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8 de fev. de 2026

SANTA JOSEFINA BAKHITA

 

 Bakhita nasceu no Sudão, África, em 1869. Este nome, que significa "afortunada", não recebeu de seus pais ao nascer, lhe foi imposto por seus raptores. Esta flor africana conheceu as humilhações, os sofrimentos físicos e morais da escravidão, sendo vendida e comprada várias vezes. A terrível experiência e o susto, provado naquele dia, causaram profundos danos em sua memória, inclusive o esquecimento do próprio nome.

Na capital do Sudão, Bakhita foi finalmente comprada por um cônsul italiano, que depois a levou consigo para a Itália. Durante a viagem, ele a entregou para viver com a família de um amigo, que residia em Veneza, e cuja esposa, havia se afeiçoado à ela.Depois, com o nascimento da filha do casal, Bakhita se tornou sua babá e amiga.
Os negócios desta família, na África, exigiam que retornassem. Mas, aconselhado pelo administrador, o casal confiou as duas, às irmãs da congregação de Santa Madalena de Canossa, em Schio, também em Veneza. Alí, Bakhita, conheceu o Evangelho. Era 1890 e ela tinha vinte e um anos quando foi batizada recebendo o nome de Josefina.
Após algum tempo, quando vieram buscá-las, Bakhita ficou. Queria se tornar uma irmã canossiana, para servir a Deus que lhe havia dado tantas provas do seu amor. Depois de sentir muita clareza do chamado para a vida religiosa, em 1896, Josefina Bakhita se consagrou para sempre a Deus, que ela chamava com carinho "o meu Patrão!".
Por mais de cinqüenta anos, esta humilde Filha da Caridade, se dedicou às diversas ocupações na congregação, sendo chamada por todos de "Irmã Morena". Ela foi cozinheira, responsável do guarda-roupa, bordadeira, sacristã e porteira. As irmãs a estimavam pela generosidade, bondade e pelo seu profundo desejo de tornar Jesus conhecido. "Sedes boas, amem a Deus, rezai por aqueles que não O conhecem. Se soubésseis que grande graça é conhecer a Deus!".
A sua humildade, a sua simplicidade e o seu constante sorriso, conquistaram o coração de toda população. Com a idade, chegou a doença longa e dolorosa. Ela continuou a oferecer o seu testemunho de fé, expressando com estas simples palavras, escondidas detrás de um sorriso, a odisséia da sua vida: "Vou devagar, passo a passo, porque levo duas grandes malas: numa vão os meus pecados, e na outra, muito mais pesada, os méritos infinitos de Jesus. Quando chegar ao céu abrirei as malas e direi a Deus: Pai eterno, agora podes julgar. E a São Pedro: fecha a porta, porque fico".
Na agonia reviveu os terríveis anos de escravidão e foi a Santa Virgem que a libertou dos sofrimentos. As suas últimas palavras foram: "Nossa Senhora!". Irmã Josefina Bakhita faleceu no dia 8 de fevereiro de 1947, na congregação em Schio, Itália. Muitos foram os milagres alcançados por sua intercessão. Em 1992, foi beatificada pelo Papa João Paulo II e elevada à honra dos altares em 2000, pelo mesmo Sumo Pontífice. O dia para o culto de "Santa Irmã Morena" foi determinado o mesmo de sua morte.
Fonte site: arquisp.org.br

ORAÇÃO À SANTA JOSEFINA BAHKITA

Ó Santa Josefina Bakhita, que, desde menina, foste enriquecida por Deus com tantos dons e a Ele correspondeste com todo o amor, olha por nós. Intercede junto ao Senhor para que cresçamos no Seu amor e no amor a todas as criaturas humanas, sem distinção de idade, de raça, de cor ou de situação social. 
Que pratiquemos sempre, como tu, as virtudes da fé, da esperança, da caridade, da humildade, da castidade e da obediência. 
Pede, agora, ao Pai do Céu, oh Bakhita, as graças que mais preciso, especialmente (pedido). Amém.

Fonte das fotos abaixo: 


                   Pousa ao lado o Padre Rivaldo Celson Alves:  




22 de out. de 2023

São João Paulo II: imagens marcantes

 

Ao ver essas imagens, alí está um verdadeiro Santo. São João Paulo II



São João Paulo II nasceu no dia 18 de Maio de 1920, em Wadowice, na Polônia. Foi batizado com o nome de Karol Wojtyła.

Em Outubro de 1942, entrou no seminário de Cracóvia clandestinamente, por causa da invasão comunista em seu país, e a 1º de Novembro de 1946, foi ordenado sacerdote. Em 4 de Julho de 1958, o Papa Pio XII nomeou-o Bispo auxiliar de Cracóvia. Tendo em vista sua espiritualidade marcadamente mariana, Karol escolheu como lema episcopal a conhecida expressão “Totus tuus”, de São Luís Maria Grignion de Montfort, grande apóstolo da Virgem Maria. A ordenação episcopal de Wojtyla foi em 28 de Setembro do mesmo ano. No dia 13 de Janeiro de 1964, foi eleito Arcebispo de Cracóvia. Em 26 de Junho de 1967, foi criado Cardeal por Paulo VI. Na tarde de 16 de Outubro de 1978, depois de oito escrutínios, foi eleito Papa.

A espiritualidade mariana do grande São João Paulo II o levou a uma vida inteiramente dedicada a Deus, principalmente os seus mais de 25 anos de pontificado, um dos mais longos da história da Igreja. Olhando para a vida de João Paulo II, este santo dos nossos dias, podemos aprender a espiritualidade que o fez de um dos Papas mais extraordinários de todos os tempos e que o elevou rapidamente à glória dos altares.

Ainda seminarista, um livro clássico de espiritualidade mariana o ajudou a tirar as dúvidas que tinha em relação a devoção a Nossa Senhora e a centralidade de Jesus Cristo na vida e na espiritualidade católica.

A obra que marcou profundamente a vida e consequentemente a espiritualidade de Karol Wojtyla foi o “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”, de São Luís Maria Grignion de Montfort. Falando às Famílias Monfortinas, o Papa João Paulo II disse que o Tratado é um “texto clássico da espiritualidade mariana”, que teve singular importância em seu pensamento e em sua vida. Segundo o Santo Padre, o Tratado é uma “obra de eficiência extraordinária para a difusão da ‘verdadeira devoção’ à Virgem Santíssima”. São João Paulo II experimentou e testemunhou essa eficácia do Tratado em sua própria vida:

“Eu próprio, nos anos da minha juventude, tirei grandes benefícios da leitura deste livro, no qual “encontrei a resposta às minhas perplexidades” devidas ao receio que o culto a Maria, “dilatando-se excessivamente, acabasse por comprometer a supremacia do culto devido a Cristo”. Sob a orientação sábia de São Luís Maria compreendi que, quando se vive o mistério de Maria em Cristo, esse risco não subsiste. O pensamento mariológico do Santo, de fato, “está radicado no Mistério trinitário e na verdade da Encarnação do Verbo de Deus”.

No dia 22 de Outubro, a Igreja Católica celebra o dia de São João Paulo II. A data foi estabelecida pelo papa Francisco por simbolizar o dia em que Karol Wojtyla celebrou sua primeira missa como Pontífice, em 1978, iniciando seu pontificado.

São João Paulo II, rogai por nós!


28 de nov. de 2021

SANTA CATARINA DE LABOURÉ E AS MEDALHAS MILAGROSAS.

                      



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Origem: https://www.acidigital.com/

Em 28 de novembro, a Igreja celebra Santa Catarina Labouré, vidente da Medalha Milagrosa, a quem a Virgem disse: “Deus quer te confiar uma missão; te custará trabalho, mas vencerás se pensar que o fará para a glória de Deus”.
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Santa Catarina Labouré nasceu na França em 1806, em uma família camponesa. Ficou órfã de mãe aos nove anos e pediu à Virgem que fosse sua mãe. Sua irmã foi admitida como religiosa vicentina e Catarina teve que se ocupar das tarefas do lar e, por isso, não pôde aprender a ler nem escrever.
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Mais tarde, pediu ao seu pai que permitisse que ela se tornasse religiosa em um convento, mas ele negou. Então, pedia ao Senhor que lhe concedesse este desejo. Tempos depois, viu em sonhos um sacerdote idoso que lhe disse: “um dia irá me ajudar a cuidar dos enfermos”.
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Aos 24 anos, visitou sua irmã religiosa e, no convento, viu a imagem de São Vicente de Paulo e percebeu que ele era o sacerdote que viu em seus sonhos. Desde então, propôs-se a ser religiosa vicentina e não se deteve até ser aceita na comunidade.
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Foi enviada a Paris, onde realizou os ofícios mais humildes e esteve cuidou dos idosos da enfermaria. Em 27 de novembro de 1830, a Virgem Maria apareceu a ela na capela do convento e lhe pediu que cunhasse a Medalha de acordo com o que estava vendo na aparição.
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Com o tempo e diante da intercessão do confessor da Santa, o Arcebispo de Paris permitiu que se fabricasse a medalha e começaram os milagres, tal como a Virgem havia prometido.
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Com a morte de seu confessor, que sabia tudo sobre as aparições, substituiu-o outro que, ao escutar os fatos extraordinários, não a compreendeu. Enquanto isso, Santa Catarina guardava em segredo sua história com a Virgem até que lhe renovaram o confessor.
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A Santa sabia que se aproximava o tempo de partir e, depois de pedir o conselho à Virgem, confiou seu segredo à superiora, que conseguiu que fosse erguida no altar uma estátua que perpetuasse a recordação das aparições.
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Partiu para a Casa do Pai aos 70 anos, em 31 de dezembro de 1876. Quando abriram a sua sepultura, 56 anos depois, para o reconhecimento oficial de suas relíquias, encontraram seu corpo incorrupto. Foi beatificada por Pio XI, em 1933, e canonizada por Pio XII, em 1947.

7 detalhes do significado da Medalha Milagrosa que você precisa conhecer: 


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A Virgem da Medalha Milagrosa, cuja festa é celebrada neste 27 de novembro, pediu a Santa Catarina Labouré que fizesse uma Medalha igual a que ela viu no momento da aparição. Ela fez esta medalha e Deus realizou muitos milagres e alcançou muitas graças aos que a utilizam. Mas, o que indicam os símbolos que aparecem na Medalha e qual é a sua mensagem?
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1. Triunfa sobre Satanás
Na frente da Medalha Milagrosa, aparece a Virgem Maria esmagando a cabeça da serpente que está sobre o mundo: Ela, a Imaculada, tem todo poder em virtude de sua graça para triunfar sobre Satanás.
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2. Evoca o Apocalipse
As doze estrelas da cabeça de Maria e a cor de seu manto mostram a mulher vestida de sol, do Livro do Apocalipse.
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3. Raios das graças
Suas mãos estendidas, transmitindo raios de graça são sinal de sua missão de Mãe e Medianeira das graças que derrama sobre o mundo e a quem lhes peça.
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4. Sinal da Imaculada
A famosa inscrição "Oh Maria" afirma a Imaculada Conceição da Virgem, manifestada a Santa Catarina nesta aparição em 27 de novembro de 1830, muito antes do dogma ser proclamado em 1854. Do mesmo modo, indica a missão de intercessão da Mãe de Deus, a quem podemos procurar com confiança.
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5. A realeza de Maria
O globo, que representa a terra, está sob os pés da Virgem Maria, porque Ela é a rainha do céu e da Terra.
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6. Mãe do crucificado
Na parte de trás da Medalha está a letra "M", símbolo de Maria e da sua maternidade espiritual. A cruz é o mistério da redenção e sustenta a letra "Yota" do alfabeto grego ou a "I", que é um monograma do nome "Jesus". Tudo isso simboliza a Mãe de Cristo crucificado.
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7. A Igreja com os Corações Sagrados
As doze estrelas são um símbolo da Igreja que Cristo fundou nos Apóstolos. Enquanto os Sagrados Corações de Jesus e Maria se referem à devoção que os cristãos devem ter a ambos os corações.


MAIS INFORMAÇÕES SOBRE SANTA CATARINA DE LABOURÉ CLIQUE AQUI


25 de jan. de 2021

CONVERSÃO DE SÃO PAULO

Celebramos hoje a festa da conversão de S. Paulo, fundamental para nós, por ser luz e exemplo, e porque a intercessão do Apóstolo também nos ajuda a dar o passo da nossa própria conversão. 

S. Paulo narra várias vezes sua conversão em Atos dos Apóstolos, mas há uma referência a ela na Carta aos Filipenses que nem sempre notamos. Nela, Paulo descreve sua conversão não de forma narrativa, mas com uma metáfora, dizendo: “Eu fui alcançado por Cristo” (cf. 1, 12). 

Ele se refere a uma corrida: assim como, nos estádios, os atletas correm para conseguir chegar à meta, do mesmo modo Paulo também corria, mas foi alcançado por Cristo, que, tendo-o tocado e convertido, passou à sua frente. Por isso, S. Paulo, continuando com a metáfora, diz: “Deixando então o que está para trás, eu me lanço para ver se o alcanço” (cf. 1, 13). 

O verbo usado em grego para “lançar-se” é um termo técnico para descrever o esforço do corredor que, no momento final, quando está prestes a chegar à meta, se lança com um impulso com todo o peso do corpo, sem se preocupar se irá cair ou não, ou seja, deixando tudo o que está atrás e arremessando-se para frente. 

Mas os corredores o fazem para alcançar uma coroa perecível, enquanto Paulo o faz para alcançar Cristo. Assim como foi a conversão de Paulo, também deve ser a nossa conversão. É necessário deixar o que está para trás e lançar-se devotamente para o que está adiante, cheio de convicção.

Um passarinho só voa quando se liberta dos fios que lhe prendem os pés. Precisamos deixar os pecados mortais e veniais, os apegos e as imperfeições, para assim alcançarmos o Cristo que já nos alcançou. 

A maior parte de nós já deu os primeiros passos na própria conversão: somos batizados, frequentamos a Confissão, vivemos em estado de graça; mas, apesar de tanta participação na Igreja, parece que ficamos estagnados… Por quê? Porque não nos lançamos como S. Paulo lançou-se. Ficamos negociando. Não, não é assim! Paulo nos diz: Caritas Christi urget nos! A caridade, o amor que Cristo teve por mim me impele. Ele me alcançou, agora eu devo alcançá-lo; Ele deixou tudo por mim, agora eu devo deixar tudo por Ele; Ele me amou, agora eu devo amá-lo de volta. 

É assim que seremos felizes. Sim, serão felizes os que amarem de volta o Cristo que nos amou. Esta é a conversão. 

Deixemos de negociar, deixemos a mornidão, deixemos o cristianismo burguês, acomodado, de “sofá e pipoca”! Precisamos lançar-nos destemidamente no amor de Cristo. 

Nisso a conversão de S. Paulo — seu radicalismo, seu amor, sua devoção, sua prontidão para amar Jesus — nos serve de exemplo. Façamos nosso exame de consciência. A que ainda estou amarrado? Quais são meus pecados “de estimação”, qual é o estilo de vida miserável e medíocre a que não quero renunciar? Façamos como S. Paulo, considerando tudo isso lixo, e lancemo-nos, joguemo-nos para alcançar Cristo!

https://padrepauloricardo.org/