13 de jan. de 2021
19 de ago. de 2020
Gianna Jessen a bebê que resistiu ao aborto: Uma História emocionante
Gianna Jessen sobreviveu a um aborto por envenenamento salino. Deveria estar morta, mas milagrosamente sobreviveu. Nesse discurso na Austrália, Gianna nos comove com o exemplo de sua vida. Traduzido pelo canal www.youtube.com/vidaecastidade . Diga NÃO ao aborto! www.giannajessen.com
Quais são os 10 mandamentos das leis de Deus?
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Qual o quinto mandamento?
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Se você visitar um médico e ele olhar para você e disser:
-Você está muito enfermo!
Nesse momento de quem você se lembra?
Do seu carro, da sua posição social, das festas, das suas roupas, do seu cargo na empresa?
De quem você se lembra num momento difícil? Um momento que o “poder” humano não possa resolver?
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De quem você se lembra?
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A grande maioria olha para o céu e pede ajuda a Deus e chora como criança...
A vida nesse momento se tornou para você algo de importância única.
Então, não é a vida tudo de mais importante para você? E agora apenas a sua Fé em Deus pode te salvar...
(Embora digam por ai que a vida é algo mais, algo materialista: Tolos!!!)
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ABORTO: Não significa morte?
Dessa forma a morte causada por outros seres humanos seja como for: é assassinato...
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Porque querem matar os mais fracos?
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Voltando ao começo do texto.
Você pediria a Deus a cura daquela enfermidade se tivesse feito um aborto? Seja como médico ou como mulher??? Seria difícil, mas Deus ouviria seu arrependimento como todo Pai. Então porque destruir uma criação Sua? Se Ele nos ama tanto.
17 de ago. de 2020
Bispo médico fala da gravidez de menina violentada dos 6 aos 10 anos
“Protejam essa menina. Ela já sofreu muito. Todas as vidas importam; contudo, importam muito mais as vidas das crianças: a da mãe, de 10 anos, e a do bebê, já com 5 meses e meio de vida”
O bispo, que também é médico formado pela USP, questionou o aguerrido engajamento de movimentos pró-aborto para desestimar os movimentos pró-vida como se a defesa da vida da menina e do bebê fosse um ato de “insensibilidade” ao trauma do estupro. Dom Antônio definiu a pressão pró-aborto como “ditadura da ideologia da morte”.
Ele observou que os médicos de Vitória, capital do Espírito Santo, respeitaram “a sua profissão toda ela voltada para a defesa da vida e alívio do sofrimento”, recusando-se a realizar o aborto. A menina-mãe foi então levada para Recife, onde o aborto foi realizado na manhã desta segunda, 17.
Dom Antônio Augusto, cuja mensagem foi divulgada neste domingo, 16, no contexto da solenidade da Assunção de Nossa Senhora, lamentou a violência contra as duas crianças e o silêncio dos poderes executivo, legislativo e judiciário no tocante à defesa de ambas as vidas.
O bispo foi além: questionou até mesmo a omissão de membros da Igreja:
“Onde estão os bispos que dizem que querem o povo protegido? Onde estão os padres que tanto falam dos direitos humanos e das legítimas exigências do bem comum? Protejam essa menina. Ela já sofreu muito. Cuidem dela, pois, embora seja uma gravidez de risco, não significa que é uma gravidez de risco de morte. É uma gravidez que nos leva a arriscar-nos no amor e na justiça para proteger as duas vidas. Todas as vidas importam; contudo, importam muito mais as vidas das crianças. Nesse caso, a da mãe, de 10 anos de idade, e a do bebê, o seu filho já com 5 meses e meio de vida”.
Parcialidade na argumentação sobre trauma
O caso foi tratado pela mídia com viés ideológico pró-aborto, enfatizando-se que a menina tinha engravidado em decorrência de violência sexual e que o aborto seria uma espécie de “tratamento” do trauma do estupro.
Esta alegação não tem embasamento científico nem moral. O aborto não apenas não “apaga” o hediondo fato do estupro, como ainda pode acrescentar-lhe o trauma adicional do próprio aborto.
Há casos, aliás, em que a violência sexual sofrida por mulheres que engravidaram do agressor pôde ser suavizada e superada justamente por causa do acolhimento da vida inocente gerada nessa agressão.
1 de set. de 2018
ABORTO? ESPERE! OUÇA! História real de um lindo testemunho de Fé contado pela própria protagonista:
Deixe seu filho nascer ! Ele é um Dom, um presente de Deus !
Não tenha medo! Confie no Pai das Misericórdias !
Canal de Youtube:
8 de ago. de 2018
Nossa Senhora Protetora dos Nascituros
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Vimos, tão-somente, para apresentar-Vos a nossa súplica em favor daqueles a quem é negado o direito sagrado de nascer; em favor dos que têm a vida ameaçada por aqueles que a deveriam defender.
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Senhora, iluminai as mulheres que têm o poder de gerar; mostre-lhes o quanto é maravilhoso ser mãe.
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Despertai a consciência dos médicos, para que jamais cortem estas flores em botão, sob o falso pretexto de proteção à vida das mães.
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Ó vencedora das grandes batalhas de Deus, fazei compreender aos homens que não é a fecundidade humana que torna o mundo pequeno, e sim as injustiças e a ambição desenfreada.
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Ó Senhora Protetora dos Nascituros, fazei valer Vossa onipotência suplicante diante do trono do Divino Salvador, a quem protegeste contra a perseguição de Herodes, fugindo para o Egito.
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Finalmente Vos pedimos, Senhora: multiplicai os apóstolos da Vida, como as estrelas do céu e as areias das praias, para que os partidários do aborto e as mães e pais indignos deste nome, se sintam confundidos e humilhados. Reconhecendo a sua crueldade, se voltem a Deus, fonte da Vida. Fazei que, quanto antes, seja proclamada a vitória da vida sobre a morte, e o sorriso das crianças seja a alegria de todos os lares.
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Isso Vos pedimos, por Cristo, Nosso Senhor.
Amém.
Fonte: Página Facebook Sherb Fernandes
22 de fev. de 2016
TEMA ABORTO:"Me digas com quem andas, que eu te direi quem tu és"
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Em dois versículos da Bíblia que Cristo usou para nos ensinar, os pecadores usam como frases de efeitos: "Não atirem a primeira pedra", "Não Julguem para não serem julgados", apesar de serem ditas por Jesus elas estão amordaçando nós cristãos de repudiar pecados terríveis que muita gente comete contra Deus.
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Em "Atirar a primeira pedra", foi dito por JESUS no momento que ameaçavam apedrejar Maria Madalena num contexto diferente, alertou o Senhor que todos somos pecadores, entretanto logo em seguida Ele disse a Maria Madalena "Vá e não peque mais", portanto Ele ensinou que inocentes temos o perdão. Um conselho para todos nós, para que nunca persistamos no pecado, um deles o ABORTO que temos a obrigação de continuar repudiando e atacar com "pedras": palavras combativas contra esse mal que ameaça a vida, o amor e a confiança em Deus, não podemos ser omissos, cairemos no pecado na omissão.
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Meus irmãos já ventilaram nos meios políticos de criar um projeto para a legalização do ABORTO no caso da MICROCEFALIA por causa do Zika vírus, uma doença que os cientistas ainda não entraram em acordo se é realmente esse vírus o causador desse mal. Mas e a nossa Fé e a confiança em Deus onde fica? Matar um feto aos 6 ou 7 meses de gestação é a visão dos infernos, o maligno agindo junto aos de pouca ou nenhuma Fé.
Acreditem na Misericórdia de Deus Pai e seja feita a Sua vontade: A VIDA.
Paz e Bem!
2 de ago. de 2013
ABORTO: UMA ABERRAÇÃO NO CORAÇÃO DO HOMEM
Estou falando da lei do ABORTO, a lei dos assassinatos dos anjos inocentes.
Estamos lastimando a violência, as pestes, os desarranjos ao nosso redor, contudo no momento estamos discutindo um absurdo, que não deveria sequer ser lembrado, o descarte da vida, o descarte de um ser humano com alegações: se virão ter problemas de saúde ou se for indesejado.
Anjos que ainda não pode se defender, ou gritar por socorro para que salvem-lhe a vida, e estão tentando aprovar uma lei para decidir covardemente se devem vir ou não ao esse mundo.
São Francisco de Assis, o santo que mais se aproximou de Jesus Cristo, que mais compreendeu a criação, a natureza em todos os sentidos, EVITAVA A MORTE DOS VERMES OS AFASTANDO DA ESTRADA PARA QUE NÃO FOSSEM ESMAGADOS, e nós estamos discutindo sobre a vida dos anjos como um simples descarte!!!. Quem somos diante duma grandeza como São Francisco, que defendia a vida sobre todos os ângulos?
Imagine o tamanho do pecado que estamos cometendo só do fato de lembrarmos disso, e levar uma coisa dessas a discussão?
O Brasil será castigado se aprovar uma lei dessas, não tenham duvidas disso!!! Deus pode virar a costas a aqueles que a defendem ou vir a aprová-la.
São Paulo assim diz aos Efésios:
"não tenhais cumplicidade nas obras infrutíferas das trevas; pelo contrário, condenai-as abertamente" (Ef 5:11).
Nós cristãos precisamos reagir, sair da dormência e do medo que nos encontramos e condenar tal atitudes contra Deus.
Só nos resta pedir a Deus que nos perdoe...
CLIQUE E PESQUISE SOBRE: Dr. Bernard Nathanson
Nota:
O Médico americano Dr. Bernard Nathanson foi um dos principais ativistas Pró-Aborto, admitiu ser responsável por 75.000 abortos. Arrependido agora luta contra o ABORTO em todo o mundo, com certeza não foi boa a sua experiência.
23 de mar. de 2012
CPI da VERDADE sobre o ABORTO, JÁ!
Os 82% ou 71% do povo brasileiro contra a liberação do aborto precisam saber toda a VERDADE e merecem respeito. Os Parlamentos brasileiros NÃO PODEM MAIS SE OMITIR! Não dá mais para esconder os financiamentos internacionais e interesses assassinos e escusos por trás da campanha a favor do aborto. Precisamos de "comissões da verdade" para DAR VIDA às pessoas e NÃO MORTE. O Senado e a Câmara Federal podem criar CPIs. As Assembleias Legislativas estaduais e as Câmaras Municipais também podem criar CPIs para investigar entidades abortistas sediadas em seus estados e municípios.
CPI DA VERDADE SOBRE O ABORTO JÁ! Há várias justificativas para iniciar a CPI DO ABORTO e mostrar a verdadeira face oculta da CULTURA DA MORTE, da CAMPANHA PELO ABORTO LIVRE.
“MATERNICÍDIO”. Os abortistas usam NUMEROS MENTIROSOS para assustar o povo e enganar os parlamentares. Já falaram em três milhões, um milhão e, agora, falam em 200 mil mortes maternas por ano. Por esses números teríamos um “maternicídio”. Os abortistas usam o número de curetagens em ABORTOS ESPONTÂNEOS realizados pelo SUS (cerca de 180 mil/ano) para dizer que são abortos clandestinos ou mortes maternas de mulheres negras ou pobres. VERDADE: o Ministério da Saúde informou: no primeiro semestre de 2011, foram 705mortes maternas. Se o número for repetido no segundo semestre, serão 1.410 mortes maternas no ano. Infinitamente menor que 200 mil, um milhão, três milhões! Um genocídio de bebês não salvará a vida de nenhuma gestante. Precisamos dar condições alimentares e de saúde para salvar a vida dessas 1.410 gestantes.
FALTA DE SAÚDE PÚBLICA. As mortes maternas acontecem por falta de saúde públicaadequada. Em BH, 95,5% das mortes maternas foram causadas por falha no atendimento de saúde, em 2010. Em Brasília, uma gestante ficou com o FETO MORTO em seu útero por OITO DIAS e outra recebeu o FETO NUM VIDRO. Gestantes ficam abandonadas pelos corredores hospitalares em várias partes do país. A presidente Dilma Rousseff cortou a verba da saúde em mais de 5 bilhões de reais neste ano. As mortes das mulheres pobres, sem atendimento ou nas portas dos hospitais, é um problema de FALTA DE SAÚDE PÚBLICA. É uma lástima a omissão dos governantes e dos parlamentos com futuro dos brasileirinhos e brasileirinhas. Pergunta-se: IMPEDIR QUE NASÇAM, MATÁ-LOS NO ÚTERO DE SUAS MÃES SERÁ MELHOR PARA O BRASIL?
NAZISMO, PRECONCEITO E DISCRIMINAÇÃO. Os abortistas dizem que as mulheres ricas, de todas as cores de peles, têm dinheiro para pagar seus abortos, por isso matariam seus filhos com mais tranqüilidade. Dizem que as mulheres pobres ou negras (usam a cor para vincular suas propostas ao racismo) morrem porque não têm dinheiro para pagar os abortos. As propostas dos abortistas são todas no sentido de assassinar os filhos das mulheres pobres. Os abortistas são adeptos de Hitler, querem criar uma raça brasileira pura, sem filhos de famílias pobres. O Estado é obrigado a dar “assistência aos desamparados” (art. 6º.CF) e saúde para as mulheres pobres, de qualquer cor, para que seus filhos sejam saudáveis. Pergunta-se: UM PAÍS VERDADEIRAMENTE RICO É UM PAÍS QUE MATA OS FILHOS DOS POBRES?
CAPITALISTAS BILIONÁRIOS INTERNACIONAIS. O noticiário informa sobre o financiamento de ONGs e pessoas dedicadas à causa abortista por CAPITALISTAS internacionais BILIONÁRIOS - Fundação Ford - Warren Buffet. Nos EUA abortistas desviaram dinheiro destinado à cura de câncer para praticar abortos. É preciso descobrir como (se legalmente) e quem envia, quem recebe e proibir esse tipo de atividade destinada à matança dos brasileiros. É preciso confiscar esse dinheiro e destiná-lo à saúde. Pergunta-se: PODEMOS DEIXAR DINHEIRO INTERNACIONAL MATAR BRASILEIRINHOS E BRASILEIRINHAS ?
PROTEÇÃO À MATERNIDADE. A Constituição Federal diz, em seu artigo 6º., que são direitos sociais “...a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados...”. A gestação se inicia com a fecundação do óvulo. Portanto, é obrigação do Estado dar proteção à gestante e não propor o assassinato de seu filho. Nunca uma mulher precisou de atestado de psicólogo para declarar se ela estava em “condições psicológicas” para dar à luz e manter uma criança. Será que a mulher precisará de autorização do psicólogo para ter filhos ? A maternidade é um dom natural. O Estado, representado pela presidente, os governadores, os prefeitos e os parlamentos têm obrigação de dar proteção à maternidade e dar assistência às gestantes desamparadas (art. 6º.CF), através de um subsídio mensal, pago diretamente a elas, para terem seus filhos com saúde.
ABORTO E ESTUPRO SÃO CRIMES HEDIONDOS. Em nosso requerimento ao Ministério Público de Guarulhos, demonstramos que o aborto e o estupro são crimes hediondos. No aborto, a vítima, inocente e indefesa, é assassinada por meios cruéis. A alteração do Código Penal pode acontecer, mas para suprimir todas as possibilidades de aborto e garantir VIDA AOS NASCITUROS. O exemplo da deputada federal FÁTIMA PELAES (VÍDEO AQUI) mostra que não podemos tirar a vida de ninguém. Para os casos de estupro, os governos e os parlamentos podem criar um subsídio financeiro para a mãe, até o nascimento do bebê, e simplificar a adoção, para reduzir o tempo de espera dos adotantes e evitar disputas judiciais entre a mãe adotiva e a mãe biológica.
DIREITO DO NASCITURO/ANENCÉFALO. O ex-ministro do STF, EROS GRAU, sem nenhuma paixão religiosa, demonstra o direito do nascituro, inclusive o anencéfalo, no artigo "Pequena nota sobre o direito a viver".
PACTO DE SAN JOSE DA COSTA RICA. A Convenção Americana de Direitos Humanos foi promulgada pelo Brasil através do decreto nº. 678/92. O art. 4º prevê o direito à vida e é bastante claro: “1. Toda pessoa tem direito de que se respeite sua vida. Esse direito deve ser protegido pela lei e, em geral, desde o momento da concepção. Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente.” Nos termos do art. 44, da Convenção, se aprovada a liberação do aborto, os organismos de defesa da vida poderão denunciar o Governo Brasileiro junto a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, sediada em Washington, Estados Unidos da América.
GENOCÍDIO. A antiga "Convenção Para a Prevenção e Repressão do Crime de Genocídio", promulgada pelo Decreto Presidencial n. 30.822, de 06.05.1952, renovada pelo Estatuto de Roma, promulgado pelo Decreto Presidencial nº. 4.388, de 25.09.2002, prevê, no seu art. 6o , o crime de Genocídio: “Para os efeitos do presente Estatuto, entende-se por ‘genocídio’, qualquer um dos atos que a seguir se enumeram, praticado com intenção de destruir, no todo ou em parte, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso, enquanto tal: d) Imposição de medidas destinadas a impedir nascimentos no seio do grupo”. A elaboração de leis que possibilitem o assassinato em massa de filhos de mulheres pobres tem a conotação de impedir nascimentos no seio desse grupo nacional (pobres), podendo levar a denúncias no Tribunal Penal Internacional.
QUEM pratica O MAL MAIOR, pode praticar TODOS OS OUTROS. O assassinato é o crime maior, pois tira A VIDA, o maior bem de uma pessoa. A vida é uma dádiva de Deus. Precisamos acabar com a CULTURA DA MORTE, para reduzir a violência e gerar a paz. Aqueles que propõem a morte dos filhos dos outros ou matam seus próprios filhos perdem os parâmetros morais e podem praticar qualquer outro crime, sem nenhum peso na consciência.
Jesus Cristo nos disse:
“O ladrão só vem para roubar, matar e destruir. Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância.” (Jo 10,10) “Eu sou o caminho a verdade e a vida.” (Jo 14,6)
O POVO PRECISA DA VERDADE E DA VIDA!
O Beato João Paulo II nos disse: Não tenhais medo! Não tenhamos medo!
Dom Luiz Bergonzini
Bispo Emérito de Guarulhos
Jornalista MTb 123
http://www.domluizbergonzini.com.br/
Belo testemunho da Deputada Fátima Pelaes - PMDB/AP ocorrido durante a discussão do Estatudo do Nascituro - PL 478/07, em 19 de maio de 2010.
21 de fev. de 2012
ABORTO: Dom Luiz Gonzaga Bergonzini
Essas dúvidas foram acentuadas quando fui interpelado por pessoas católicas obviamente cristãs, me acusando de tentar atingir a Unidade da Igreja, seria piada se o caso não fosse grave.
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Isso ocorreu porque publiquei no meu FACEBOOK um selo com a mensagem "Toda pessoa verdadeiramente cristã é contra o aborto". Isso de pessoas que por coerência com a nossa religião eu teria apoio, não ao contrário, visto que professamos a mesma Fé.
E ele gentilmente como um bom pastor me respondeu comforme abaixo:
Mensagem original
De: Dom Luiz Bergonzini
Para: Rivaldo R.Ribeiro
Enviada: 14/02/2012 10:04
Caríssimo irmão Rivaldo,
Eu e você estamos na Igreja Católica porque temos fé em Jesus Cristo.
O sacerdote, quando é ordenado, faz uma profissão de fé e uma promessa de evangelizar os povos em nome de Jesus Cristo. É um equívoco o sacerdote filiar-se a um partido político, seja lá qual for, pois necessariamente se coloca a favor de um grupo de fieis (partido defende uma parte contra as outras partes) contra os outros grupos de fieis. O padre deve ser promotor da unidade entre seus fieis e não o destruidor dessa unidade.
A Igreja é de Jesus Cristo. O sacerdote é um instrumento. Se ele desiste de ser sacerdote para ser político, foge ao compromisso assumido. Melhor seria que ele se afastasse do ministério sacerdotal.
Quanto aos católicos que atacam o senhor, eles estão com a mente embotada pela política.
Mas Jesus Cristo pede que sejamos uma fortaleza e que continuemos nosso trabalho.
Início da Segunda Carta de São Paulo a Timóteo.
1Paulo, Apóstolo de Jesus Cristo pelo desígnio de Deus referente à promessa de vida que temos em Cristo Jesus, 2a Timóteo, meu querido filho: Graça, misericórdia e paz da parte de Deus Pai e de Cristo Jesus, nosso Senhor! 3Dou graças a Deus — a quem sirvo com a consciência pura, como aprendi dos meus antepassados — quando me lembro de ti, dia e noite, nas minhas orações. 4Lembrando-me das tuas lágrimas, sinto grande desejo de rever-te, e assim ficar cheio de alegria. 5Recordo-me da fé sincera que tens, aquela mesma fé que antes tiveram tua avó Loide e tua mãe Eunice. Sem dúvida, assim é também a tua. 6Por este motivo, exorto-te a reavivar a chama do dom de Deus que recebeste pela imposição das minhas mãos. 7Pois Deus não nos deu um espírito de timidez mas de fortaleza, de amor e sobriedade. 8Não te envergonhes do testemunho de nosso Senhor nem de mim, seu prisioneiro, mas sofre comigo pelo Evangelho, fortificado pelo poder de Deus.
Continue com Jesus Cristo e conosco nessa luta em defesa do Evangelho.
Deus abençoe o senhor e sua família.
As minhas bênçãos. --
Dom Luiz Gonzaga Bergonzini
Bispo Emérito de Guarulhos
Jornalista MTb 123
www.domluizbergonzini.com.br
19 de fev. de 2012
O ABORTO não pertence ao sentimento cristão.
Tenor italiano agradece sua mãe por não tê-lo abortado(Vídeo)
Tradução livre
Então, nesta ocasião eu quero contar-lhes uma pequena história. Assim ela começa:
Uma jovem e grávida esposa foi hospitalizada por um simples ataque de apendicite. O médico teve que aplicar um pouco de gelo em seu estômago e quando terminou o tratamento, o médico sugeriu que ela abortasse a criança. Eles lhe disseram que esta era a melhor solução, porque a criança poderia nascer defeituosa, mas a brava e jovem esposa, decide não abortar e a criança nasceu.
A mulher era minha mãe, e a criança sou eu. Posso até ser um pouco interesseiro, mas eu posso dizer que foi uma escolha certa.
Espero que isto possa encorajar muitas mães que alguma vez se encontrem em situações difíceis, em momentos em que sua vida corre riscos, mas queiram salvar a vida dos seus bebês.
Para me despedir eu cantarei uma canção que meus filhos gostam e espero que vocês também gostem como eles gostaram e isto eu gravei em meu último álbum. A canção é bela porque é uma canção alegre e que expressa felicidade.
Fonte:
Brasil pela Vida
6 de mar. de 2011
Faleceu Bernard Nathanson, outrora chamado "o rei do aborto" que se converteu em líder pró-vida
Nathanson, de 84 anos de idade, foi um dos mais ativos promotores da legalização do aborto nos Estados Unidos e um dos fundadores da Liga de Ação Nacional pelo Direito ao Aborto em 1969 e praticava tantos abortos por dia que seus colegas o batizaram como "o rei do aborto".
No final da década de 70 graças ao uso da ultra-sonografia se convenceu de que o aborto era o assassinato de um ser humano e começou seu caminho de conversão.
Em 1984 obteve que um amigo médico gravasse o ultra-som de um aborto e a partir desse material realizou o hoje famoso documentário "O grito silencioso" que revela a verdade sobre esta prática anti-vida e assegura que não há justificação alguma para assassinar um não-nascido.
Nathanson, que admitiu ter feito o aborto de um filho seu, atravessou um longo e intenso caminho espiritual no qual deixou de considerar-se um "judeu ateu" para abraçar a fé católica.
Recebeu os sacramentos de iniciação cristã em dezembro de 1996 em uma cerimônia presidida pelo falecido Arcebispo de Nova Iorque, Cardeal John O'Connor.
"Durante dez anos, passei por um período de transição. Senti que o peso de meus abortos se fazia mais oneroso e persistente, pois despertava cada dia às quatro ou cinco da manhã, olhando à escuridão e esperando (mas sem rezar ainda) que se acendesse uma mensagem declarando-me inocente diante de um jurado invisível", afirmou Nathanson em uma entrevista.
Sua amizade com o sacerdote católico, o Padre John C. McCloskey, permitiu-lhe descobrir que permanecer no agnosticismo, conduzia-o ao abismo e encontrou na fé católica o consolo que procurou por tanto tempo.
FONTE:
http://www.acidigital.com/
15 de nov. de 2010
Bernard Nathanson:Quando a "Mão de Deus" alcançou o "Rei do aborto"
Pode que tenha sido o peso de sua consciência pela morte de 60 mil nascituros ou talvez as muitas orações de todos aqueles que rogaram incessantemente por sua conversão?
Segundo Bernard Nathanson, o famoso "rei do aborto", sua conversão ao catolicismo resultaria inconcebível sem as orações que muitas pessoas elevaram a Deus pedindo por ele. "Estou totalmente convencido de que as suas preces foram escutadas por Ele", indicou emocionado Nathanson no dia em que o Arcebispo de Nova York, o falecido Cardeal O'Connor, o batizou.
Filho de um prestigioso médico especializado em ginecologia, o Dr. Joey Nathanson, a quem o ambiente cético e liberal da universidade o fe abdicar da sua fé, Nathanson cresceu em um lar sem fé e sem amor, onde imperava muita malícia, conflitos e ódio.
Profissional e pessoalmente Bernard Nathanson seguiu durante uma boa parte de sua vida os passos do seu pai. Estudou medicina na Universidade de McGill (Montreal), e em 1945 começou a namorar Ruth, uma jovem e bela judia com quem realizou planos de matrimônio. Porém a jovem ficou grávida e quando Bernard escreveu para o seu pai consultando-lhe sobre a possibilidade de contrair matrimônio, este lhe enviou cinco notas de 100 dólares junto com a recomendação de que escolhesse entre abortar ou ir aos Estados Unidos para casar-se, pondo em risco sua brilhante carreira como médico que o aguardava.
Bernard priorizou sua carreira e convenceu a Ruth que abortasse. Ele não a acompanhou à intervenção abortiva e Ruth voltou à sua casa sozinha, em um táxi, com uma forte hemorragia, a ponto de perder a vida. Ao recuperar-se -quase milagrosamente- ambos terminaram sua relação. "Este foi o primeiro dos meus 75.000 encontros com o aborto, me serviu de excursão inicial ao satânico mundo do aborto", confessou o Dr. Nathanson.
Após graduar-se, Bernard iniciou sua residência em um hospital judeu.
Depois passou ao Hospital de Mulheres de Nova York onde sofreu pessoalmente a violência do anti-semitismo, e entrou em contato com o mundo do aborto clandestino. Nesta época já havia se casado com uma jovem judia, tão superficial quanto ele, como confessaria, com a qual permaneceu unido cerca de quatro anos e meio. Nestas circunstâncias Nathanson conheceu Larry Lader, um médico a quem só lhe obsessionava a idéia de conseguir que a lei permitisse o aborto livre e barato. Para isso fundou, em 1969, a "Liga de Ação Nacional pelo Direito ao Aborto", uma associação que tentava culpar a Igreja por cada morte ocorrida nos abortos clandestinos.
Mas foi em 1971 quando Nathanson se envolveu diretamente com a prática de abortos. As primeiras clínicas abortistas de Nova York começavam a explorar o negócio da morte programada, e em muitos casos seu pessoal carecia da licença do Estado ou de garantias mínimas de segurança. Como foi o caso da que dirigia o Dr. Harvey. As autoridades estavam a ponto de fechar esta clínica quando alguém sugeriu que Nathanson poderia encarregar se da sua direção e funcionamento. Ocorria o paradoxo incrível de que, enquanto esteve diante daquela clínica, naquele lugar havia um setor de obstetrícia: isto é, se atendiam partos normais ao mesmo tempo que se praticava abortos.
Por outro lado, Nathanson realizava uma intensa atividade, dando conferências, celebrando encontros com políticos e governantes, pressionando-lhes para que fosse ampliada a lei do aborto.
"Estava muito ocupado. Quase não via a minha família. Tinha um filho de poucos anos e uma mulher, mas quase nunca estava em casa. Lamento amargamente estes anos, por mais que seja só por ter fracassado em ver meu filho crescer. Também era um segregado na profissão médica. Era conhecido como o rei do aborto", afirmou.
Durante este período, Nathanson realizou mais de 60.000 abortos, mas no fim do ano de 1972, esgotado, demitiu do seu cargo na clínica.
"Abortei os filhos não nascidos dos meus amigos, colegas, conhecidos e inclusive professores. Cheguei ainda a abortar meu próprio filho", chorou amargamente o médico, que explicou que por volta da metade da década de 60 engravidou a uma mulher que gostava muito dele (...) Ela queria seguir adiante com a gravidez, mas ele se negou. Já que eu era um dos especialistas no tema, eu mesmo realizaria o aborto, expliquei. E assim procedi.", precisou.
Entretanto a partir deste acontecimento as coisas começaram a mudar. Deixou a clínica abortista e passou a ser chefe de obstetrícia do Hospital St. Luke's. A nova tecnologia, o ultrasom, começava a aparecer no ambiente médico. No dia em que Nathanson pôde observar o coração do feto nos monitores eletrônicos, começou a perguntar-se "quê estamos fazendo verdadeiramente na clínica".
Decidiu reconhecer o seu erro. Na revista médica The New England Journal of Medicine, escreveu um artigo sobre sua experiência com as ultra-sonografias, reconhecendo que no feto existia vida humana. Incluía declarações como a seguinte: "o aborto deve ser visto como a interrupção de um processo que de outro modo teria produzido um cidadão no mundo. Negar esta realidade é o tipo mais grosseiro de evasão moral".
Aquele artigo provocou uma forte reação. Nathanson e sua família receberam inclusive ameaças de morte, porém a evidência de que não podia continuar praticando abortos se impôs. Tinha chegado à conclusão que não havia nenhuma razão para abortar: o aborto é um crime.
Pouco tempo depois, uma nova experiência com as ultrasonografias serviu de material para um documentário que encheu de admiração e horror ao mundo. Era titulado "O grito silencioso", e sucedeu em 1984 quando Nathanson pediu a um amigo seu - que praticava entre 15 a 20 abortos por dia- que colocasse um aparelho de ultrasom sobre a mãe, gravando a intervenção.
"Assim o fez -explica Nathanson- e, quando viu a gravação comigo, ficou tão afetado que nunca mais voltou a realizar um aborto. As gravações eram assombrosas, por mais que não eram de boa qualidade. Selecionei a melhor e comecei a projetá-la nos meus encontros pró-vida por todo o país".
Retorno do filho pródigo
Nathanson tinha abandonado sua antiga profissão de "carniceiro humano", mas ainda estava pendente o seu caminho de volta a Deus. Uma primeira ajuda veio de seu admirado professor universitário, o psiquiatra Karl Stern.
"Transmitia uma serenidade e uma segurança indefiníveis. Nessa época não sabia que em 1943, após longos anos de meditação, leitura e estudo, tinha se convertido ao catolicismo. Stern possuía um segredo que eu tinha buscado toda a minha vida: o segredo da paz de Cristo".
O movimento pró-vida lhe havia proporcionado o primeiro testemunho vivo da fé e do amor de Deus. Em 1989 esteve em uma ação de Operação Resgate nos arredores de uma clínica. O ambiente dos que lá se manifestavam pacificamente a favor da vida dos nascituros lhe havia comovido: estavam serenos, contentes, cantavam, rezavam... Os mesmos meios de comunicação que cobriam o evento e os policiais que vigiavam, estavam assombrados pela atitude destas pessoas. Nathanson ficou cativado "e, pela primeira vez em toda minha vida de adulto comecei a considerar seriamente a noção de Deus, um Deus que tinha permitido que eu andasse por todos os proverbiais circuitos do inferno, para ensinar-me o caminho da redenção e da misericórdia através da sua graça".
"Durante dez anos passei por um período de transição. Senti que o peso dos meus abortos se fazia mais grave e persistente, pois me despertava cada dia às 4 ou 5 da manhã, olhando a escuridão e esperando (mas sem rezar ainda) que se iluminasse um letreiro declarando-me inocente ante um júri invisível", indica Nathanson.
Logo, o médico acaba lendo "As Confissões", de Santo Agostinho, livro que qualificou como "alimento de primeira necessidade", convertendo-se em seu livro mais lido já que Santo Agostinho "falava do modo mais completo de meu tormento existencial; porém eu não tinha uma Santa Mônica que me ensinasse o caminho e estava acusado por uma negra desesperança que não diminuía".
Nesta situação não faltou a tentação do suicídio, mas, afortunadamente, decidiu buscar uma solução diferente. Os remédios tentados falhavam: álcool, tranquilizantes, livros de auto-estima, conselheiros, até chegar a psicanálise, onde permaneceu por 4 anos.
O espírito que animava aquela manifestação pró-vida endereçou a sua busca. Começou a conversar periodicamente com Padre John McCloskey; não lhe resultava fácil crer, mas pelo contrário, permanecer no agnosticismo, levava ao abismo. Progressivamente se descobria a si mesmo acompanhado de alguém que se importava por cada um dos segundos da sua existência. "Já não estou sozinho. Meu destino foi dar voltas pelo mundo à busca deste Alguém sem o qual estou condenado, porém a que agora me agarro desesperadamente, tentando não soltar-me da orla do seu manto".
Finalmente, no dia 9 de dezembro de 1996, às 7:30 de uma segunda feira, solenidade da Imaculada Conceição, na cripta da Catedral de São Patrício de Nova York, o Dr. Nathanson se convertia em filho de Deus. Entrava a formar parte do Corpo Místico de Cristo, sua Igreja. O Cardeal O 'Connor lhe administrou os sacramentos do Batismo, Confirmação e Eucaristia.
Um testemunho expressa assim este momento: "Esta semana experimentei com uma evidência poderosa e fresca que o Salvador que nasceu há 2.000 anos em um estábulo continua transformando o mundo. Na segunda-feira passado fui convidado a um Batismo. (...) Observei como Nathanson caminhava até o altar. Que momento! Tal qual no primeiro século... um judeu convertido caminhando nas catacumbas para encontrar a Cristo. E sua madrinha era Joan Andrews. As ironias abundam. Joan é uma das mais destacadas e conhecidas defensoras do movimento pró-vida... A cena me queimava por dentro, porque justo em cima do Cardeal O 'Connor havia uma Cruz... Olhei para a Cruz e me percatei de que o que o Evangelho ensina é a verdade: a vitória está em Cristo".
As palavras de Bernard Nathanson no fim da cerimônia foram curtas e diretas. "Não posso dizer como estou agradecido nem a dívida tão impagável que tenho com todos aqueles que rezaram por mim durante todos os anos nos quais me proclamava publicamente ateu. Rezaram teimosa e amorosamente por mim. Estou totalmente convencido de que suas orações foram escutadas. Conseguiram lágrimas para meus olhos".
Fonte:http://www.acidigital.com/
11 de nov. de 2010
Carta aberta a Dom Demétrio Valentini, bispo de Jales (SP). Por Diogo Ferreira
Clique no link acima e leita CARTA ABERTA escrita por Diogo Ferreira a D. Demetrio Valentini bispo de Jales-SP. Um verdadeiro documento que fala de um bispo equivocado, pois sendo ele um dos sacerdotes de Cristo não está agindo como tal.
Vivemos numa democracia e todos tem direito de opinar e defender suas opiniões politicas, mas a questão ABORTO foge de qualquer debate, é um crime hediondo e covarde contra anjos que nunca vão compreender porque existe tanta maldade humana que os dilacera impiedosamente ainda no ventre materno.
Não é saude pública como alguns tenta convencer, antes de tudo pode ser imoralidade pública de um governo que foge da responsabilidade de educar seu povo dentro dos bons constumes e da moral religiosa. Formando uma nação com principios e valores, dando alicerces para construção de familias sólidas que sem dúvida alguma são as células do corpo de uma nação saudável e amante de paz.





