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17 de ago. de 2025

A doce força de Deus... Papa Leão XIV

Na homilia deste domingo, o Papa Leão recordou a beleza da força que nasce da ternura de Deus. Essa mensagem se tornou visível em cada encontro que o Santo Padre viveu nas cidades de Albano e Castel Gandolfo, onde sua presença se traduziu em gestos de proximidade.

 As imagens registradas ao longo do dia traduzem essa mesma docilidade anunciada pelo Santo Padre:
“A nossa pobreza, a nossa vulnerabilidade e, sobretudo, os fracassos pelos quais podemos ser desprezados e julgados – e, por vezes, nós mesmos nos desprezamos e julgamos – são finalmente acolhidos na doce força de Deus, um amor sem arestas e incondicional.
Maria, a mãe de Jesus, é para nós sinal e antecipação da maternidade de Deus. Nela tornamo-nos uma Igreja mãe, que gera e regenera não em virtude de um poder mundano, mas com a virtude da caridade.” 
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Vatican News 


1 de jun. de 2025

Por que o Papa se apresentou dizendo-se “filho de Santo Agostinho”




Descubra o significado da família religiosa do Papa Leão XIV

Sou agostiniano, um filho de Santo Agostinho que dizia: ‘Convosco sou cristão e para vós sou bispo’. Neste sentido, podemos caminhar todos juntos em direção à pátria que Deus nos preparou”, disse o Papa Leão XIV quando foi escolhido como Papa. O que isso significa? Frei Eberson Naves explica a história de Santo Agostinho, sua contribuição para a Igreja e o que ele inspira no ministério do Papa Leão XIV, primeiro Papa agostiniano.
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Frei Eberson ingressou na mesma ordem religiosa que o papa Leão XIV em 2013. Há três anos foi ordenado sacerdote, vive em Belo horizonte, onde atua na pastoral, nos colégios da ordem e como secretário provincial. O Frei estava no aguardo do novo Papa em 8 de abril, certamente torcia pelo cardeal Prevost que era da mesma ordem religiosa, mas ficou surpreso com o resultado do Conclave: “Acho que essa surpresa foi muito gratificante, porque nos assustou, de fato, mas nos assustou da maneira positiva. Pronto, agora temos um agostiniano, alguém que vive o carisma, alguém que esteve à frente da nossa ordem, alguém que a gente conhece e que está lá à frente da Igreja de Cristo”, comenta Frei Eberton.

Entre 2016 e 2017, o Frei estava no noviciado em Lima, no Peru, e ali conheceu o bispo de Chiclayo, Dom Robert Prevost. “Ele passava, visitava a nossa comunidade, se hospedava conosco, fazia as refeições conosco, mas, assim, era sempre uma presença de alguém missionário, de alguém que partilhava alguma situação, algumas atividades que desempenhava ali dentro da sua diocese”.

A foto que fez o giro do mundo
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Fez o giro do mundo uma foto de Frei Eberton com Prevost no ano passado. Estavam em um encontro internacional da ordem, quando, segundo o Frei, “ele apareceu de surpresa ali no meio de nós, partilhou um pouquinho da experiência dele, enquanto cardeal, de como ele recebeu todo esse trabalho do Papa Francisco, de como ele estava desempenhando em todas as suas atividades, e nos deu uma mensagem de esperança”.

Mas quem é o santo que irmana o Papa e diversos freis? “Ele nasceu lá no ano de 354, ele viveu uma vida distante da fé e depois tem o momento da conversão, principalmente pela intercessão de sua mãe Santa Mônica. Depois que ele se tornou padre e bispo, contribuiu com o modo de vida, a espiritualidade, e com a questão doutrinária mesmo, a contribuição teológica”, conta Frei Eberton.

O legado de Santo Agostinho perpassa os séculos e ilumina a Igreja. “quando nós olhamos para as discussões que Santo Agostinho emprega dentro da sua vida e dentro da igreja, sobre a liberdade, o livre-arbítrio, o desejo, a vontade, a questão do bem e do mal, a própria vivência do carisma agostiniano de estar em comunidade, essa relação de colocar Cristo sempre na centralidade da nossa vida, dentro do nosso meio de ser e o jeito de ser cristão dentro deste mundo, isso tudo chega para nós em diversas ocasiões. Então, passe os anos, passe as eras, nós estamos sempre entrando em contato com esses temas que são parte da nossa realidade, do nosso dia a dia”, destaca o Frei.

Esse “DNA”, essa identidade agostiniana do Papa Leão XIV nós vemos desde seu primeiro discurso após a eleição, e também em outras falas e gestos do início do pontificado. “Ele chama para conversar, para o diálogo, para conhecer as realidades, para entender a vida de cada cultura, de cada pessoas. E como a nossa regra diz, distribuir este bem comum, ou distribuir tudo aquilo que nós colocamos dentro da nossa vida a cada um conforme a sua necessidade”, explica o Frei.

E a citação do primeiro discurso: “Convosco sou cristão e para vós sou bispo”?. Frei Eberson esclarece: “Quando o Papa diz isso claramente é para abrir o coração de todo mundo, de todo mundo católico, cristão, a este diálogo, a esta proximidade. Estou com vocês, estamos caminhando juntos, é um fardo pesado, ele diz até os cardeais, é um fardo pesado do qual eu não tenho forças, superam as minhas forças, mas com a companhia dos irmãos, vivendo esta experiência comunitária de sermos irmãos em Cristo, nós caminhamos juntos e ele sendo este pastor, este bispo, ele nos conduz e nos orienta”.

https://pt.aleteia.org/


12 de mai. de 2025

PRIMEIRA BÊNÇÃO URBI ET ORBI DO PAPA LEÃO XIV

 


Quinta-feira, 8 de maio de 2025 [Multimídia]

A paz esteja com todos vós!

Caríssimos irmãos e irmãs, esta é a primeira saudação de Cristo Ressuscitado, o Bom Pastor, que deu a vida pelo rebanho de Deus. Também eu gostaria que esta saudação de paz entrasse no vosso coração, chegasse às vossas famílias, a todas as pessoas, onde quer que se encontrem, a todos os povos, a toda a terra. A paz esteja convosco!

Esta é a paz de Cristo Ressuscitado, uma paz desarmada e uma paz que desarma, que é humilde e perseverante. Que vem de Deus, do Deus que nos ama a todos incondicionalmente.

Conservamos ainda nos nossos ouvidos aquela voz fraca, mas sempre corajosa, do Papa Francisco que abençoava Roma, o Papa que, naquela manhã de Páscoa, abençoava Roma e dava a sua bênção ao mundo inteiro. Permiti-me que dê prosseguimento àquela mesma bênção:

Deus nos ama, Deus vos ama a todos, e o mal não prevalecerá! Estamos todos nas mãos de Deus. Portanto, sem medo, unidos de mãos dadas com Deus e uns com os outros, sigamos em frente!

Somos discípulos de Cristo. Cristo vai à nossa frente. O mundo precisa da sua luz. A humanidade precisa d’Ele como ponte para poder ser alcançada por Deus e pelo seu amor. Ajudai-nos também vós e, depois, ajudai-vos uns aos outros a construir pontes, com o diálogo, o encontro, unindo-nos todos para sermos um só povo sempre em paz. Obrigado, Papa Francisco!

Quero também agradecer a todos os meus irmãos Cardeais que me escolheram para ser o Sucessor de Pedro e para caminhar convosco, como Igreja unida, procurando sempre a paz, a justiça, esforçando-se sempre por trabalhar como homens e mulheres fiéis a Jesus Cristo, sem medo, para anunciar o Evangelho, para ser missionários

Sou agostiniano, um filho de Santo Agostinho que dizia: “Convosco sou cristão e para vós sou bispo”. Neste sentido, podemos caminhar todos juntos em direção à pátria que Deus nos preparou.

Uma saudação especial à Igreja de Roma! Devemos procurar juntos o modo de ser uma Igreja missionária, uma Igreja que constrói pontes, que constrói o diálogo, sempre aberta para acolher a todos, como esta Praça, de braços abertos, a todos aqueles que precisam da nossa caridade, da nossa presença, de diálogo e de amor.

(Em espanhol)

Y si me permiten también una palabra, un saludo a todos y en modo particular a mi querida diócesis de Chiclayo, en el Perú, donde un pueblo fiel ha acompañado a su obispo, ha compartido su fe y ha dado tanto, tanto, para seguir siendo Iglesia fiel de Jesucristo.

(tradução)

E se me permitem uma palavra, uma saudação [em espanhol] a todos e especialmente à minha querida Diocese de Chiclayo, no Peru, onde um povo fiel acompanhou o seu bispo, partilhou a sua fé e deu tanto, tanto, para continuar a ser uma Igreja fiel a Jesus Cristo.

A todos vós, irmãos e irmãs de Roma, da Itália, de todo o mundo: queremos ser uma Igreja sinodal, uma Igreja que caminha, uma Igreja que procura sempre a paz, que procura sempre a caridade, que procura sempre estar próxima, sobretudo dos que sofrem.

Hoje é o dia da Súplica a Nossa Senhora do Rosário de Pompeia. A nossa Mãe, Maria, quer sempre caminhar conosco, estar perto, ajudar-nos com a sua intercessão e o seu amor. Gostaria, por isso, de rezar convosco. Rezemos juntos por esta nova missão, por toda a Igreja, pela paz no mundo e peçamos a Maria, nossa Mãe, esta graça especial: Ave Maria...

[Bênção solene].