Quarta: 19 de fevereiro – Bernadette retornou a pedido da Senhora à gruta. Levou uma vela acesa, tradição seguida pelos peregrinos até hoje.
Quinta: 20 de fevereiro – A Senhora ensina uma oração a Bernadette. A menina saiu dali triste.
Sexta: 21 de fevereiro – A Senhora aparece bem cedo pela manhã. O boato das aparições se espalha na cidade. O delegado interroga Bernadette.
Os pedidos de Nossa Senhora a Bernadette começaram a fazer com que mais pessoas ficassem sabendo das aparições – e muitas achavam que a menina estava louca!
Sétima: 23 de fevereiro – A Senhora revela um segredo dirigido apenas para Bernadette.
Oitava: 24 de fevereiro – A Senhora diz: “Penitência, penitência, penitência! Orem a Deus pelos pecadores”.
Nona: 25 de fevereiro – A Senhora pede a Bernadette para beber da água barrenta da fonte e comer ervas amargas do regato pelos pecadores. Testemunhas desconfiam que a criança estava louca.
Décima: 27 de fevereiro – Muitas centenas de pessoas acompanhavam Bernadette. A menina repetiu seus atos penitenciais de costume. A Senhora manteve-se calada.
Décima primeira: 28 de fevereiro – Uma multidão de testemunhas assiste ao êxtase de Bernadette.
Décima segunda: 1º de março – Uma multidão e um padre acompanham Bernadette à gruta e, neste dia, acontece o primeiro milagre: Catherine Latapie, uma mulher de 38 anos do vilarejo de Loubajac, recupera o movimento de um braço após 18 anos de paralisia.
Na décima segunda aparição, ocorre o primeiro milagre pela intercessão de Nossa Senhora de Lourdes. A partir daí, mais testemunhas começam a ter fé no que estava acontecendo! Mas a Mãe de Deus ainda apareceria mais vezes.
Décima terceira: 2 de março – A Senhora diz: “Diga aos padres que as pessoas devem vir em procissão e construir uma capela aqui”.
Décima quarta: 3 de março – Bernadette pergunta o nome da Senhora. A resposta é um sorriso. O pároco impunha, como condição para a construção da capela, que a Senhora revelasse seu nome.
Décima quinta: 4 de março – Uma multidão de milhares de pessoas estava presente. A Senhora apareceu e não falou nada.
Décima sexta: 25 de março – A Senhora responde a pergunta de Bernadette. “Eu sou a Imaculada Conceição”.
Décima sétima: 7 de abril – Milagre da vela. Bernadette, à vista de milhares de testemunhas, incluindo um médico, segurou uma vela que queimava sua mão durante todo o tempo. Não houve ferimento.
Décima oitava: 16 de julho – Visão derradeira da Virgem Maria, “mais bela do que nunca”.
A Igreja reconheceu oficialmente 67 milagres ocorridos na gruta de Lourdes. Mas há uma quantidade muito maior de curas e graças extraordinárias constatadas por médicos, fiéis e peregrinos, num número que se eleva aos milhares!
O pedido de Nossa Senhora dessa vez era para que construíssem uma capela no local onde as aparições estavam acontecendo. Hoje, é este o lugar onde está o Santuário de Lourdes!
A confirmação do dogma acontece na décima sexta aparição: “Eu sou a Imaculada Conceição“… e a Virgem Maria, em sua última aparição, estava mais bela do que nunca!
Um judeu que escreveu sobre a história de Nossa Senhora de Lourdes
Franz Werfel (1890-1945) foi um importante escritor austríaco. Poeta, dramaturgo e romancista, Werfel tinha origem judaica, tendo sido perseguido pelos nazistas.
Entre as peripécias de sua fuga, destaca-se o seu abrigo, junto da esposa, no pequeno vilarejo de Lourdes. Lá, escondeu-se durante cinco semanas e inteirou-se das histórias das aparições.
Diante dessa situação angustiante, Werfel promete que se conseguisse fugir dos nazistas, por intercessão de Nossa Senhora de Lourdes, escreveria um livro dedicado a história das aparições e as divulgaria no mundo inteiro.
Depois de muitos apuros, Franz finalmente consegue fugir do perigo e alcança os Estados Unidos.
Sua promessa foi alcançada e, em 1941, o livro prometido foi escrito. “A Canção de Bernadette” tornou-se best seller e, logo em seguida (1943), também um filme (de mesmo nome) dirigido por Henry King.
A curta existência desta santa, que nasceu em Camigliano, na Toscana, em 1878, e morreu em Lucca, aos 25 anos de idade, foi, em certo sentido, uma vida rotineira. É uma história de fervorosa piedade, de caridade e de contínuos sofrimentos. Estes sofrimentos foram causados, em parte, por uma saúde débil, em parte pela pobreza em que sua família caiu, em parte pela zombaria daqueles que se ofendiam com suas práticas devocionais, seus êxtases e outros fenômenos, e em parte por aquilo que ela acreditava serem assaltos do demônio. Mas ela contava com o consolo da comunhão constante com Nosso Senhor, que lhe falava como se estivesse corporalmente presente, e também encontrou muita bondade por parte da família Giannini, que a tratou nos seus últimos anos de vida depois da morte do pai quase como uma filha adotiva.
. Ao nascer, em 12 de março de 1878, na pequena Camigliano, perto de Luca, Gema recebeu esse nome, que em italiano significa joia, por ser a primeira menina dos cinco filhos do casal Galgani, que foi abençoado com um total de oito filhos.
Gema Galgani teve uma infância feliz, cercada de atenção pela mãe, que lhe ensinava as orações e o catecismo com alegria, incutindo o amor a Jesus na pequena. Ela aprendeu tão bem que não se cansava de recitá-las e pedia constantemente à mãe que lhe contasse as histórias da vida de Jesus. Mas essa felicidade caseira terminou aos sete anos. Sua mãe morreu precocemente e sua ausência também logo causou o falecimento do pai. Órfã, caiu doente e só suplantou a grave enfermidade graças ao abrigo encontrado no seio de uma família de Luca, também muito católica, que a adotou e cuidou de sua formação.
Conta-se que Gema, com a tragédia da perda dos pais, apegou-se ainda mais à religião. Recebeu a primeira eucaristia antes mesmo do tempo marcado para as outras meninas e levava tão a sério os conceitos de caridade que dividia a própria merenda com os pobres. Demonstrava, sempre, vontade de tornar-se freira e tentou fazê-lo logo depois que Nossa Senhora lhe apareceu em sonho. Pediu a entrada no convento da Ordem das Passionistas de Corneto, mas a resposta foi negativa. Muito triste com a recusa, fez para si mesma os juramentos do serviço religioso, os votos de castidade e caridade, e fatos prodigiosos começaram a ocorrer em sua vida.
Quando rezava, Gema era constantemente vista rodeada de uma luz divina. Conversava com anjos e recebia a visita de são Gabriel, de Nossa Senhora das Dores passionista, como ela desejara ser. Logo lhe apareceram no corpo os estigmas de Cristo, que lhe trouxeram terríveis sofrimentos, mas que era tudo o que ela mais desejava.
Entretanto, fisicamente fraca, os estigmas e as penitências que se auto-infligia acabaram por consumir sua vida. Gema Galgani morreu muito doente, aos vinte e cinco anos, no Sábado Santo, dia 11 de abril de 1903.
Imediatamente, começou a devoção e veneração à “Virgem de Luca”, como passou a ser conhecida. Estão registradas muitas graças operadas com a intercessão de Gema Galgani, que foi canonizada em 1940 pelo papa Pio XII, que a declarou modelo para a juventude da Igreja, autorizando sua festa litúrgica para o dia de sua morte.
Celebramos a Páscoa do Senhor: a vitória da vida sobre a morte, da luz sobre as trevas.
A ressurreição de Cristo renova em nós a esperança e nos recorda que o amor de Deus é mais forte que qualquer dor ou sofrimento.
Nós, franciscanos, somos chamados a viver essa alegria pascal no cotidiano, sendo sinais de paz, fraternidade e vida nova no mundo.
E, como nos recorda o Frei Paulo Roberto Pereira, Ministro Provincial, o verdadeiro sentido da Páscoa não está apenas na celebração, mas em permitir que Cristo ressuscite em nosso coração, transformando nossas atitudes e nos conduzindo a uma vida mais plena, marcada pelo amor, pela fé e pela esperança.
🌿 Cristo vive e caminha conosco.
"E, indo elas a dar as novas aos seus discípulos, eis que Jesus lhes sai ao encontro, dizendo: Eu vos saúdo. E elas, chegando, abraçaram os seus pés, e o adoraram." (Mateus 28, 1 - 10).
No Evangelho do dia, refletido no programa Mãe Maria, somos convidados a começar o dia em oração, fé e confiança em Deus. Neste episódio, Dom Walmor Oliveira de Azevedo conduz uma profunda reflexão da Liturgia do Dia, iluminando nossa vida com a Palavra de Deus e ajudando-nos a viver a fé cristã no cotidiano.
A partir do Evangelho de hoje e das leituras litúrgicas, este momento de espiritualidade fortalece o coração, renova a esperança e nos aproxima de Jesus Cristo. Ao final, rezamos juntos uma oração devocional à Nossa Senhora da Piedade, padroeira de Minas Gerais, nossa mãe amorosa e intercessora fiel.
🙏 Este é um convite para rezar com a Igreja, meditar o Evangelho do dia e encontrar força, consolo e direção espiritual para a caminhada cristã.
O círio pascal é, desde os primeiros séculos do cristianismo, um dos elementos mais expressivos da Vigília do Sábado Santo. A seguir, apresentamos o significado de cada um dos símbolos gravados nele:
1. Luz O círio pascal representa Cristo ressuscitado, "a verdadeira luz que ilumina todo homem que vem a este mundo" e que dissipa as trevas (a morte).
2. Chama No início, na procissão de entrada da Vigília, a única luz é a do círio pascal. Então, com essa chama, a pequena vela levada pelos fiéis é acesa, o que significa a fé que todos nós recebemos e compartilhamos. Através deste ato, os batizados são lembrados de que devem ser portadores da luz de Cristo, testemunhas de seu amor, que como uma chama acende e aquece os corações.
3. A Cruz A cruz é sempre o símbolo central, é o caminho que deve ser tomado, como Cristo, para chegar ao Pai.
4. Cravos São cinco grãos de incenso, muitas vezes vermelhos, que são cravados no círio e simbolizam as cinco chagas de Jesus, os três pregos que perfuraram suas mãos e pés, a lança no lado direito do corpo e os espinhos em sua cabeça.
5. Fogo O fogo da chama também representa uma imagem viva da ressurreição, do homem que abandona o pecado e nasce para uma nova vida. Enquanto o círio está aceso, o sacerdote pode dizer palavras semelhantes a: "A luz de Cristo, elevando-se em Glória, dissipa as trevas de nossas mentes e de nossos corações".
6. Alfa e Ômega As letras Alfa e Ômega, a primeira e a última do alfabeto grego, indicam que a Páscoa de Cristo, o início e o fim do tempo e da eternidade, chega até nós sempre com nova força no ano especial em que vivemos.
7. Ano O ano atual representa Deus no presente e como Mestre e Senhor de toda a eternidade
Pai, em tuas mãos (Salmo 30/31) - Letra: Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito. 1. Senhor, eu ponho em vós minha esperança; que eu não fique envergonhado eternamente! Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito, porque vós me salvareis, ó Deus fiel. . 2. Tornei-me o opróbrio do inimigo, o desprezo e zombaria dos vizinhos, e objeto de pavor para os amigos; fogem de mim os que me veem pela rua! . 3. A Vós, porém, ó meu Senhor, eu me confio, e afirmo que só Vós sois o meu Deus! Eu entrego em vossas mãos o meu destino; libertai-me do inimigo e do opressor! . 4. Mostrai, serena, a vossa face ao vosso servo, e salvai-me pela vossa compaixão! Fortalecei os corações, tende coragem, todos vós que ao Senhor vos confiais!
Coral Palestrina de Curitiba
Álbum Cantos da Semana Santa
Nasceu na Grã-Bretanha por volta do ano 389, isto é, no final do século IV d.C. Aos 16 anos foi capturado por piratas irlandeses e vendido como escravo. Mas conseguiu escapar e fugiu para a França. Ali, em contato com pessoas religiosas, fez um discernimento na busca da vontade de Deus, tornando-se sacerdote e missionário. Em 432, decidiu inclusive voltar para a ilha da Irlanda.
. Dedicou-se com ardor à evangelização de toda a população irlandesa: crianças, jovens e adultos. Para explicar o mistério da Santíssima Trindade, utilizava o trevo de três folhas, mostrando que, na fé cristã, Deus é uno e trino. Incentivou os sacramentos e, entre eles, a confissão particular. Pela tradição popular, atribuiu-se a São Patrício o desaparecimento das cobras na ilha. Por isso é representado esmagando esses animais com seu cajado. Mediante sua pregação, mudou a crença do povo, levando muitas pessoas do culto celta para a fé e o culto cristão. Sofreu, por causa disso, perseguição, pois com sua presença e ação perturbava os chefes religiosos celtas. No entanto, perseverando em seu esforço missionário ao longo de 20 anos, fez com que a Irlanda aderisse ao cristianismo e se tornasse, mais tarde, um dos países mais cristãos do mundo. . Acabou por falecer aos 17 de março do ano 461, com fama de santidade e o mérito de grande apóstolo da fé cristã. Havia, de fato, fundado mosteiros e ajudado a conversão de muitas pessoas. O que ele nos ensina? A sermos nós também "sal da terra e luz do mundo" (Mt 5,13), como certa vez Jesus pediu a Seus discípulos. Vivemos em outra época, é verdade, mas o nosso tempo também tem urgente necessidade de novos evangelizadores. Precisamos de novos "patrícios" que nos levem a descobrir a beleza da fé cristã e da prática do Evangelho. . Esta oração dedicada ao Apóstolo da Irlanda, São patrício nos serve como uma armadura divina contra o mal, a violência e as adversidades espirituais.
Hoje me levanto com poderosa força e invoco à Santíssima Trindade com Trinitária fé professando a unidade do Criador e da criatura. . Hoje me levanto com a força do nascimento de Cristo, com a graça do seu batismo, com a força de sua crucificação e morte, com a força de sua ressurreição e ascensão, com a força de seu retorno no dia do juízo. . Hoje me levanto com a força do amor do Querubim, obediente aos anjos, a serviço dos arcanjos, na esperança da ressurreição para encontrar consolo com as orações dos patriarcas, as predições dos profetas, os ensinamentos dos apóstolos, a fé dos confessores, a inocência das santas virgens, os feitos dos homens de bem. . Hoje me levanto com a força dos céus: a luz do sol, o brilho da lua, o esplendor do fogo, a velocidade do trovão, a rapidez do vento, a profundidade dos mares, a permanência da terra, a firmeza da rocha. . Hoje me levanto com a força de Deus que me guia: sua grandeza que me apoia, sua sabedoria que me guia, seu olho que me cuida, seu ouvido que me escuta, sua palavra que me fala, sua mão que me defende, seu caminho para segui-lo, seu escudo para proteger-me, sua Eucaristia para livrar-me das armadilhas do demônio, da tentação dos vícios, daqueles que me desejam o mal, longe ou perto, só ou acompanhado.
Invoco hoje estes poderes para que se levantem entre mim e estes males, contra todos e cruéis infames poderes que desejam o mal, para meu corpo, contra as invocações dos falsos profetas, contra as nefastas leis da pagania, contra as falsas leis da heresia, contra as artes da idolatria, contra os feitiços das bruxas, quiromantes e feiticeiros, contra todo conhecimento que corrompe o corpo e a alma.
Cristo que me protege hoje contra o veneno, contra o fogo, contra morrer afogado, contra ser ferido, para que assim venha a mim abundante consolo.
Cristo comigo, Cristo à minha frente, Cristo atrás de mim, Cristo em mim, Cristo abaixo de mim, Cristo sobre mim, Cristo à minha direita, Cristo à minha esquerda, Cristo quando me deito, Cristo quando me sento, Cristo quando me levanto, Cristo no coração de todo homem que pensa em mim, Cristo na boca de quem fale de mim, Cristo em todo olho que me vê, Cristo em todo ouvido que me ouve. Hoje me levanto com poderosa força e invoco à Santíssima Trindade com trinitária fé professando a unidade do Criador e da criatura.
Amém.
Curiosidades da Oração Couraça de São Patrício
A Couraça de São Patrício foi uma oração muito usada durante a Idade Média, com o objetivo de proteger os cavaleiros dos golpes de seus inimigos. São Patrício é considerado o padroeiro da Irlanda e seu dia é celebrado em 17 de março. No país, ele é conhecido como Saint Patrick ou da forma abreviada e familiar St. Paddy.
Eles pertenciam a uma grande família, e eram os mais novos de nove irmãos. A partir da primavera de 1916, a vida dos jovens santos portugueses sofreria uma grande transformação: as diversas aparições do Anjo de Portugal (o Anjo da Paz) na "Loca do Cabeço" e, depois, na "Cova da Iria".
. A partir de 13 de maio de 1917, Nossa Senhora apareceria por seis vezes a eles.
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O mistério da Santíssima Trindade, a Adoração ao Santíssimo Sacramento, a intercessão, o coração de Jesus e de Maria, a conversão, a penitência; tudo isso e muito mais foi revelado a eles pelo Anjo e também por Nossa Senhora, a Virgem do Rosário.
Na segunda aparição, no mês de junho, Lúcia (prima de Jacinta e Francisco) fez um pedido a Virgem do Rosário: que ela levasse os três para o Céu. Nossa Senhora respondeu-lhe: "Sim, mas Jacinta e Francisco levarei em breve".
. Os bem-aventurados vivenciaram e comunicaram a mensagem de Fátima. Esse fato não demorou muito.
Em 4 de abril de 1919, Francisco, atingido pela grave gripe espanhola, foi uma das primeiras vítimas em Aljustrel. Suas últimas palavras foram: "Sofro para consolar Nosso Senhor. Daqui, vou para o céu".
Jacinta Marto, modelo de amor que acolhe, acolheu a dor na grave enfermidade, tendo até mesmo que fazer uma cirurgia sem anestesia. Tudo aceitou e ofereceu, como Nossa Senhora havia lhe ensinado, por amor a Jesus, pela conversão dos pecadores e em reparação aos ultrajes cometidos contra o coração imaculado da Virgem Maria.
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Por conta da mesma enfermidade que atingira Francisco, em 20 de fevereiro de 1920, ela partiu para a Glória.
No dia 13 de maio do ano 2000, o Papa João Paulo II esteve em Fátima, e do 'Altar do Mundo' beatificou Francisco e Jacinta, os mais jovens beatos cristãos não-mártires.
Papa Francisco canonizou os dois pastorinhos no dia 13 de maio durante a sua visita a Portugal por ocasião das comemorações do Jubileu de 100 anos das aparições de Nossa Senhora em Fátima.
Santo Francisco e Santa Jacinta, rogai por nós!
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