(Α Ω) ANUNCIAR O EVANGELHO : "Ide por todo mundo e pregai o Evangelho a toda criatura MC 16,15"--O conteúdo dessa página pode ser reproduzido desde que informado a fonte e o autor.

16 de abr. de 2026

Santa Bernadette, a Vidente de Lourdes

 

Foto original de Santa Bernadette

 


Santa Bernadette nasceu em 7 de janeiro de 1844, na França. Ela, que era a pessoa mais simples e humilde da pequena aldeia de Lourdes, foi chamada por Nossa Senhora para ser o veículo de uma importante mensagem: penitência, penitência, penitência.
Além disso, o local das aparições tornou-se cenário de muitos milagres, com muitas demonstrações testemunhadas por especialistas céticos.
Um dos exemplos mais claros disso ocorreu no dia em que Bernadette entrou em êxtase segurando uma vela. Havia uma multidão de testemunhas, incluindo médicos, e por um período de quase uma hora a chama da vela queimou a mão da menina ininterruptamente.
Para o espanto de todos, disso não resultou qualquer ferida na mão de Bernadette, nem sequer uma mancha.
A fé simples daquela que ouviu e obedeceu o chamado de Nossa Mãe à penitência foi eficaz: dali surgiram milagres e graças extraordinárias que a ciência jamais será capaz de explicar.
Corpo incorrupto de Santa Bernadette Soubirous
Em 1866, Bernadette entra para o noviciado no convento de Saint Gildad e dedica a sua vida a cuidar dos doentes como enfermeira.
Ela guardou em seu coração as palavras que ouvira da própria Mãe de Deus: “Eu prometo fazer você feliz não neste mundo, mas no próximo“.
Bernadette faleceu em 1897 em decorrência de uma doença que a deixou paralisada e, em 1933, o Papa Pio XI em 1933 a canonizou.
A cronologia das Aparições de Lourdes
Preparamos para você uma linha do tempo com as 18 aparições de Nossa Senhora em 1858 e o acontecimento que marcou cada uma delas.
Primeira: 11 de fevereiro – Bernadette vê uma Senhora de branco na gruta de Massabielee, onde elas rezam o rosário juntas.
Segunda: 14 de fevereiro – Bernadette voltou à gruta para rezar com a Senhora e jogou-lhe água benta, com medo de ser algo mal. A Senhora sorriu.
Terceira: 18 de fevereiro – A Senhora diz: “Não prometo fazer-lhe feliz neste mundo, mas no outro”.
Quarta: 19 de fevereiro – Bernadette retornou a pedido da Senhora à gruta. Levou uma vela acesa, tradição seguida pelos peregrinos até hoje.
Quinta: 20 de fevereiro – A Senhora ensina uma oração a Bernadette. A menina saiu dali triste.
Sexta: 21 de fevereiro – A Senhora aparece bem cedo pela manhã. O boato das aparições se espalha na cidade. O delegado interroga Bernadette.
Os pedidos de Nossa Senhora a Bernadette começaram a fazer com que mais pessoas ficassem sabendo das aparições – e muitas achavam que a menina estava louca!
Sétima: 23 de fevereiro – A Senhora revela um segredo dirigido apenas para Bernadette.
Oitava: 24 de fevereiro – A Senhora diz: “Penitência, penitência, penitência! Orem a Deus pelos pecadores”.
Nona: 25 de fevereiro – A Senhora pede a Bernadette para beber da água barrenta da fonte e comer ervas amargas do regato pelos pecadores. Testemunhas desconfiam que a criança estava louca.
Décima: 27 de fevereiro – Muitas centenas de pessoas acompanhavam Bernadette. A menina repetiu seus atos penitenciais de costume. A Senhora manteve-se calada.
Décima primeira: 28 de fevereiro – Uma multidão de testemunhas assiste ao êxtase de Bernadette.
Décima segunda: 1º de março – Uma multidão e um padre acompanham Bernadette à gruta e, neste dia, acontece o primeiro milagre: Catherine Latapie, uma mulher de 38 anos do vilarejo de Loubajac, recupera o movimento de um braço após 18 anos de paralisia.
Na décima segunda aparição, ocorre o primeiro milagre pela intercessão de Nossa Senhora de Lourdes. A partir daí, mais testemunhas começam a ter fé no que estava acontecendo! Mas a Mãe de Deus ainda apareceria mais vezes.
Décima terceira: 2 de março – A Senhora diz: “Diga aos padres que as pessoas devem vir em procissão e construir uma capela aqui”.
Décima quarta: 3 de março – Bernadette pergunta o nome da Senhora. A resposta é um sorriso. O pároco impunha, como condição para a construção da capela, que a Senhora revelasse seu nome.
Décima quinta: 4 de março – Uma multidão de milhares de pessoas estava presente. A Senhora apareceu e não falou nada.
Décima sexta: 25 de março – A Senhora responde a pergunta de Bernadette. “Eu sou a Imaculada Conceição”.
Décima sétima: 7 de abril – Milagre da vela. Bernadette, à vista de milhares de testemunhas, incluindo um médico, segurou uma vela que queimava sua mão durante todo o tempo. Não houve ferimento.
Décima oitava: 16 de julho – Visão derradeira da Virgem Maria, “mais bela do que nunca”.
A Igreja reconheceu oficialmente 67 milagres ocorridos na gruta de Lourdes. Mas há uma quantidade muito maior de curas e graças extraordinárias constatadas por médicos, fiéis e peregrinos, num número que se eleva aos milhares!
O pedido de Nossa Senhora dessa vez era para que construíssem uma capela no local onde as aparições estavam acontecendo. Hoje, é este o lugar onde está o Santuário de Lourdes!
A confirmação do dogma acontece na décima sexta aparição: “Eu sou a Imaculada Conceição“… e a Virgem Maria, em sua última aparição, estava mais bela do que nunca!
Um judeu que escreveu sobre a história de Nossa Senhora de Lourdes
Franz Werfel (1890-1945) foi um importante escritor austríaco. Poeta, dramaturgo e romancista, Werfel tinha origem judaica, tendo sido perseguido pelos nazistas.
Entre as peripécias de sua fuga, destaca-se o seu abrigo, junto da esposa, no pequeno vilarejo de Lourdes. Lá, escondeu-se durante cinco semanas e inteirou-se das histórias das aparições.
Diante dessa situação angustiante, Werfel promete que se conseguisse fugir dos nazistas, por intercessão de Nossa Senhora de Lourdes, escreveria um livro dedicado a história das aparições e as divulgaria no mundo inteiro.
Depois de muitos apuros, Franz finalmente consegue fugir do perigo e alcança os Estados Unidos.



Sua promessa foi alcançada e, em 1941, o livro prometido foi escrito. “A Canção de Bernadette” tornou-se best seller e, logo em seguida (1943), também um filme (de mesmo nome) dirigido por Henry King.





11 de abr. de 2026

SANTA GEMA GALGANI

 


A curta existência desta santa, que nasceu em Camigliano, na Toscana, em 1878, e morreu em Lucca, aos 25 anos de idade, foi, em certo sentido, uma vida rotineira. É uma história de fervorosa piedade, de caridade e de contínuos sofrimentos. Estes sofrimentos foram causados, em parte, por uma saúde débil, em parte pela pobreza em que sua família caiu, em parte pela zombaria daqueles que se ofendiam com suas práticas devocionais, seus êxtases e outros fenômenos, e em parte por aquilo que ela acreditava serem assaltos do demônio. Mas ela contava com o consolo da comunhão constante com Nosso Senhor, que lhe falava como se estivesse corporalmente presente, e também encontrou muita bondade por parte da família Giannini, que a tratou nos seus últimos anos de vida depois da morte do pai quase como uma filha adotiva.

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Ao nascer, em 12 de março de 1878, na pequena Camigliano, perto de Luca, Gema recebeu esse nome, que em italiano significa joia, por ser a primeira menina dos cinco filhos do casal Galgani, que foi abençoado com um total de oito filhos.

Gema Galgani teve uma infância feliz, cercada de atenção pela mãe, que lhe ensinava as orações e o catecismo com alegria, incutindo o amor a Jesus na pequena. Ela aprendeu tão bem que não se cansava de recitá-las e pedia constantemente à mãe que lhe contasse as histórias da vida de Jesus. Mas essa felicidade caseira terminou aos sete anos. Sua mãe morreu precocemente e sua ausência também logo causou o falecimento do pai. Órfã, caiu doente e só suplantou a grave enfermidade graças ao abrigo encontrado no seio de uma família de Luca, também muito católica, que a adotou e cuidou de sua formação.

Conta-se que Gema, com a tragédia da perda dos pais, apegou-se ainda mais à religião. Recebeu a primeira eucaristia antes mesmo do tempo marcado para as outras meninas e levava tão a sério os conceitos de caridade que dividia a própria merenda com os pobres. Demonstrava, sempre, vontade de tornar-se freira e tentou fazê-lo logo depois que Nossa Senhora lhe apareceu em sonho. Pediu a entrada no convento da Ordem das Passionistas de Corneto, mas a resposta foi negativa. Muito triste com a recusa, fez para si mesma os juramentos do serviço religioso, os votos de castidade e caridade, e fatos prodigiosos começaram a ocorrer em sua vida.

Quando rezava, Gema era constantemente vista rodeada de uma luz divina. Conversava com anjos e recebia a visita de são Gabriel, de Nossa Senhora das Dores passionista, como ela desejara ser. Logo lhe apareceram no corpo os estigmas de Cristo, que lhe trouxeram terríveis sofrimentos, mas que era tudo o que ela mais desejava.

Entretanto, fisicamente fraca, os estigmas e as penitências que se auto-infligia acabaram por consumir sua vida. Gema Galgani morreu muito doente, aos vinte e cinco anos, no Sábado Santo, dia 11 de abril de 1903.

Imediatamente, começou a devoção e veneração à “Virgem de Luca”, como passou a ser conhecida. Estão registradas muitas graças operadas com a intercessão de Gema Galgani, que foi canonizada em 1940 pelo papa Pio XII, que a declarou modelo para a juventude da Igreja, autorizando sua festa litúrgica para o dia de sua morte.

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4 de abr. de 2026

Mensagem de Páscoa | Frei Paulo Roberto Pereira - Ministro Provincial

 


TvFranciscanos


Celebramos a Páscoa do Senhor: a vitória da vida sobre a morte, da luz sobre as trevas.

A ressurreição de Cristo renova em nós a esperança e nos recorda que o amor de Deus é mais forte que qualquer dor ou sofrimento. Nós, franciscanos, somos chamados a viver essa alegria pascal no cotidiano, sendo sinais de paz, fraternidade e vida nova no mundo. E, como nos recorda o Frei Paulo Roberto Pereira, Ministro Provincial, o verdadeiro sentido da Páscoa não está apenas na celebração, mas em permitir que Cristo ressuscite em nosso coração, transformando nossas atitudes e nos conduzindo a uma vida mais plena, marcada pelo amor, pela fé e pela esperança. 🌿 Cristo vive e caminha conosco.

Feliz Páscoa!



Caminhos do Evangelho | Reflexão de Frei Paulo Roberto Pereira, para o Sábado Pascal.

 



"E, indo elas a dar as novas aos seus discípulos, eis que Jesus lhes sai ao encontro, dizendo: Eu vos saúdo. E elas, chegando, abraçaram os seus pés, e o adoraram." (Mateus 28, 1 - 10).


Ele ressuscitou | Mãe Maria e Liturgia do Dia, Meditação da Palavra com Dom Walmor

 


No Evangelho do dia, refletido no programa Mãe Maria, somos convidados a começar o dia em oração, fé e confiança em Deus. Neste episódio, Dom Walmor Oliveira de Azevedo conduz uma profunda reflexão da Liturgia do Dia, iluminando nossa vida com a Palavra de Deus e ajudando-nos a viver a fé cristã no cotidiano. A partir do Evangelho de hoje e das leituras litúrgicas, este momento de espiritualidade fortalece o coração, renova a esperança e nos aproxima de Jesus Cristo. Ao final, rezamos juntos uma oração devocional à Nossa Senhora da Piedade, padroeira de Minas Gerais, nossa mãe amorosa e intercessora fiel. 🙏 Este é um convite para rezar com a Igreja, meditar o Evangelho do dia e encontrar força, consolo e direção espiritual para a caminhada cristã.



Os símbolos do Círio Pascal

Clique na imagem para ampliar:






O círio pascal é, desde os primeiros séculos do cristianismo, um dos elementos mais expressivos da Vigília do Sábado Santo. A seguir, apresentamos o significado de cada um dos símbolos gravados nele:

1. Luz
O círio pascal representa Cristo ressuscitado, "a verdadeira luz que ilumina todo homem que vem a este mundo" e que dissipa as trevas (a morte).

2. Chama
No início, na procissão de entrada da Vigília, a única luz é a do círio pascal. Então, com essa chama, a pequena vela levada pelos fiéis é acesa, o que significa a fé que todos nós recebemos e compartilhamos. Através deste ato, os batizados são lembrados de que devem ser portadores da luz de Cristo, testemunhas de seu amor, que como uma chama acende e aquece os corações.

3. A Cruz
A cruz é sempre o símbolo central, é o caminho que deve ser tomado, como Cristo, para chegar ao Pai.

4. Cravos
São cinco grãos de incenso, muitas vezes vermelhos, que são cravados no círio e simbolizam as cinco chagas de Jesus, os três pregos que perfuraram suas mãos e pés, a lança no lado direito do corpo e os espinhos em sua cabeça.

5. Fogo
O fogo da chama também representa uma imagem viva da ressurreição, do homem que abandona o pecado e nasce para uma nova vida. Enquanto o círio está aceso, o sacerdote pode dizer palavras semelhantes a: "A luz de Cristo, elevando-se em Glória, dissipa as trevas de nossas mentes e de nossos corações".

6. Alfa e Ômega

As letras Alfa e Ômega, a primeira e a última do alfabeto grego, indicam que a Páscoa de Cristo, o início e o fim do tempo e da eternidade, chega até nós sempre com nova força no ano especial em que vivemos.

7. Ano
O ano atual representa Deus no presente e como Mestre e Senhor de toda a eternidade

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27 de mar. de 2026

Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito (Salmo 30/31) - Letra e Vídeo



Pai, em tuas mãos (Salmo 30/31) - Letra:

Pai, em tuas mãos
entrego o meu espírito.

1. Senhor, eu ponho em vós minha esperança;
que eu não fique envergonhado eternamente!
Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito,
porque vós me salvareis, ó Deus fiel.
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2. Tornei-me o opróbrio do inimigo,
o desprezo e zombaria dos vizinhos,
e objeto de pavor para os amigos;
fogem de mim os que me veem pela rua!
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3. A Vós, porém, ó meu Senhor, eu me confio,
e afirmo que só Vós sois o meu Deus!
Eu entrego em vossas mãos o meu destino;
libertai-me do inimigo e do opressor!
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4. Mostrai, serena, a vossa face ao vosso servo,
e salvai-me pela vossa compaixão!
Fortalecei os corações, tende coragem,
todos vós que ao Senhor vos confiais!


Coral  Palestrina de Curitiba
Álbum Cantos da Semana Santa


17 de mar. de 2026

Perfeito É Quem Te Criou | Coroação | Te Coroamos Ó Mãe Lara Dalmonico

 




São Patrício da Irlanda e sua couraça - reze agora mesmo!

Nasceu na Grã-Bretanha por volta do ano 389, isto é, no final do século IV d.C. Aos 16 anos foi capturado por piratas irlandeses e vendido como escravo. Mas conseguiu escapar e fugiu para a França. Ali, em contato com pessoas religiosas, fez um discernimento na busca da vontade de Deus, tornando-se sacerdote e missionário. Em 432, decidiu inclusive voltar para a ilha da Irlanda.
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Dedicou-se com ardor à evangelização de toda a população irlandesa: crianças, jovens e adultos. Para explicar o mistério da Santíssima Trindade, utilizava o trevo de três folhas, mostrando que, na fé cristã, Deus é uno e trino. Incentivou os sacramentos e, entre eles, a confissão particular. Pela tradição popular, atribuiu-se a São Patrício o desaparecimento das cobras na ilha. Por isso é representado esmagando esses animais com seu cajado. Mediante sua pregação, mudou a crença do povo, levando muitas pessoas do culto celta para a fé e o culto cristão. Sofreu, por causa disso, perseguição, pois com sua presença e ação perturbava os chefes religiosos celtas. No entanto, perseverando em seu esforço missionário ao longo de 20 anos, fez com que a Irlanda aderisse ao cristianismo e se tornasse, mais tarde, um dos países mais cristãos do mundo.
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Acabou por falecer aos 17 de março do ano 461, com fama de santidade e o mérito de grande apóstolo da fé cristã. Havia, de fato, fundado mosteiros e ajudado a conversão de muitas pessoas. O que ele nos ensina? A sermos nós também "sal da terra e luz do mundo" (Mt 5,13), como certa vez Jesus pediu a Seus discípulos. Vivemos em outra época, é verdade, mas o nosso tempo também tem urgente necessidade de novos evangelizadores. Precisamos de novos "patrícios" que nos levem a descobrir a beleza da fé cristã e da prática do Evangelho.
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Esta oração dedicada ao Apóstolo da Irlanda, São patrício nos serve como uma armadura divina contra o mal, a violência e as adversidades espirituais.

Oração Couraça de São Patrício

Hoje me levanto com poderosa força e invoco à Santíssima Trindade com Trinitária fé professando a unidade do Criador e da criatura.
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Hoje me levanto com a força do nascimento de Cristo, com a graça do seu batismo, com a força de sua crucificação e morte, com a força de sua ressurreição e ascensão, com a força de seu retorno no dia do juízo.
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Hoje me levanto com a força do amor do Querubim, obediente aos anjos, a serviço dos arcanjos, na esperança da ressurreição para encontrar consolo com as orações dos patriarcas, as predições dos profetas, os ensinamentos dos apóstolos, a fé dos confessores, a inocência das santas virgens, os feitos dos homens de bem.
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Hoje me levanto com a força dos céus: a luz do sol, o brilho da lua, o esplendor do fogo, a velocidade do trovão, a rapidez do vento, a profundidade dos mares, a permanência da terra, a firmeza da rocha.
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Hoje me levanto com a força de Deus que me guia: sua grandeza que me apoia, sua sabedoria que me guia, seu olho que me cuida, seu ouvido que me escuta, sua palavra que me fala, sua mão que me defende, seu caminho para segui-lo, seu escudo para proteger-me, sua Eucaristia para livrar-me das armadilhas do demônio, da tentação dos vícios, daqueles que me desejam o mal, longe ou perto, só ou acompanhado.

Invoco hoje estes poderes para que se levantem entre mim e estes males, contra todos e cruéis infames poderes que desejam o mal, para meu corpo, contra as invocações dos falsos profetas, contra as nefastas leis da pagania, contra as falsas leis da heresia, contra as artes da idolatria, contra os feitiços das bruxas, quiromantes e feiticeiros, contra todo conhecimento que corrompe o corpo e a alma.

Cristo que me protege hoje contra o veneno, contra o fogo, contra morrer afogado, contra ser ferido, para que assim venha a mim abundante consolo.

Cristo comigo,
Cristo à minha frente,
Cristo atrás de mim,
Cristo em mim,
Cristo abaixo de mim,
Cristo sobre mim,
Cristo à minha direita,
Cristo à minha esquerda,
Cristo quando me deito,
Cristo quando me sento,
Cristo quando me levanto,
Cristo no coração de todo homem que pensa em mim,
Cristo na boca de quem fale de mim,
Cristo em todo olho que me vê,
Cristo em todo ouvido que me ouve.
Hoje me levanto com poderosa força e invoco à Santíssima Trindade com trinitária fé professando a unidade do Criador e da criatura. 
Amém.

Curiosidades da Oração Couraça de São Patrício

A Couraça de São Patrício foi uma oração muito usada durante a Idade Média, com o objetivo de proteger os cavaleiros dos golpes de seus inimigos.
São Patrício é considerado o padroeiro da Irlanda e seu dia é celebrado em 17 de março. No país, ele é conhecido como Saint Patrick ou da forma abreviada e familiar St. Paddy.

Fonte: O Mílite e


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19 de fev. de 2026

Santo Francisco e Santa Jacinta.





SANTO DO DIA (20/02)

No ano de 1908, nasceu Francisco Marto. 
Em 1910, Jacinta Marto. 
Filhos de Olímpia de Jesus e Manuel Marto. 
Eles pertenciam a uma grande família, e eram os mais novos de nove irmãos. A partir da primavera de 1916, a vida dos jovens santos portugueses sofreria uma grande transformação: as diversas aparições do Anjo de Portugal (o Anjo da Paz) na "Loca do Cabeço" e, depois, na "Cova da Iria".
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A partir de 13 de maio de 1917, Nossa Senhora apareceria por seis vezes a eles.
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O mistério da Santíssima Trindade, a Adoração ao Santíssimo Sacramento, a intercessão, o coração de Jesus e de Maria, a conversão, a penitência; tudo isso e muito mais foi revelado a eles pelo Anjo e também por Nossa Senhora, a Virgem do Rosário. 
Na segunda aparição, no mês de junho, Lúcia (prima de Jacinta e Francisco) fez um pedido a Virgem do Rosário: que ela levasse os três para o Céu. Nossa Senhora respondeu-lhe: "Sim, mas Jacinta e Francisco levarei em breve".
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Os bem-aventurados vivenciaram e comunicaram a mensagem de Fátima. Esse fato não demorou muito. 
Em 4 de abril de 1919, Francisco, atingido pela grave gripe espanhola, foi uma das primeiras vítimas em Aljustrel. Suas últimas palavras foram: "Sofro para consolar Nosso Senhor. Daqui, vou para o céu". 
Jacinta Marto, modelo de amor que acolhe, acolheu a dor na grave enfermidade, tendo até mesmo que fazer uma cirurgia sem anestesia. Tudo aceitou e ofereceu, como Nossa Senhora havia lhe ensinado, por amor a Jesus, pela conversão dos pecadores e em reparação aos ultrajes cometidos contra o coração imaculado da Virgem Maria. 
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Por conta da mesma enfermidade que atingira Francisco, em 20 de fevereiro de 1920, ela partiu para a Glória. 

No dia 13 de maio do ano 2000, o Papa João Paulo II esteve em Fátima, e do 'Altar do Mundo' beatificou Francisco e Jacinta, os mais jovens beatos cristãos não-mártires. 
Papa Francisco canonizou os dois pastorinhos no dia 13 de maio durante a sua visita a Portugal por ocasião das comemorações do Jubileu de 100 anos das aparições de Nossa Senhora em Fátima.

Santo Francisco e Santa Jacinta, rogai por nós!


🙏🙏🏻
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11 de fev. de 2026

Provérbios

É melhor um pedaço de pão seco e a tranquilidade, do que uma casa cheia de sacrifícios e de discórdias. 

Proverbio 17,1

JESUS MISERICORDIOSO

 


Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós!

ORAÇÃO A NOSSA SENHORA DE LOURDES




Ó Virgem puríssima, Nossa Senhora de Lourdes,que vos dignastes aparecer a Bernadete, no lugar solitário de uma gruta, para nos lembrar que é no sossego e recolhimento que Deus nos fala e nós falamos com Ele. Ajudai-nos a encontrar o sossego e a paz da alma que nos ajudem a conservar-nos sempre unidos a Deus.
Nossa Senhora da gruta, dai-me a Graça que vos peço e que tanto preciso; (pedir a graça)...
Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós!
Amém!
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Rezar 1 Pai Nosso, 1 Ave Maria e 1 Glória ao Pai
Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós!

🙏🙏🙏
Dóceis ao convite de vossa voz maternal, Ó Virgem Imaculada de Lourdes, acorremos a vossos pés junto da humilde gruta onde vos dignastes aparecer para indicar aos que se extraviam, o caminho da oração e da penitência, e para dispensar aos que sofrem, as graças e os prodígios da vossa soberana bondade.
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Recebei, Rainha compassiva, os louvores e as súplicas que os povos e as nações oprimidos pela amargura e pela angústia elevam confiantes a vós. Ó resplandecente visão do paraíso, expulsai dos espíritos - pela luz da fé - as trevas do erro. Ó místico rosário com o celeste perfume da esperança, aliviai as almas abatidas. Ó fonte inesgotável de água salutar com as ondas da divina caridade, reanimai os corações áridos.
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Fazei que todos nós, que somos vossos filhos por vós confortados em nossas penas, protegidos nos perigos, sustentados nas lutas, nos amemos uns aos outros e sirvamos tão bem ao vosso doce Jesus que mereçamos as alegrias eternas junto a vosso trono no céu. Amém.

Oração composta pelo Papa Pio XII



10 de fev. de 2026

Santa Escolástica- 10 de Fevereiro




Santa Escolástica era irmã gêmea do grande São Bento, pai do monaquismo. Nasceu numa região do centro da Itália em 480; tristemente perdeu sua mãe no parto.
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Gêmea de Bento, tornou-se também gêmea de busca de santidade e missão, já que ambos deram testemunho de santos fundadores. A vida totalmente consagrada a Deus de Escolástica começou até antes do irmão; porém, foi aprofundada quando seguiu o irmão até que ele se instalou em Cassino. Desta forma, Escolástica, fundadora das irmãs beneditinas, sempre esteve ligada com Bento.

O nome de Santa Escolástica, irmã de São Bento, nos leva para o século V, para o primeiro mosteiro feminino ocidental, fundamentado na vida em comum, conceito introduzido na vida dos monges por ele. Foi o primeiro a orientar para servir a Deus não “fugindo do mundo” através da solidão ou da penitência itinerante, como os monges orientais, mas vivendo em comunidade duradoura e organizada, e dividindo rigorosamente o próprio tempo entre a oração, trabalho ou estudo e repouso.
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Escolástica e Bento, irmãos gêmeos, nasceram em Nórcia, região central da Itália, em 480. Eram filhos de nobres, o pai Eupróprio ficou viúvo quando eles nasceram, pois a esposa morreu durante o parto. Ainda jovem Escolástica se consagrou a Deus com o voto de castidade, antes mesmo do irmão, que estudava retórica em Roma. Mais tarde, Bento fundou o mosteiro de Monte Cassino criando a Ordem dos monges beneditinos. Escolástica, inspirada por ele, fundou um mosteiro, de irmãs, com um pequeno grupo de jovens consagradas. Estava criada a Ordem das beneditinas, que recebeu este nome em homenagem ao irmão, seu grande incentivador e que elaborou as Regras da comunidade.

São muito poucos os dados da vida de Escolástica, e foram escritos quarenta anos depois de sua morte, pelo o santo papa Gregório Magno, que era um beneditino. Ele recolheu alguns depoimentos de testemunhas vivas para o seu livro “Diálogos” e escreveu sobre ela apenas como uma referência na vida de Bento, mais como uma sombra do grande irmão, pai dos monges ocidentais.

Nesta página expressiva contou que, mesmo vivendo em mosteiros próximos, os dois irmãos só se encontravam uma vez por ano, para manterem o espírito de mortificação e elevação da experiência espiritual. Isto ocorria na Páscoa e numa propriedade do mosteiro do irmão. Certa vez, Escolástica foi ao seu encontro, acompanhada por um pequeno grupo de irmãs, quando Bento chegou também acompanhado por alguns discípulos. Passaram todo o dia conversando sobre assuntos espirituais e sobre as atividades da Igreja.

Quando anoiteceu, Bento, muito rigoroso às Regras disse à irmã que era hora de se despedirem. Mas Escolástica pediu que ficasse para passarem a noite, todos juntos, conversando e rezando. Bento se manteve intransigente dizendo que deveria ir para suas obrigações. Neste momento ela se pôs a rezar com tal fervor que uma grande tempestade se formou com raios e uma chuva forte caiu a noite toda, e ele teve de ficar. Os dois irmãos puderam conversar a noite inteira. No dia seguinte o sol apareceu, eles se despediram e cada grupo voltou para o seu mosteiro. Essa seria a última vez que os dois se veriam.

Três dias depois, em seu mosteiro Bento recebeu a notícia da morte de Escolástica, enquanto rezava olhando para o céu, viu a alma de sua irmã, penetrar no paraíso em forma de pomba. Bento mandou buscar o seu corpo e o colocou na sepultura que havia preparado para si. Ela morreu em 10 de fevereiro de 547, quarenta dias antes que seu venerado irmão Bento. Escolástica foi considerada a primeira monja beneditina e Santa, pela Igreja que escolheu o dia de sua morte para as homenagens litúrgicas.


8 de fev. de 2026

SANTA JOSEFINA BAKHITA

 

 Bakhita nasceu no Sudão, África, em 1869. Este nome, que significa "afortunada", não recebeu de seus pais ao nascer, lhe foi imposto por seus raptores. Esta flor africana conheceu as humilhações, os sofrimentos físicos e morais da escravidão, sendo vendida e comprada várias vezes. A terrível experiência e o susto, provado naquele dia, causaram profundos danos em sua memória, inclusive o esquecimento do próprio nome.

Na capital do Sudão, Bakhita foi finalmente comprada por um cônsul italiano, que depois a levou consigo para a Itália. Durante a viagem, ele a entregou para viver com a família de um amigo, que residia em Veneza, e cuja esposa, havia se afeiçoado à ela.Depois, com o nascimento da filha do casal, Bakhita se tornou sua babá e amiga.
Os negócios desta família, na África, exigiam que retornassem. Mas, aconselhado pelo administrador, o casal confiou as duas, às irmãs da congregação de Santa Madalena de Canossa, em Schio, também em Veneza. Alí, Bakhita, conheceu o Evangelho. Era 1890 e ela tinha vinte e um anos quando foi batizada recebendo o nome de Josefina.
Após algum tempo, quando vieram buscá-las, Bakhita ficou. Queria se tornar uma irmã canossiana, para servir a Deus que lhe havia dado tantas provas do seu amor. Depois de sentir muita clareza do chamado para a vida religiosa, em 1896, Josefina Bakhita se consagrou para sempre a Deus, que ela chamava com carinho "o meu Patrão!".
Por mais de cinqüenta anos, esta humilde Filha da Caridade, se dedicou às diversas ocupações na congregação, sendo chamada por todos de "Irmã Morena". Ela foi cozinheira, responsável do guarda-roupa, bordadeira, sacristã e porteira. As irmãs a estimavam pela generosidade, bondade e pelo seu profundo desejo de tornar Jesus conhecido. "Sedes boas, amem a Deus, rezai por aqueles que não O conhecem. Se soubésseis que grande graça é conhecer a Deus!".
A sua humildade, a sua simplicidade e o seu constante sorriso, conquistaram o coração de toda população. Com a idade, chegou a doença longa e dolorosa. Ela continuou a oferecer o seu testemunho de fé, expressando com estas simples palavras, escondidas detrás de um sorriso, a odisséia da sua vida: "Vou devagar, passo a passo, porque levo duas grandes malas: numa vão os meus pecados, e na outra, muito mais pesada, os méritos infinitos de Jesus. Quando chegar ao céu abrirei as malas e direi a Deus: Pai eterno, agora podes julgar. E a São Pedro: fecha a porta, porque fico".
Na agonia reviveu os terríveis anos de escravidão e foi a Santa Virgem que a libertou dos sofrimentos. As suas últimas palavras foram: "Nossa Senhora!". Irmã Josefina Bakhita faleceu no dia 8 de fevereiro de 1947, na congregação em Schio, Itália. Muitos foram os milagres alcançados por sua intercessão. Em 1992, foi beatificada pelo Papa João Paulo II e elevada à honra dos altares em 2000, pelo mesmo Sumo Pontífice. O dia para o culto de "Santa Irmã Morena" foi determinado o mesmo de sua morte.
Fonte site: arquisp.org.br

ORAÇÃO À SANTA JOSEFINA BAHKITA

Ó Santa Josefina Bakhita, que, desde menina, foste enriquecida por Deus com tantos dons e a Ele correspondeste com todo o amor, olha por nós. Intercede junto ao Senhor para que cresçamos no Seu amor e no amor a todas as criaturas humanas, sem distinção de idade, de raça, de cor ou de situação social. 
Que pratiquemos sempre, como tu, as virtudes da fé, da esperança, da caridade, da humildade, da castidade e da obediência. 
Pede, agora, ao Pai do Céu, oh Bakhita, as graças que mais preciso, especialmente (pedido). Amém.

Fonte das fotos abaixo: 


                   Pousa ao lado o Padre Rivaldo Celson Alves: